Data: 03/12/2021 11:16 / Autor: Redação / Fonte: PMETRP

Equipe Ambiental de Ribeirão Pires resgata quatro animais

Um lagarto-teiú, um filhote de papagaio, uma cobra-de-vidro e uma jararaca foram salvas pela departamento da prefeitura


A jararaca foi encontrada em uma empresa na Santa Luzia e foi levada a um local longe da presença humana
A jararaca foi encontrada em uma empresa na Santa Luzia e foi levada a um local longe da presença humana

Crédito: PMETRP

A Secretaria de Meio Ambiente, Habitação e Desenvolvimento Urbano de Ribeirão Pires, por meio do Departamento de Proteção à Fauna e Bem Estar Animal, resgatou nesta quinta-feira, dia 2, quatro animais: uma cobra-de-vidro, um lagarto-teiú, um filhote de papagaio e uma jararaca. Os quatro passaram por exames e estão bem. Três deles já estão de volta à natureza e somente a ave continua sob os cuidados do departamento.  

A cobra-de-vidro, que, apesar do nome, se trata de um lagarto, foi resgatada no bairro Santana. O lagarto-teiú foi encontrado na Quarta Divisão, no quintal de uma casa, e o papagaio foi entregue voluntariamente por um munícipe na base do departamento. Já a jararaca, foi encontrada no pátio de uma empresa no bairro da Santa Luzia. 

Cobra-de-vidro - A semelhança entre estes lagartos e as serpentes se dá, principalmente, devido ao corpo cilíndrico, alongado, à ausência de membros anteriores e à presença de membros posteriores vestigiais, extremamente reduzidos e não-funcionais. Gostam de áreas úmidas, principalmente solos recobertos por folhagens, é um animal carnívoro, que se alimenta de artrópodes, larvas, lesmas e ovo

Jararaca - São serpentes peçonhentas comuns em nossa região de mata atlântica. Por apresentarem tolerância à presença humana elas são comumente encontradas em áreas urbanas. Elas podem ter até 1.6 metro e possui um veneno muito poderoso.

Lagarto teiú - Também chamado de “teju açu”, “lagartiu”, “jacuraru”, entre outros nomes, o lagarto tem em média 1.4 metro, podendo até mesmo passar de dois metros em alguns casos. Ele consegue se adaptar tanto a florestas úmidas, como a Atlântica, presente na Estância, como em regiões mais secas como o Cerrado.

Para denúncias, salvamentos ou entregas voluntárias os números para contato são: (11) 4824-4197 ou (11) 9 7211-1112, este último também aceita mensagens via WhatsApp.

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