São Vicente reúne 170 jovens em dispensa do Serviço Militar
São Vicente e Forças Armadas realizam entrega de certificados de dispensa militar e reforçam prazos para regularização do documento
- Publicado: 25/09/2026 12:51
- Alterado: 25/09/2026 12:51
- Autor: Daniela Ferreira
O quartel do 2º Batalhão de Infantaria Leve (2º BIL / Batalhão Martim Afonso), em São Vicente, foi palco nesta quinta-feira (24) da solenidade de Juramento à Bandeira e entrega de Certificados de Dispensa de Incorporação (CDI) a 170 jovens da cidade.
Os alistados foram desobrigados da prestação do Serviço Militar Inicial referente à classe do ano corrente devido ao excesso de contingente registrado na Região Metropolitana da Baixada Santista.
Durante a cerimônia cívico-militar, os jovens dispensados juraram lealdade à Pátria e ao Pavilhão Nacional, assumindo formalmente o compromisso de atender a eventuais convocações de emergência em favor da Defesa Nacional, conforme estipulado no Regulamento da Lei do Serviço Militar.
O ato contou com a presença do prefeito Kayo Amado, do Comandante Ferreira, de secretários municipais e de representantes das Forças Armadas e da Guarda Civil Municipal.
Exortação cívica, prazos de alistamento e restrições legais

Em seu discurso, o prefeito Kayo Amado enfatizou que a dispensa da rotina dos quartéis não exime o cidadão de seu papel na construção da sociedade.
O comandante militar ressaltou que a seleção considerou o limite de vagas disponíveis e encorajou os jovens a contribuírem com o desenvolvimento do país por meio dos estudos e do mercado de trabalho.
“Vocês estão dispensados da prestação do serviço, mas o nosso compromisso com o Brasil se mantém. Todos, enquanto cidadãos, que vão ser pais de família no futuro, que vão ter o seu emprego, precisam ter um dever cívico com o nosso País e trabalhar pelo melhor”, destacou o prefeito Kayo Amado.
A Junta de Serviço Militar de São Vicente relembra que o alistamento é obrigatório para jovens do sexo masculino no ano em que completam 18 anos, devendo ser realizado de janeiro a junho.
A irregularidade com as obrigações militares impede a emissão de passaporte, a efetivação de matrícula em faculdades ou universidades, a posse em cargos públicos e a assinatura de contratos com órgãos governamentais.