Santos é denunciado pelo STJD e pode ser punido com perda de 10 mandos de campo
Situação ocorreu no último jogo do Peixe, diante do Mirassol, na Vila Belmiro.
- Publicado: 25/08/2026 12:07
- Alterado: 25/08/2026 12:07
- Autor: Redação
O Santos pode ser punido com a perda do mando de campo por até 10 partidas após um incidente ocorrido durante a partida contra o Mirassol, na Vila Belmiro, pela 24ª rodada do Brasileirão. O clube foi denunciado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva no artigo 213 do CBJD.
O que aconteceu?
O atleta Reinaldo Manoel da Silva, do Mirassol, foi atingido por uma cusparada no momento em que ia realizar um arremesso lateral, aos 25 minutos do primeiro tempo.
Art. 213. Deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir:
I — desordens em sua praça de desporto;
II — invasão do campo ou local da disputa do evento desportivo;
III — lançamento de objetos no campo ou local da disputa do evento desportivo.
PENA: multa, de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais).
§ 1º Quando a desordem, invasão ou lançamento de objeto for de elevada gravidade ou causar prejuízo ao andamento do evento desportivo, a entidade de prática poderá ser punida com a perda do mando de campo de uma a dez partidas, provas ou equivalentes, quando participante da competição oficial.
Santos diz que identificou torcedor
O Santos se manifestou oficialmente sobre o ocorrido e afirmou que já identificou o torcedor responsável pela cusparada. O clube informou que vai repassar as informações às autoridades competentes para que as medidas cabíveis sejam tomadas.
Reinaldo repudia ato do torcedor do Santos
O jogador do Mirassol usou as redes sociais para repudiar o ocorrido. “Ganhamos um grande ponto hoje na Vila, contra um grande adversário, e temos que valorizar. Mas, independentemente do resultado, ninguém sai de casa para trabalhar, ganhar o pão de cada dia, representar um time e uma torcida, para tomar uma cusparada na cara”, iniciou.
“Nojento, lamentável e vergonhoso. As imagens são claras. Espero que as medidas cabíveis sejam tomadas para que isso não volte a acontecer comigo e com nenhum companheiro de trabalho. Isso não existe!”, escreveu Reinaldo.