Eleições 2026: panorama após o primeiro turno
Com 100% das seções totalizadas, primeiro turno leva Flávio Bolsonaro e Lula ao segundo turno e define governos, Senado e novas bancadas estaduais no país
- Publicado: 04/10/2026 17:44
- Alterado: 12/10/2026 12:06
- Autor: Redação ABCdoABC
O Brasil encerrou neste domingo, 4 de outubro, o primeiro turno das Eleições 2026 com 100% das 499.248 seções totalizadas. A votação definiu deputados federais, estaduais e distritais, dois senadores por unidade da Federação e parte dos governadores, além de levar a disputa pela Presidência da República para o segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A nova votação está marcada para 25 de outubro.
Segundo os dados gerais da totalização nacional, 158.745.502 eleitoras e eleitores estavam aptos a votar. O comparecimento chegou a 125.275.835 pessoas, enquanto 33.469.244 eleitores se abstiveram. Foram contabilizados 119.300.788 votos válidos, além de 2.300.798 votos em branco, equivalentes a 1,84%, e 3.674.249 votos nulos, que corresponderam a 2,93%.
Cada eleitor fez seis escolhas no primeiro turno: deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois candidatos ao Senado, governador e presidente da República. A eleição de 2026 renovou dois terços do Senado, com duas vagas em disputa por estado e pelo Distrito Federal. Para presidente e governador, a Constituição prevê segundo turno quando nenhum candidato alcança a maioria absoluta dos votos válidos.

Na disputa presidencial, Flávio Bolsonaro e Lula avançaram ao segundo turno. O TSE confirmou a definição ainda durante a totalização da madrugada desta segunda-feira (5). Com 99,99% das seções processadas naquele momento, Flávio tinha 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula registrava 45,16%. A totalização completa consolidou a realização de uma nova votação para definir quem ocupará a Presidência da República a partir de 2027.
O segundo turno presidencial ocorrerá em 25 de outubro. Na mesma data, eleitores de estados e do Distrito Federal onde a disputa para governador não foi encerrada no primeiro turno também retornarão às urnas. Segundo o TSE, seis estados e o Distrito Federal terão segundo turno para o governo.
Além das disputas majoritárias, o primeiro turno definiu a nova composição da Câmara dos Deputados, das Assembleias Legislativas e da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Como essas eleições seguem o sistema proporcional, a distribuição das vagas considera não apenas a votação individual, mas também o desempenho dos partidos e federações.
Com a totalização concluída, o quadro deixa de ser uma apuração em andamento e passa a representar o panorama final do primeiro turno das Eleições 2026. A partir daqui, a cobertura do ABCdoABC reúne, região por região, os resultados para presidente, governos estaduais, Senado e casas legislativas, além das disputas que seguem para o segundo turno
Eleições 2026: Sudeste
Com 100% das seções totalizadas nos quatro estados, o primeiro turno das Eleições 2026 está encerrado no Sudeste. São Paulo e Minas Gerais elegeram seus governadores no primeiro turno, enquanto Rio de Janeiro e Espírito Santo terão segundo turno em 25 de outubro. A Justiça Eleitoral diferencia a apuração feita em cada urna da totalização, etapa em que os resultados das seções são reunidos para formar o resultado da eleição.
Em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) garantiu a reeleição no primeiro turno com 62,65%, totalizando 14.491.874 votos, contra 36,42% de Fernando Haddad (PT), que recebeu 8.423.656. Guilherme Derrite (PP), com 30,59% e 13.273.880 votos, e André do Prado (PL), com 29,28% e 12.703.089 votos, foram eleitos para as duas vagas do estado no Senado. Na votação presidencial paulista, Flávio Bolsonaro (PL) terminou na primeira colocação com 51,93% e 12.922.023 votos, diante de 38,20% e 9.505.413 votos de Lula (PT). O TSE confirmou a reeleição de Tarcísio com 100% da apuração paulista.
Entre os candidatos proporcionais de São Paulo, Lucas Pavanato (PL) terminou com 3.038.438 votos para deputado federal, enquanto Eduarda Campopiano (PL) recebeu 1.956.238 votos para deputada estadual. A votação de Pavanato, somada ao desempenho de Nikolas Ferreira (PL) em Minas Gerais, produziu um marco na disputa pela Câmara: os dois superaram a marca de 3 milhões de votos. Pavanato chegou a 3,03 milhões, enquanto Nikolas ultrapassou 3,11 milhões.
