Data: 14/06/2021 16:19 / Autor: Redação / Fonte: Governo de São Paulo

Obras de 2.159 moradias no novo formato do Nossa Casa serão anunciadas em 21 municípios

A previsão é que as ordens de início de serviço sejam emitidas agora em junho


Crédito: Divulgação

A Secretaria de Estado da Habitação anuncia, em breve, o início das obras de urbanização de 2.159 lotes do empreendimento do Programa Nossa Casa - CDHU, em 21 municípios paulistas. A Companhia de Desenvolvimento Urbano (CDHU) já realizou as licitações e contatou as empresas vencedoras dos certames. A previsão é que as ordens de início de serviço sejam emitidas agora em junho.

Os municípios comtemplados são: Alfredo Marcondes (9 unidades habitacionais) Caconde (33), Campos Novos Paulista (43), Canitar (121), Casa Branca (189) Castilho (128), Corumbataí (46), Cristas Paulista (149), Estrela d’Oeste (53), Guaíra (232) Guará (174), Guaraci (225), Guaratinguetá (36), Herculândia (52), Icem (140), Indiaporã (10), Nova Europa (67), Nova Independência (30), Pontal (205), Porto Feliz (197) e Sales (20).

Essas contratações já fazem parte do novo formato da modalidade Nossa Casa - CDHU. A previsão anterior era de que a Caixa Econômica Federal seria responsável pela construção e pelo financiamento das unidades habitacionais do Programa Nossa Casa - CDHU. Para conferir mais agilidade na produção dos empreendimentos, a CDHU, empresa estatal ligada à Secretaria de Estado da Habitação, está assumindo a construção de 6.600 unidades no Estado.

Os empreendimentos serão executados em duas etapas. Na primeira fase, será realizada a urbanização dos lotes com pavimentação e implantação de água, esgoto, iluminação e outros itens. Na sequência será feita a edificação das unidades habitacionais. As casas terão dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e área de serviço.

Os sorteios para a seleção das famílias foram realizados e serão mantidos para este novo formato. O financiamento dos imóveis seguirá os critérios da CDHU e as novas diretrizes da Política Habitacional do Estado, que preveem juros zero para famílias com renda mensal de até cinco salários mínimos. Assim, as famílias pagarão praticamente o mesmo valor ao longo dos trinta anos de contrato, que sofrerá apenas a correção monetária calculada pelo IPCA, o índice oficial do IBGE.

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