Data: 22/05/2019 13:03 / Autor: Suzel Tunes / Fonte: PMSCS

Escola de São Caetano recebe grupo de contação de histórias em Libras

Joaquim, o Fusca que contava histórias, apareceu lá no estacionamento da Escola Municipal de Ensino (Emef) Oswaldo Samuel Massei, no Bairro Oswaldo Cruz, nesta segunda-feira, 20 de maio


Escola municipal de São Caetano recebe grupo de contação de histórias em Libras
Escola municipal de São Caetano recebe grupo de contação de histórias em Libras

Crédito: Junior Camargo/PMSCS

Junto com o Joaquim chegaram quatro artistas – a percussionista Laruama Alves e as contadoras de histórias Amanda Lioli, Brunna Talita e Catharine Moreira – que alegraram a tarde dos estudantes do 1º ano da Emef (Escola Municipal de Ensino Fundamental) Oswaldo Samuel Massei e do 8º ano da EME (Escola Municipal de Ensino) Professora Alcina Dantas Feijão.

Mais do que divertir, a história contada pelo gRUPO êBA!, buscou sensibilizar os alunos para o diálogo – em suas mais variadas formas. Criado em 2012, o conjunto utiliza recursos cênicos, a linguagem corporal e a Libras (Língua Brasileira de Sinais) para contar histórias que promovem, de forma lúdica e interativa, um questionamento sobre os desafios da inclusão.

Apoiado pelo programa Rumos, do Itaú Cultural, o grupo começará uma turnê por várias cidades do Estado de São Paulo. E começaram por São Caetano do Sul, graças a uma iniciativa conjunta do Programa de Inclusão da Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria de Assistência e Inclusão Social.

PROGRAMA DE INCLUSÃO

Atualmente, a rede municipal de ensino de São Caetano conta com cerca de 600 estudantes no Programa de Inclusão, que atende deficiências físicas ou intelectuais, transtornos do espectro autista, dificuldades de aprendizado e, também, altas habilidades (superdotação).

Para fazer esse atendimento personalizado, estimulando o potencial de aprendizado de cada aluno, a rede conta com o apoio de educadores especializados e profissionais de apoio atuando nas escolas. O Programa de Inclusão beneficia a comunidade escolar como um todo, formando alunos mais sensíveis e receptivos às diferenças e, assim, preparando-os para a vida em sociedade.

Crédito: Junior Camargo/PMSCS

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