Minas Gerais também definiu o governo sem necessidade de segundo turno. Cleitinho Azevedo (Republicanos) foi eleito com 55,40% e encerrou a votação com 6.321.590 votos. Patrus Ananias (PT) terminou em segundo, com 26,34% e 3.006.088 votos. O resultado confirmou a definição da eleição mineira ainda no primeiro turno.
Para o Senado mineiro, Domingos Sávio (PL) foi eleito com 24,21% e 4.968.829 votos, ao lado de Marília Campos (PT), que recebeu 19,44% e 3.990.864 votos. Na votação presidencial, a diferença entre os dois primeiros colocados foi a menor entre os quatro estados do Sudeste: Flávio Bolsonaro terminou com 48,24% e 5.777.548 votos, enquanto Lula recebeu 43,33% e 5.188.936 votos. Entre os proporcionais, Nikolas Ferreira (PL) recebeu 3.119.318 votos para deputado federal, e Bruno Engler (PL) liderou a votação nominal para deputado estadual, com 675.940 votos.
No Rio de Janeiro, a eleição para governador terminou com a confirmação do segundo turno entre Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD). Ruas recebeu 49,27% dos votos válidos, ou 4.271.199 votos, enquanto Paes terminou com 42,76% e 3.706.984 votos. Os dois voltarão às urnas no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
No Senado fluminense, Carlos Portinho (PL) foi eleito com 26,77% e 4.264.932 votos, e Carlos Jordy (PL) conquistou a segunda vaga, com 24,56% e 3.912.405 votos. Na votação presidencial no estado, Flávio Bolsonaro terminou com 53,01% e 4.966.844 votos, diante de 39,41% e 3.693.021 votos de Lula. Nas disputas proporcionais, Dr. Luizinho (PP) recebeu 213.904 votos para deputado federal, enquanto Índia Armelau (PL) liderou a votação nominal para deputada estadual, com 248.504 votos.
O Espírito Santo terá a outra disputa de segundo turno da região. Lorenzo Pazolini (Republicanos) terminou o primeiro turno com 49,65% e 1.048.633 votos, sem alcançar a maioria absoluta dos votos válidos. Ele enfrentará Ricardo Ferraço (MDB), que recebeu 34,06% e 719.397 votos. O TSE confirmou a realização do segundo turno entre os dois candidatos.
Para o Senado capixaba, foram eleitos Renato Casagrande (PSB), com 24,70% e 995.361 votos, e Evair de Melo (Republicanos), com 24,39% e 982.978 votos. Na disputa presidencial, Flávio Bolsonaro terminou com 54,78% e 1.233.194 votos, enquanto Lula obteve 37,76% e 850.028 votos. Lucas Polese (PL), com 419.735 votos, foi o mais votado entre os deputados federais eleitos, e Camila Valadão (PSOL), com 61.501, liderou a votação nominal entre os estaduais.
O resultado final mostra, portanto, dois governos definidos no primeiro turno e dois segundos turnos no Sudeste. Na votação presidencial, Flávio Bolsonaro terminou na primeira colocação em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. O desempenho nos quatro estados, contudo, representa apenas o recorte regional da eleição presidencial. Nacionalmente, Flávio Bolsonaro e Lula avançaram ao segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto.
Eleições 2026: Sul
O primeiro turno das Eleições 2026 terminou com um resultado mais definido no Sul do país: Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina elegeram seus governadores sem necessidade de segundo turno. Os três estados também escolheram dois senadores cada e renovaram suas bancadas na Câmara dos Deputados e nas Assembleias Legislativas.
Entre os três estados, Santa Catarina registrou a maior votação para governador. Jorginho Mello (PL) foi reeleito com 68,31% dos votos, o equivalente a 2.431.861 votos. O resultado ficou acima dos desempenhos registrados por Luciano Zucco no Rio Grande do Sul e Sergio Moro no Paraná.
No Rio Grande do Sul, Zucco (PL) também venceu no primeiro turno, com 58,05% dos votos, ou 3.516.048. Já no Paraná, Sergio Moro (PL) alcançou 50,10%, com 3.127.618 votos. Foi a disputa mais apertada entre os três governos estaduais, embora o candidato tenha terminado a votação com maioria suficiente para evitar uma segunda rodada.
