Data: 09/04/2013 17:36 / Autor: Redação / Fonte: Agência Ideal

Alelo dá dicas para montar prato saudável

Empresa usa como base o preço médio da refeição


 

O preço médio da refeição foi divulgado na semana passada pela Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert). Os paulistanos gastam, em média, R$ 30,71 para almoçar fora, ainda que os itens que vão à mesa variam muito de região para região na cidade. Já o preço médio nacional é de R$ 27,40. A pesquisa mostra também que a combinação arroz com feijão segue como preferência nacional, apesar da diminuição do seu consumo.

O levantamento avaliou os preços das refeições compostas por prato principal, bebida não alcoólica, sobremesa e cafezinho em diferentes ofertas ou tipos de refeição, como prato feito ou comercial, autosserviço (refeição a quilo/preço fixo), prato executivo e “a la carte”. Ao todo foram 4,4 mil estabelecimentos entrevistados em mais de 40 cidades brasileiras.

Com o ritmo acelerado da vida moderna, a correria cotidiana dos brasileiros e as excelentes condições de desenvolvimento econômico do País, um número cada vez maior de pessoas estão trabalhando fora e a maioria não tem como se locomover até a casa para almoçar e, por conta disso, acabam optando por um restaurante próximo ao trabalho.

Com o objetivo de orientar os trabalhadores brasileiros sobre a importância de uma alimentação equilibrada, a Alelo, empresa ligada ao PAT – Programa de Alimentação do Trabalhador, oferece algumas dicas: “Um prato balanceado deve conter uma porção de carboidratos (arroz, batata, macarrão, mandioca), uma porção de proteína (carne bovina magra, aves, peixes, ovos, feijão, lentilha, soja), dever ser rica em verduras, legumes, além de uma fruta ou suco de fruta, para suprir as necessidades de fibras e vitaminas”, explica Renata Tseng, nutricionista consultora da Alelo. “Também é recomendável evitar frituras, alimentos gordurosos e doces”, complementa a especialista.

Confira alguns exemplos de porção:

•         1 porção de carboidrato = 4 colheres (sopa) de arroz ou 2 batatas cozidas (médias) ou 1 xícara de macarrão sem molho ou 2 colheres (sopa) milho

•         1 porção de leguminosa = ½ concha (média) de feijão ou 2 colheres de sopa de ervilha ou lentilha ou soja ou 1 colher de sopa de grão de bico

•         1 porção de proteín  (100 gramas) = 1 bife ou 2 filés de frango ou 2 filés de peixe ou  1 ovo cozido (limitar 3 ovos por semana)

•         1 porção de legumes = 4 fatias de tomate ou 1 colher (sopa) de cenoura ralada ou 2 boquês de brócolis ou 3 fatias de beterraba cozida e ½ unidade de pepino

•         Folhas à vontade

Para facilitar, você pode se basear na pirâmide alimentar.

•         Na base da pirâmide, encontram-se os carboidratos que são os responsáveis por trazer energia ao corpo

•         Na segunda linha, reúnem-se os alimentos reguladores e protetores do organismo que são as frutas e os vegetais 

•         Já a terceira linha, concentram as leguminosas e as proteínas que são importantes para a constituição dos tecidos humanos.

•         No pico da pirâmide, estão os alimentos que devem ser ingeridos com moderação como açúcar, doces, óleos e gorduras.

Programa da Alimentação ao Trabalhador
Desde 2002, a Alelo é uma empresa afiliada ao PAT – Programa de Alimentação do Trabalhador, instituído pelo Governo Federal instituído por meio da Lei no 6.321, de 14 de abril de 1976. Seu principal objetivo é melhorar as condições nutricionais dos trabalhadores brasileiros.

 “O PAT cumpre um papel fundamental de fomentar repercussões positivas para a qualidade de vida, a redução de acidentes de trabalho e o aumento da produtividade. Com o benefício-refeição, os colaboradores podem optar por uma alimentação saudável. Como uma das empresas afiliadas ao programa, essa é uma grande preocupação da Alelo”, comenta Ronaldo Varela, diretor-executivo Comercial, Marketing, Novos Negócios e Produtos da Alelo.

Pirâmide alimentar
Pirâmide alimentar

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