Data: 21/11/2019 15:49 / Autor: Redação / Fonte: Assessoria de Imprensa

Professora da Panamericana Escola de Arte e Design ensina como montar uma kokedama

Típicas da decoração oriental, estas plantas dão um ar sofisticado ao ambiente e podem ser facilmente feitas em casa


Professora da Panamericana Escola de Arte e Design ensina como montar uma kokedama
Professora da Panamericana Escola de Arte e Design ensina como montar uma kokedama

Crédito: Divulgação

Certamente você já viu uma kokedama, achou um charme, porém não sabia que se chamava assim. Pois bem, a professora de design de interiores da Panamericana Escola de Arte e Design, Liz Catejon Branco, explica do que se trata.

"A Kokedama é uma arte da jardinagem oriental que consiste em uma planta ornamental cultivada em uma bola de musgo suspensa”, diz a professora. Segundo ela, existem duas teorias sobre a kokedama: a primeira é que eram executados por pessoas humildes e que não podiam se dedicar aos bonsais. A outra é que quando as plantas em vasos cresciam muito e, as raízes dando voltas em si mesmas, acabavam quebrando os vasos, formando a Kokedama.

Para Liz, a kokedama é uma alternativa de cultivo onde as plantas ficam expostas sem nenhum tipo de vaso, por isso o efeito é tão belo.

A profissional montou um passo a passo, mostrando como é fácil cultivar este tipo de planta ornamental que pode incrementar a decoração de diversos ambientes da casa.

Para começar, é preciso ter os seguintes materiais:

Uma planta (ao final, ela indica as melhores opções);
Musgo verde;
Bacia grande;
Substrato (terra)
Fio de nylon ou linhas coloridas;
Tesoura e ganchos;
Regador e balde com água;

Como fazer:
-Dentro da bacia, umedeça a terra com água até ficar com consistência de argila. Amasse bem com as mãos, sem deixar muito mole.

-Tire a planta do vaso, dando umas batidinhas de leve até soltar.

-Adicione a terra (substrato) ao redor da raiz, formando uma bolinha.

-Faça uma pausa para lavar as mãos.

-Molde o musgo ao redor da bolinha. Fica mais fácil se você trabalhar com o musgo todo sobre a mesa.

-Enrole o fio de nylon (ou linha) ao redor do musgo.

-Dê várias voltas formando a bolinha, como se estivesse fazendo um novelo. Aperte bem para ficar firme e finalize com um nó.

-Daí, é só mais um fio, do tamanho escolhido para suspender sua kokedama.

-Importante: Quanto mais perto da planta estiver o nó, mais sua kokedama ficará em pé.

-Na outra ponta do fio, você faz um laço onde vai encaixar o gancho.

Agora, sua kokedama está pronta para ser pendurada onde desejar.

Melhores plantas para a montagem
Como o musgo se desenvolve melhor na sombra, é melhor escolher plantas que não precisam de muito sol. Aqui temos alguns exemplos:
Samambaias;
Asplénios;
Peperomias;
Philodendron, também conhecidas como Imbé;
Photos, também conhecidas como Jiboia;
Avencas;
Suculentas;
Orquídeas
Também é possível usar outras espécies como mudas de jaboticabeiras, azaléias entre outras arvoretas, que ficarão com uma bolinha maior e precisarão estar de acordo com a posição solar adequada.

Para ver o vídeo completo da montagem realizada pela professora Liz, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=cwg-GuZAops

Sobre a Panamericana

A vontade de ser a mais importante e moderna Escola de Arte e Design foi o que motivou a Panamericana a abrir suas portas em 7 de abril de 1963. E, logo no início, mantendo sua vocação para o pioneirismo, nasceu aquela que seria considerada a primeira e única Escola de Criação Profissional do Brasil.

Para ser o que é hoje, a Panamericana foi buscar os melhores e mais modernos métodos pedagógicos de grandes centros artísticos do mundo, recebendo e formando, durante esses 55 anos de história, profissionais preparados para o mercado e que, por isso, se destacam nas áreas de Artes Plásticas, Fotografia, Design de Interiores, Publicidade e Criação, Design Gráfico, Design Digital, Design de Moda e Design de Animação e Games.

Atualmente, a Panamericana conta com a Unidade Angélica e a Unidade Groenlândia, que são verdadeiros marcos da arquitetura e design de São Paulo. E não é exagero nenhum dizer que, hoje, a história da Panamericana se confunde com a história do criador profissional brasileiro.

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