A presença do PL também aparece nas duas vagas ao Senado em cada estado. No Paraná, Filipe Barros recebeu 3.148.369 votos (27,26%) e Deltan Dallagnol, 2.904.398 (25,14%). No Rio Grande do Sul, Sanderson teve 3.453.316 votos (30,11%), seguido por Marcel van Hattem, com 3.449.053 (30,08%). Em Santa Catarina, Carol de Toni liderou com 2.694.004 votos (33,47%) e Carlos Bolsonaro ficou em segundo, com 2.041.136 (25,36%).
A disputa pelas cadeiras da Câmara também produziu votações expressivas. Júlia Zanatta (PL) foi a candidata a deputada federal mais votada entre os três estados, com 560.127 votos em Santa Catarina. No Paraná, Jeffrey Chiquini (NOVO) chegou a 425.388, enquanto Mauricio Marcon (PL) recebeu 379.834 no Rio Grande do Sul.
Nas Assembleias Legislativas, os maiores números também ficaram concentrados em Santa Catarina. Ana Campagnolo (PL) alcançou 387.488 votos, bem acima dos principais candidatos dos outros dois estados. No Paraná, Paulo Melo (PL) teve 192.402 votos, e, no Rio Grande do Sul, Adri Cherini (PL) chegou a 129.492.
O Paraná aparece como o maior eleitorado do Sul. O estado encerrou a eleição com 8.609.026 eleitores, ultrapassando o Rio Grande do Sul e ocupando a quinta posição entre os maiores eleitorados do Brasil. Somados, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina reúnem 22.861.012 eleitores, o equivalente a 14,40% do eleitorado brasileiro.
O resultado regional mostra, assim, uma forte presença do PL nas principais disputas majoritárias do Sul, com os três governadores eleitos pelo partido e desempenho expressivo também nas vagas do Senado e entre os candidatos mais votados para os Legislativos. A composição final das bancadas, no entanto, depende da distribuição proporcional das cadeiras entre partidos e federações, e não apenas da votação individual de cada candidato.
Eleições 2026: Nordeste
Nordeste
O Nordeste encerrou o primeiro turno das Eleições 2026 com a maior parte das disputas estaduais definida ainda no domingo (4). Dos nove estados da região, apenas o Rio Grande do Norte terá segundo turno para governador, marcado para 25 de outubro. Nos demais, os resultados para o Executivo estadual foram definidos no primeiro turno. O Nordeste reúne cerca de 43,5 milhões de eleitores, o equivalente a 27,42% do eleitorado brasileiro.
Na Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) garantiu a reeleição no primeiro turno. O resultado final divulgado pelo TSE confirmou 55,80% dos votos válidos para o governador. Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) ficaram com as duas vagas do estado no Senado. Na votação presidencial baiana apresentada no levantamento regional, Lula (PT) terminou à frente, seguido por Flávio Bolsonaro (PL).
No Ceará, Elmano de Freitas (PT) também foi reeleito no primeiro turno. Com a totalização concluída, o TSE registrou 53,19% dos votos válidos para o governador. Cid Gomes (PSB) e Luziane (Rede) aparecem no material regional como os dois eleitos para o Senado. Lula também terminou na primeira colocação da votação presidencial no estado.
A Paraíba definiu o governo ainda durante a apuração, com Lucas Ribeiro (PP) eleito no primeiro turno. O TSE o declarou matematicamente eleito com 64,34% dos votos naquele momento. No levantamento enviado, João Azevedo (PSB) aparece entre os eleitos para o Senado, enquanto Lula terminou à frente na disputa presidencial dentro do estado.
No Piauí, Rafael Fonteles (PT) foi reeleito com ampla vantagem. Com 100% das urnas apuradas, o TSE registrou 70,90% dos votos válidos para o governador. Marcelo Castro (MDB) e Júlio César, o Julim do Lula (PSD), aparecem como eleitos para o Senado no material da cobertura. Lula também terminou na primeira posição na votação presidencial piauiense.
Em Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) conquistou a reeleição no primeiro turno, com 53,27% dos votos válidos e 2.805.438 votos, segundo o TSE. Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) ficaram com as duas vagas para o Senado apresentadas no levantamento, enquanto Lula liderou a votação para presidente no estado.
