Ricardo Nunes nega falta de ônibus no 2º turno em São Paulo
Ricardo Nunes afirmou que a oferta de ônibus superou a demanda durante a votação deste domingo (25), apesar de relatos de passageiros sobre dificuldades no transporte
- Publicado: 25/10/2026 20:21
- Alterado: 25/10/2026 20:21
- Autor: Gabriel de Jesus
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), negou que eleitores tenham enfrentado dificuldades para votar neste domingo (25) por falta de ônibus na capital paulista. A declaração ocorre após relatos de passageiros sobre problemas no transporte público durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
Segundo Ricardo Nunes, a quantidade de ônibus disponibilizada nas linhas foi suficiente para atender à demanda ao longo do dia. “A nossa colocação de ônibus nas linhas foi muito superior à demanda, isso eu posso garantir para vocês. Portanto, a gente não teve nenhum problema de falta de ônibus, [problema] que as pessoas pudessem deixar de votar por falta de ônibus”, afirmou.
Ricardo Nunes nega impacto na votação
A declaração de Ricardo Nunes contrasta com relatos de passageiros que apontaram dificuldades para utilizar o transporte público durante o dia da votação. A falta de ônibus foi amplamente noticiada em meio às discussões sobre o acesso dos eleitores às urnas.
Os problemas no transporte também ganharam relevância após o Supremo Tribunal Federal (STF) prorrogar até as 19h o horário de votação, diante de dificuldades de deslocamento relatadas em diferentes regiões do país.
Ao negar a falta de ônibus, Ricardo Nunes sustentou que a oferta de veículos na capital paulista foi superior à procura. O prefeito, porém, não apresentou, na declaração reproduzida, números sobre a quantidade de ônibus em circulação ou dados específicos sobre o atendimento nas diferentes linhas.
A discussão sobre o transporte público marcou o segundo turno das eleições deste domingo (25), com relatos de passageiros e questionamentos sobre as condições de deslocamento dos eleitores. Nunes afirmou que não houve falta de ônibus capaz de impedir que a população comparecesse às urnas.