Data: 06/07/2022 14:36 / Autor: Redação ABCdoABC / Fonte: Estadão Conteúdo

PoderData: Lula teria 44% e Bolsonaro, 36% no 1º turno; confira os índices

Foram ouvidos 3 mil eleitores em 317 municípios


Crédito: Reprodução

A pesquisa PoderData divulgada na manhã desta quarta-feira, 6, mostra estabilidade do índice de intenção de votos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e oscilação de dois pontos percentuais para cima no do presidente Jair Bolsonaro (PL). O petista tem 44%, mesmo número de quinze dias antes, enquanto o atual chefe do Executivo registra 36%.

No levantamento anterior, de 22 de junho, Lula tinha 44% e Bolsonaro, 34%. Como a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, os pesquisadores consideram que os índices apenas oscilaram. A diferença entre os dois mudou de 10 para 8 pontos e portanto, o estudo afirma que a chance de segundo turno “ficou menos evidente”.

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) continua em terceiro lugar na preferência do eleitorado, com 5%. O deputado federal André Janones (Avante-MG) e a senadora Simone Tebet (MDB-MS) seguem empatados na quarta posição, com 3% cada um. Os demais pré-candidatos à Presidência não tiveram “menções suficientes para pontuar”, afirma o PoderData.

O PoderData fez a pesquisa entre o último domingo, 3, e esta terça-feira, 5 de julho, por meio de ligações para telefones fixos e móveis nas quais são listados doze presidenciáveis. Além de Lula, Bolsonaro, Ciro, Janones e Simone, estavam na lista José Maria Eymael (DC), Leonardo Péricles (UP), Luciano Bivar (União Brasil), Luiz Felipe d’Avila (Novo), Pablo Marçal (Pros), Sofia Manzano (PCB) e Vera Lúcia (PSTU).

Foram ouvidos 3 mil eleitores em 317 municípios, em todos os Estados e no DF. O registro no TSE é BR-06550/2022.

O eventual segundo turno

Para ser eleito em primeiro turno, Lula precisa alcançar 50% dos votos válidos mais 1 no dia do pleito, 2 de outubro, de acordo com a legislação eleitoral. Se houver segundo turno para presidente, a data prevista no calendário eleitoral é 30 de outubro de 2022. O eleito será diplomado em dezembro pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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