No Maranhão, Eduardo Braide (PSD) foi eleito governador no primeiro turno. Com 99,97% das urnas apuradas no momento em que a eleição foi definida, ele tinha 54,03% dos votos válidos e 2.103.882 votos. Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo) aparecem nas duas primeiras posições da disputa pelo Senado no material regional, e Lula terminou à frente na votação presidencial maranhense.
O Rio Grande do Norte foi a exceção entre os estados nordestinos. A disputa pelo governo seguirá para o segundo turno entre Allyson Bezerra (União) e Cadu de Lula (PT). Com 100% das urnas apuradas, o TSE registrou 36,94% para Allyson e 36,16% para Cadu. A nova votação ocorrerá em 25 de outubro.
Em Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD) garantiu a reeleição ainda no primeiro turno. O resultado oficial apontou 59,27% dos votos válidos e 727.291 votos. Rogério Carvalho (PT) e Delegado Alessandro (MDB) aparecem como eleitos para o Senado, enquanto Lula ficou na primeira colocação da votação presidencial no estado.
Em Alagoas, o material-base enviado apresenta uma inconsistência que precisa ser corrigida antes da publicação: ele identifica JHC (PSDB) como eleito com 48,58%, mas, no mesmo trecho, atribui 51,06% a Renan Filho (MDB). Como os percentuais contradizem a indicação de eleito, esse resultado não deve ser consolidado no resumo até a conferência no resultado oficial da Justiça Eleitoral.
No conjunto regional, a votação presidencial apresentou um padrão diferente daquele observado no Sudeste: Lula terminou na primeira colocação nos estados nordestinos cujos dados presidenciais constam no levantamento, enquanto Flávio Bolsonaro aparece na segunda posição. Na disputa pelos governos, oito estados tiveram definição no primeiro turno e somente o Rio Grande do Norte seguirá para uma nova votação em 25 de outubro.
Eleições 2026: Norte
No Acre, a disputa pelo Governo do Estado ficou para o segundo turno. Com 100% das urnas apuradas, Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos) foram os dois candidatos mais votados e avançaram para a segunda etapa. Para o Senado, Márcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos) foram eleitos.
No Amapá, a eleição para o Governo do Estado foi definida no primeiro turno. Dr. Furlan (PSD) foi eleito governador, enquanto Clécio (União) terminou na segunda colocação. Para o Senado, Rayssa Furlan (PODE) e Lucas Barreto (PSD) conquistaram as duas vagas destinadas ao estado.
No Amazonas, a escolha do governador também ficou para o segundo turno. Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL) foram os dois candidatos mais votados e disputarão a segunda etapa. No Senado, Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB) foram eleitos.
No Pará, Dr. Daniel (PODE) foi eleito governador no primeiro turno, com Hana Ghassan (MDB) na segunda colocação. Para o Senado, Helder (MDB) e Chicão (União) foram eleitos para as duas vagas do estado.
Em Rondônia, Marcos Rogério (PL) foi eleito governador no primeiro turno, com Adailton Fúria (PSD) terminando na segunda colocação. Para o Senado, Dr. Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL) foram eleitos.
Em Roraima, Arthur Henrique (PL) alcançou a maioria dos votos válidos e foi eleito governador no primeiro turno. Soldado Sampaio (Republicanos) ficou na segunda colocação. Para o Senado, Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB) foram eleitos.
No Tocantins, a eleição para o Governo do Estado terá segundo turno entre Professora Dorinha (União) e Vicentinho Júnior (PSDB), que terminaram nas duas primeiras posições com 100% das seções totalizadas. Para o Senado, Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB) foram eleitos.
Ao todo, três dos sete estados da Região Norte terão segundo turno para governador: Acre, Amazonas e Tocantins. Nos outros quatro estados, a eleição para o Governo foi definida no primeiro turno.
Eleições 2026: Centro-Oeste
O Centro-Oeste já está praticamente definido Eleições 2026. A região terminou o primeiro turno com três governadores eleitos diretamente e apenas uma disputa encaminhada ao segundo turno, além de mostrar vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Lula na votação presidencial em cada um dos três estados e no Distrito Federal.
Em Goiás, Daniel Vilela (MDB) garantiu a eleição para o governo no primeiro turno com 2.148.218 votos. Na disputa pelo Senado, Gustavo Gayer (PL), com 1.639.247 votos, e Gracinha Caiado (UNIÃO), com 1.458.522, ocupam as duas primeiras posições. Na votação presidencial goiana, Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa contra Lula (PT). Entre os candidatos proporcionais, Bruno Peixoto (UNIÃO) aparece na primeira posição para deputado federal com 207.899 votos, enquanto Carol do Amiltinho (MDB) lidera a votação para a Assembleia Legislativa estadual, com 109.002 votos.
