Data: 27/01/2022 17:00 / Autor: Redação / Fonte: PMD

Definida comissão do plano de ações urbanas e sociais na Zona Oeste de Diadema

A metodologia do Plano é contar com as lideranças comunitárias, entidades sociais e conselheiros para constatar os problemas dos bairros


Definida comissão do plano de ações urbanas e sociais na Zona Oeste de Diadema
Definida comissão do plano de ações urbanas e sociais na Zona Oeste de Diadema

Crédito: PMD

Começou a ganhar forma o projeto-piloto que será desenvolvido na Zona Oeste de Diadema em que a identificação dos principais problemas do local e a apresentação de soluções vão contar com a participação direta dos moradores.

Em encontro realizado nesta quinta-feira (27), os gestores dos equipamentos públicos da Zona Oeste foram incorporados à comissão que vai aplicar o Plano Integrado de Desenvolvimento Local no Parque Real, Conceição e Serraria, uma parceria entre a Prefeitura de Diadema e a organização Pacto pelas Cidades Justas.

A metodologia do Plano é contar com as lideranças comunitárias, entidades sociais e conselheiros para constatar os problemas dos bairros, definir as prioridades e desenvolver um conjunto de ações e intervenções urbanas e sociais que melhorem a qualidade de vida da população.

“Os gestores dos equipamentos públicos estão nas comunidades e eles serão importantes para garantir uma efetiva participação dos moradores na construção e desenvolvimento do projeto”, disse Dejanira Maria, uma das coordenadoras da comissão.

Praça da Cidadania

No encontro foi apresentado o projeto da Praça da Cidadania, um espaço de convivência comunitária com centro cultural, cursos profissionalizantes, horta e áreas de esporte e lazer, parceria entre os Fundos Sociais de Solidariedade do Estado e de Diadema. A Praça será construída no Conjunto Sanko e vai beneficiar moradores de todos os bairros no entorno.

”Vamos desenvolver soluções e saídas para os problemas da região também a partir da Praça da Cidadania", afirmou Inês Maria, presidenta do Fundo Social da cidade.

Para Pedro Marin, da Fundação Tide Setubal, uma das entidades do Pacto das Cidades Justas, a proposta do plano é que sua construção e desenvolvimento sejam realizados a partir de um trabalho integrado.

“É o início de um processo de mobilização que vai envolver a equipe técnica, a equipe de gestores, secretarias, conselhos, lideranças e moradores, todos integrados para pensar em soluções e saídas para os problemas”, comentou.

Dejanira Maria disse que a cidade só tem a ganhar com o desenvolvimento de programa construído a partir do olhar e da vivência dos moradores. “É um projeto piloto e vamos multiplicar e repercutir essa experiência para outras regiões da cidade”, finalizou.

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