Data: 22/08/2019 09:39 / Autor: Marcos Luiz / Fonte: PMD

Diretora da Escola de Ecologia de São Caetano visita Borboletário Diadema

O objetivo dos visitantes foi coletar informações técnicas para planejar e subsidiar o projeto que visa o futuro criadouro daquele município


Crédito: Thiago Benedetti

A nova direção da Escola de Ecologia da Prefeitura de São Caetano do Sul visitou, nesta quarta, 21/8, o Borboletário de Diadema, que é pioneiro na região metropolitana. 

A diretora da Escola de Ecologia, Sonia Maria Montini, acompanhada de técnicos ambientais de São Caetano, foram recebidos pela secretária de Meio Ambiente de Diadema, Tatiana Capel. “É uma satisfação para a nossa equipe de trabalho poder colaborar para a inovação da educação ambiental das demais cidades. Nesse sentido, podem contar com o apoio técnico deste Borboletário Municipal”, disse Tatiana.

O coordenador do Borboletário de Diadema, biólogo Sandro Santana, explicou aos representantes da Prefeitura de São Caetano que para o projeto de criadouro de borboletas ser bem sucedido deve planejar questões como número de espécies, tamanho físico, plantas, alimentação, equipe técnica, dentre outros. “Quanto melhor for o projeto de implantação, mais econômico e sustentável será o borboletário. Além disso, também há necessidade de licenciamento ambiental junto aos órgãos de proteção da fauna”, explicou Sandro.

Recentemente nomeada para dirigir a Escola de Ecologia de São Caetano, a bióloga e pedagoga, Sonia Maria Montini, disse que as informações que colheu junto ao Borboletário de Diadema são valiosas para começar a planejar um outro criadouro naquela cidade. “Minha missão é revitalizar nossa Escola de Ecologia, por isso, decidi conhecer em detalhes essa experiência bem sucedida”, explicou Sonia.

Prestes a completar 14 anos em setembro, o Borboletário de Diadema é o principal espaço de educação ambiental da cidade. Com a experiência acumulada nesse período, colaborou tecnicamente para a criação de três importantes borboletários paulistas: Osasco, Campos do Jordão e o do Museu Catavento, em São Paulo, com o qual mantém convênio de parceria técnica e científica.

Educação Ambiental

No ano passado, o Programa Municipal de Educação Ambiental atingiu cerca de 27.000 pessoas por meio de palestras, distribuição de mudas, ações educativas em escolas, ruas, condomínios, Semana do Meio Ambiente e outros eventos comemorativos. Nesse total, também estão incluídos os visitantes do Borboletário e do Jardim Botânico.

O conteúdo dessas ações de educação ambiental é inspirado nos princípios do Documento da Agenda 21, cuja proposta básica é pensar globalmente e agir localmente. Para isso, foi implantado o Projeto Natureza Viva, no qual toda essa riqueza de conhecimento do Borboletário é levado às escolas municipais com crianças até 10 anos, com didática própria, brincadeiras e outros recursos lúdicos para tratar de temas e questões ambientais.

Crédito: Thiago Benedetti

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