Mato Grosso também definiu o governo sem necessidade de segundo turno. Otaviano Pivetta (Republicanos) foi eleito ao receber 1.128.099 votos. Para o Senado, Mauro Mendes (UNIÃO), com 1.187.352 votos, e Zé Medeiros (PL), com 977.777, aparecem nas duas primeiras colocações. Na eleição presidencial dentro do estado, a liderança também fica com Flávio Bolsonaro (PL), que mantém vantagem sobre o candidato petista. Coronel Fernanda (PL) registra 205.064 votos na disputa para deputada federal, enquanto Max Russi (PODE) lidera a votação nominal para deputado estadual, com 86.934 votos.
Em Mato Grosso do Sul, o cenário se repetiu no Executivo estadual. Eduardo Riedel (PP) encerrou a disputa no primeiro turno ao somar 914.323 votos. Carlos Reinaldo Azambuja (PL), com 903.554 votos, e Capitão Contar (PL), com 856.045, ocupam as primeiras posições para o Senado. Assim como no restante da região, Flávio Bolsonaro (PL) alcança a liderança na votação presidencial sul-mato-grossense. Nas disputas proporcionais, Camila Jara (PT) aparece na primeira posição nominal para deputada federal, com 154.157 votos, e Zé Teixeira (PL) lidera entre os candidatos a deputado estadual, com 54.080.
O Distrito Federal terá a única disputa de segundo turno para o Executivo na região. Celina Leão (PP) chegou a 49,93% (825.530 votos), mas não atingiu a maioria absoluta necessária para encerrar a eleição no primeiro turno. Ela enfrentará Leandro Grass (PT), que obteve 34,47% (569.930 votos). Para o Senado, Michelle Bolsonaro (PL), com 938.496 votos, e Bia Kicis (PL), com 886.616, aparecem nas primeiras posições nos dados apresentados. Na votação para presidente, Flávio Bolsonaro também registra vantagem contra Lula na capital federal. Fábio Felix (PSOL), com 224.224 votos, lidera a expressiva votação nominal para deputado federal, enquanto Max Maciel (PSOL), com 92.234, ocupa a primeira posição entre os deputados distritais.
Eleições Norte
Acre
Deputados federais: O Acre elegeu oito deputados federais nas eleições de 4 de outubro de 2026. Em ordem decrescente de votação, foram eleitos Socorro Neri (PP), com 39.587 votos; Dr. Fábio Rueda (União Brasil), com 33.203; Coronel Ulysses (União Brasil), com 33.155; Pedro Longo (MDB), com 26.263; Roberto Duarte (Republicanos), com 24.854; Zé Adriano (PP), com 23.810; Perpétua Almeida (PCdoB), com 15.800; e Júnior Betão (PL), com 13.732 votos.
Deputados estaduais: Para a Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), foram eleitos 24 deputados estaduais, com mandatos de 2027 a 2031. A lista em ordem decrescente de votação é formada por Nicolau Júnior (PP), com 18.149 votos; Fagner Calegario (União Brasil), com 13.640; Clodoaldo Rodrigues (PP), com 13.575; André da Droga Vale (PP), com 13.173; Marcus Alexandre (MDB), com 12.872; Manoel Moraes (PP), com 12.837; Tanizio Sá (MDB), com 12.023; Chiquinho do Duda (PL), com 11.514; Adailton Cruz (União Brasil), com 11.476; Samir Bestene (PP), com 11.335; Eduardo Ribeiro (Republicanos), com 11.282; Arlenilson Cunha (PL), com 10.144; Tchê (PDT), com 10.003; Tio Pablo Bregense (União Brasil), com 9.981; Gene Diniz (Republicanos), com 9.835; Afonso Fernandes (União Brasil), com 9.593; Emerson Jarude (Novo), com 9.434; Edvaldo Magalhães (PCdoB), com 9.273; Tadeu Hassem (Republicanos), com 8.598; Raimundo Neném (PL), com 8.069; Gláucio Pedrosa (PL), com 8.029; Jailson Amorim (PSD), com 5.158; Antonio Pedro (PSD), com 5.118; e Leôncio Castro (PSDB), com 4.933 votos.
