Data: 27/09/2021 19:47 / Autor: Redação / Fonte: Educação SP

Educação SP vai permitir atuação de professores dos Anos Iniciais para apoiar reforço

Foco será na recuperação de aprendizagem de habilidades essenciais de Língua Portuguesa e Matemática


Crédito: Reprodução

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) alterou resolução do Projeto de Reforço e Recuperação (PRR) para permitir a atuação de Professores da Educação Básica I (PEB 1), que, geralmente, regem classes dos Anos Iniciais do ensino fundamental (do 1º ao 5º ano) da rede estadual, para apoiar as aulas de reforço e recuperação de Língua Portuguesa e Matemática nas turmas do 6º ano. Entre outros pontos, a ação tem o objetivo de colaborar na redução do impacto da pandemia na aprendizagem dos estudantes, especialmente com relação à alfabetização e ao letramento matemático, e suprir demais carências nesta etapa de transição.

De acordo com a Coordenadoria Pedagógica (Coped) da Seduc-SP, o PEB I, com maior experiência na consolidação de habilidades, será contratado para atuar, juntamente ao professor de Língua Portuguesa e de Matemática, para oferecer apoio personalizado aos estudantes, de acordo com as necessidades de aprendizagem, como as relacionadas à alfabetização e ao letramento matemático. Além disso, a colaboração entre os professores do 6º ano e o professor do PRR no planejamento de aulas contribuirá para a proposição de atividades adequadas às necessidades de aprendizagem de cada estudante, especialmente aqueles que mais precisam de apoio para recuperar habilidades essenciais.

O Secretário da Educação do Estado, Rossieli Soares, resume a importância da ação. “Vai permitir a contratação de uma parcela significativa dos atuais 21,5 mil professores de PEB I da rede, alfabetizadores, que possuem experiência em recuperação dos Anos Iniciais para fazer isso também no 6º ano e auxiliar na rotina de aprendizagem e no reforço das aprendizagens em uma etapa de transição importante na vida dos estudantes”, resume.

Na prática, o professor adicional das escolas de ensino regular, que hoje tem, geralmente, 25 aulas atribuídas por semana, poderá chegar a 32. Há a opção de assumir um ou os dois componentes curriculares, conforme as necessidades dos estudantes e perfil dos professores.

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