Data: 15/04/2013 15:02 - Alterado em: 03/05/2018 13:06 / Autor: Redação / Fonte: Metodista

Pesquisa de Intenção de Compras para o Dia das Mães

Consumidor pretende gastar R$ 191 por presente, ou 45% mais do que em 2017


Crédito: divulgação

O melhor Dia das Mães em três anos é a expectativa para o comércio do ABC paulista, que deve movimentar R$ 132 milhões em vendas de presentes, segundo Pesquisa de Intenção de Compras apurada pela Universidade Metodista de São Paulo. O volume representa crescimento real (descontada a inflação) de 16% em relação ao ano passado.

Considerando a elevação da disposição para gastar, o que não ocorria desde 2015, em virtude da maior confiança com o mercado de trabalho que deixou de piorar, os consumidores pretendem desembolsar R$ 191 em média por presente. Se considerada a inflação de 2,95% nos últimos 12 meses, a variação real é de cerca de 45% sobre os R$ 128 gastos por presente no ano passado. Com relação aos gastos planejados (mais de um presente) para a data, os entrevistados revelaram pretensão de desembolsar R$ 260. Comparativamente aos R$ 180 do ano anterior, há um aumento de 40% em termos reais.

A PIC é realizada pelo Observatório Econômico da Metodista em parceria com as Associações Comerciais e Industriais das sete cidades do Grande ABC, região que concentra 2,7 milhões de moradores.

Conforme resultado de 479 questionários validados, as mães lideram o público a ser presenteado (56,5%), seguidas de esposas (11,7%), sogras (10,8%) e avós (9%). Os presentes mais procurados deverão ser vestuários (32% das preferências), seguidos de perfumes e cosméticos (19,1%), flores (9,1%), joias/bijuterias (8%), cestas de café da manhã (5,6%) e utensílios, assim como observado em 2017.

Shoppings lideram

Outro fato determinante é a forma de pagamento, considerando o gasto médio revelado pelos que pretendem utilizar cartão de crédito (R$ 403), cartão de débito (R$ 270), cartão da loja (R$ 168) e dinheiro (R$ 144). Em outro recorte, vão gastar mais os que preferem comprar via internet (R$ 350), em shopping (R$ 334), em comércio de bairro (R$ 201) e no comércio do centro (R$ 165).

Os estabelecimentos preferidos para compras são os shoppings (40%), o comércio formal dos centros das cidades (26%), internet (12%) e comércios de bairro (11%). É interessante observar que, assim como nos anos anteriores, a preferência pelos shoppings aumenta à medida que a renda da família se eleva, assim como se reduz a preferência pelo comércio do centro e do bairro, comenta o coordenador da pesquisa, o economista e professor Sandro Maskio.

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