Amapá
Deputados federais: O Amapá elegeu oito deputados federais nas eleições de 2026. Em ordem decrescente de votação, foram eleitos Felipe Show (União Brasil), com 34.587 votos; Josenildo (PDT), com 26.453; Aline Gurgel (União Brasil), com 25.501; Marcio Serrão (União Brasil), com 20.796; Vinicius Gurgel (PL), com 19.625; Dorinaldo Malafaia (PDT), com 19.382; Professora Marcivânia (PCdoB), com 17.913; e Dra. Erica (Podemos), com 15.358 votos.
Deputados estaduais: Para a Assembleia Legislativa do Amapá (Alap), foram eleitos 24 deputados estaduais. A relação em ordem decrescente de votação é composta por João Pedro (PDT), com 17.559 votos; Rodolfo Vale (União Brasil), com 15.863; Jack JK (PDT), com 13.278; Hildegard Gurgel (Republicanos), com 12.357; R. Nelson (Podemos), com 10.286; Diogo Senior (MDB), com 10.050; Kinovak (Republicanos), com 9.978; Bia Pombo (União Brasil), com 9.771; Dr. Victor Amoras (Rede), com 9.383; Socorro Nogueira (PT), com 9.253; João Mendonça (Podemos), com 8.736; Telma Nery (Republicanos), com 8.545; Jaime Perez (Republicanos), com 8.222; Coronel Flexa (Republicanos), com 8.098; Jorge Amanajás (União Brasil), com 8.078; Junior Favacho (MDB), com 8.005; Roberto Góes (União Brasil), com 7.990; Joselyo Mais Saúde (PP), com 7.301; Fabrício Furlan (Rede), com 6.999; Aldilene Souza (PDT), com 6.896; Aparecida Salomão (União Brasil), com 6.202; Franco (PSD), com 5.566; Lorran Barreto (PSD), com 5.460; e Alex (PL), com 4.805 votos. Na composição partidária informada no material, União Brasil e Republicanos aparecem com cinco representantes cada; PDT tem três; Podemos, MDB, Rede e PSD têm dois cada; e PT, PP e PL têm um representante cada.
Amazonas
Deputados federais: O Amazonas elegeu oito deputados federais. Em ordem decrescente de votação, foram eleitos Sargento Salazar (PL), com 212.948 votos; Sidney Leite (PSD), com 138.498; Adail Filho (MDB), com 137.148; Fausto Jr. (União Brasil), com 122.197; Amom Mandel (Republicanos), com 119.480; Saullo Vianna (MDB), com 91.726; Joana Darc (União Brasil), com 85.461; e Alfredo Nascimento (PL), com 59.271 votos. Conforme a composição partidária apresentada, PL, MDB e União Brasil elegeram dois deputados cada, enquanto PSD e Republicanos conquistaram uma cadeira cada.
Deputados estaduais: Para a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), foram eleitos 24 deputados estaduais. A lista em ordem decrescente de votação é formada por Zé Ricardo (PT), com 72.518 votos; Débora Menezes (PL), com 68.438; Mário César Filho (União Brasil), com 67.800; Rozenha (PSD), com 62.201; Delegado Péricles (PL), com 58.737; Wilker Barreto (PSD), com 55.590; Thiago Abrahim (MDB), com 51.624; Dr. George Lins (União Brasil), com 49.999; Eurico Tavares (PSD), com 49.530; Rodrigo Guedes (Republicanos), com 42.295; Mayra Dias (PSD), com 40.135; Cabo Maciel (PL), com 39.417; Carlinhos Bessa (União Brasil), com 39.083; Felipe Souza (Podemos), com 39.081; Wanderley Monteiro (União Brasil), com 38.490; Adjuto Afonso (União Brasil), com 37.983; Abdala Fraxe (Avante), com 37.567; Clóvis Curubão (PT), com 34.869; Cristiano Dangelo (MDB), com 34.615; David Reis (Avante), com 33.012; David Bemerguy (MDB), com 28.415; Marcelo Palhano (Agir), com 27.753; Eduardo Alfaia (Avante), com 22.087; e Eraldo CB (Podemos), com 21.896 votos.
