São Vicente reúne 170 jovens em dispensa do Serviço Militar

São Vicente e Forças Armadas realizam entrega de certificados de dispensa militar e reforçam prazos para regularização do documento

São Vicente reúne 170 jovens em dispensa do Serviço Militar

Crédito: divulgação

O quartel do 2º Batalhão de Infantaria Leve (2º BIL / Batalhão Martim Afonso), em São Vicente, foi palco nesta quinta-feira (24) da solenidade de Juramento à Bandeira e entrega de Certificados de Dispensa de Incorporação (CDI) a 170 jovens da cidade.

Os alistados foram desobrigados da prestação do Serviço Militar Inicial referente à classe do ano corrente devido ao excesso de contingente registrado na Região Metropolitana da Baixada Santista.

Durante a cerimônia cívico-militar, os jovens dispensados juraram lealdade à Pátria e ao Pavilhão Nacional, assumindo formalmente o compromisso de atender a eventuais convocações de emergência em favor da Defesa Nacional, conforme estipulado no Regulamento da Lei do Serviço Militar.

O ato contou com a presença do prefeito Kayo Amado, do Comandante Ferreira, de secretários municipais e de representantes das Forças Armadas e da Guarda Civil Municipal.

Exortação cívica, prazos de alistamento e restrições legais

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Em seu discurso, o prefeito Kayo Amado enfatizou que a dispensa da rotina dos quartéis não exime o cidadão de seu papel na construção da sociedade.

O comandante militar ressaltou que a seleção considerou o limite de vagas disponíveis e encorajou os jovens a contribuírem com o desenvolvimento do país por meio dos estudos e do mercado de trabalho.

“Vocês estão dispensados da prestação do serviço, mas o nosso compromisso com o Brasil se mantém. Todos, enquanto cidadãos, que vão ser pais de família no futuro, que vão ter o seu emprego, precisam ter um dever cívico com o nosso País e trabalhar pelo melhor”, destacou o prefeito Kayo Amado.

A Junta de Serviço Militar de São Vicente relembra que o alistamento é obrigatório para jovens do sexo masculino no ano em que completam 18 anos, devendo ser realizado de janeiro a junho.

A irregularidade com as obrigações militares impede a emissão de passaporte, a efetivação de matrícula em faculdades ou universidades, a posse em cargos públicos e a assinatura de contratos com órgãos governamentais.

Daniela Ferreira

  • Publicado: 25/09/2026 12:51
  • Alterado: 25/09/2026 12:51
  • Autor: Daniela Ferreira