Pará
Deputados federais: O Pará elegeu 17 deputados federais. Em ordem decrescente de votação, foram eleitos Delegado Caveira (PL), com 414.927 votos; Jader Filho (MDB), com 326.617; Dra. Alessandra Haber (Podemos), com 272.856; Júnior Ferrari (PSD), com 213.645; Renilce Nicodemos (MDB), com 201.601; Dilvanda Faro (PT), com 192.372; Priante (MDB), com 170.557; Andréia Siqueira (PSB), com 155.473; Joaquim Passarinho (PL), com 146.307; Lu Ogawa (PP), com 136.774; Adriano Coelho (MDB), com 114.699; Antonio Doido (MDB), com 109.670; Cassio Andrade (MDB), com 107.124; Airton Faleiro (PT), com 90.181; Rogério Barra (PL), com 89.973; Raimundo Santos (PSD), com 65.059; e Bob Fllay (Podemos), com 63.285 votos.
Deputados estaduais: Para a Assembleia Legislativa do Pará, foram eleitos 41 deputados estaduais. A relação em ordem decrescente de votação é composta por Chamonzinho (MDB), com 115.434 votos; Dr. Sipriano Ferraz (MDB), com 103.401; Gustavo Sefer (PSD), com 100.026; Cilene Couto (MDB), com 92.730; Lanuzia Cunha (PL), com 87.182; Thiago Araujo (União Brasil), com 85.233; Mariza Almeida (PL), com 84.354; Victor Dias (União Brasil), com 82.770; Tati Barra (PL), com 78.986; Angelo Ferrari (União Brasil), com 77.454; Renata Fonseca (PL), com 75.841; Iran Lima (MDB), com 74.675; Renato Oliveira (Avante), com 73.186; Andreia Xarão (MDB), com 70.098; JK do Povão (PL), com 69.719; Ana Cunha (MDB), com 67.637; Watanabe (MDB), com 66.524; Erick Monteiro (MDB), com 66.386; Ronie Silva (MDB), com 60.117; Luth Rebelo (PP), com 58.017; Neném Albuquerque (MDB), com 57.823; Paula Titan (PP), com 57.258; Lívia Duarte (PSOL), com 57.069; Paulo Henrique Gomes (Avante), com 54.365; Mayky Vilaça (PL), com 53.979; Leonardo Vale (PSD), com 53.195; Carlos Vinicios (MDB), com 53.090; Miro Sanova (PT), com 53.040; Eugenio Gadelha (MDB), com 52.726; Coronel Neil (PL), com 51.832; Maria (PT), com 50.558; Fábio Figueiras (PV), com 50.531; Andrea Dantas (MDB), com 50.289; Elias Santiago (PT), com 50.281; Juá Pará (Republicanos), com 48.294; Torrinho Torres (Republicanos), com 46.238; Delegado Nilton Neves (PSD), com 44.949; Alexandre Gomes (Podemos), com 44.224; Fabrício Miranda (Podemos), com 43.931; João Coelho (PDT), com 41.657; e Rui Begot (Podemos), com 32.467 votos.
Rondônia
Deputados federais: Rondônia elegeu oito deputados federais. Em ordem decrescente de votação, foram eleitos Lucio Mosquini (PL), com 158.421 votos; Coronel Chrisóstomo (PL), com 51.487; Thiago Flores (União Brasil), com 43.143; Joliane Furia (PSD), com 42.528; Sofia Andrade (PL), com 37.984; Cristiane Lopes (Podemos), com 37.005; Maurício Carvalho (União Brasil), com 36.242; e Dr. Jaime Gazola (Podemos), com 35.398 votos.
Deputados estaduais: Para a Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (Alero), foram eleitos 24 deputados estaduais. A lista em ordem decrescente de votação é formada por Laerte Gomes (PSD), com 32.241 votos; Nim Barroso (PL), com 29.662; Cássio Gois (PSD), com 28.988; Delegado Lucas Torres (PL), com 28.231; Jean Mendonça (PL), com 26.107; Luizinho Goebel (PL), com 25.915; Ismael Crispin (PP), com 24.846; Cláudia de Jesus (PT), com 24.383; Paulo Moraes Jr. (Podemos), com 23.377; Dra. Taíssa Sousa (PL), com 22.249; Edevaldo Neves (PRD), com 21.753; Alan Queiroz (PL), com 20.836; Dr. Luís do Hospital (Novo), com 20.718; Pedro Fernandes (PRD), com 20.080; Wivislandio Neiva (PL), com 18.610; Jean Oliveira (PRD), com 18.489; Alex Redano (Republicanos), com 15.709; Jurandir Oliveira (PSD), com 15.062; Delegado Araújo (PP), com 14.796; Laércio Torres (Avante), com 14.043; Fátima Cleide (PT), com 13.868; Marcelo Cruz (Avante), com 12.048; Fernando Silva (Republicanos), com 10.276; e Dr. Gilber (Novo), com 9.553 votos.
Roraima
Deputados federais: Roraima elegeu oito deputados federais nas eleições de 2026. Em ordem decrescente de votação, foram eleitos Marcos Jorge (Republicanos), com 22.027 votos; Ítalo Otávio (Republicanos), com 20.184; Rodrigo Mesquita (Podemos), com 19.962; Daniel Trindade (PL), com 16.673; Duda Ramos (Podemos), com 16.111; Zé Haroldo Cathedral (União Brasil), com 15.796; Joner Chagas (Republicanos), com 15.713; e Defensor Stélio Dener (União Brasil), com 14.972 votos.
Deputados estaduais: Para a Assembleia Legislativa do Estado de Roraima (ALE-RR), foram eleitos 24 deputados estaduais. Em ordem decrescente de votação, aparecem Marcinho Belota (PL), com 11.441 votos; Darbi de Jesus (Republicanos), com 10.963; Jorge Everton (União Brasil), com 10.866; Neto Loureiro (PL), com 9.973; Renato Silva (Podemos), com 9.507; Victor Spies (PDT), com 8.902; Eder Lourinho (PL), com 8.387; Tayla Peres (Republicanos), com 8.349; Catarina Guerra (União Brasil), com 8.316; Aurelina Medeiros (União Brasil), com 8.272; Jolima Teodora (União Brasil), com 8.129; Marcelo Cabral (União Brasil), com 8.056; Rarison Barbosa (PL), com 7.719; Genilson Costa (Republicanos), com 7.707; Idazio da Perfil (União Brasil), com 7.343; Angela Águida Portella (PP), com 7.281; Lucas Souza (União Brasil), com 6.937; Odilon (União Brasil), com 6.759; Armando Neto (PL), com 6.542; Dr. Meton (MDB), com 6.061; Jeferson Alves (Podemos), com 5.857; Dr. Célio Wanderley Jr. (Podemos), com 5.834; Jean Frank (PDT), com 4.595; e Tenente Roney (Agir), com 4.469 votos.
Tocantins
Deputados federais: Tocantins elegeu oito deputados federais. Em ordem decrescente de votação, foram eleitos Professora Janad Valcari (PP), com 99.026 votos; Jair Farias (União Brasil), com 93.869; Lucas Campelo (Republicanos), com 85.376; Ricardo Ayres (Republicanos), com 67.837; Fabio Vaz (Republicanos), com 64.601; Filipe Martins (PL), com 64.068; Sandoval Cardoso (Podemos), com 61.747; e Iratã Abreu (PSDB), com 25.302 votos.
Deputados estaduais: Para a Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins (Aleto), foram eleitos 24 deputados estaduais. A lista em ordem decrescente de votação é composta por Eduardo Fortes (Republicanos), com 35.258 votos; Leo Barbosa (Republicanos), com 35.212; Moisemar Marinho (PL), com 26.158; Vilmar (PL), com 26.006; Luciano Oliveira (PSD), com 24.472; Cleiton Cardoso (Republicanos), com 23.960; Dr. Danilo Alencar (MDB), com 22.997; Vanda Monteiro (União Brasil), com 22.169; Claudia Lelis (PV), com 21.907; Raul Cayres (MDB), com 21.838; Wiston Gomes (PL), com 21.797; Gipão (PL), com 21.469; Valdemar Júnior (MDB), com 20.957; Eduardo do Dertins (União Brasil), com 20.596; Nilton Franco (União Brasil), com 20.465; Marcus Marcelo (PL), com 20.354; Jorge Frederico (PSDB), com 19.752; Marcos Junior (Podemos), com 18.668; Toinho Andrade (PSDB), com 17.947; Ivory de Lira (PCdoB), com 15.404; Paulinho do Bonifácio (Podemos), com 13.809; Katia Chaves (Republicanos), com 13.159; Eduardo Madruga (Republicanos), com 10.329; e Marcos Duarte (PRD), com 9.733 votos.