ABC Cast Conexões revela o que acontece quando você aprende a respirar

No ABC Cast Conexões, Sandro Mota conta como sua trajetória inspirou o Mota Method, método de respiração voltado à regulação emocional e ao autoconhecimento

Crédito: (Reprodução/ABCdoABC)

A rotina de grande parte das pessoas passou a funcionar no limite entre produtividade e esgotamento. O celular acompanha o trabalho depois do expediente, as mensagens atravessam o descanso, as metas invadem a vida pessoal e o corpo, muitas vezes, só é ouvido quando já responde com ansiedade, insônia, irritação, tensão ou falta de energia. A sensação de estar sempre disponível criou uma forma de cansaço que não se resolve apenas com uma noite de sono.

É nesse ponto que terapias integrativas, práticas de respiração consciente e métodos voltados à regulação emocional começaram a ocupar mais espaço nas conversas sobre saúde mental. Parte do público ainda olha para esse universo com desconfiança, especialmente quando ele se aproxima da espiritualidade. Outra parte, já cansada de soluções rápidas e discursos prontos de bem-estar, procura abordagens que consigam lidar com corpo, mente e emoção sem tratar o sofrimento humano como fraqueza ou falta de disciplina.

No 13º episódio da segunda temporada do ABC Cast Conexões, essa discussão passa pela trajetória de Sandro Mota, baiano, ex-atleta de alta performance e criador do Mota Method. Depois de viver em diferentes países e construir uma carreira marcada pelo esporte, pela disciplina física e por práticas de autoconhecimento, Sandro transformou uma busca pessoal em um método voltado à respiração consciente, à regulação emocional e à reconstrução de padrões internos.

Mota Method - Sandro Mota - NR-1 - Saúde Mental
(Divulgação)

A virada mais profunda dessa trajetória ocorreu na Nova Zelândia, país onde ele viveu por anos e onde entrou em contato com referências que mudaram sua relação com corpo, mente e espiritualidade. Ao desembarcar em Auckland, no fim de 2010, Sandro foi atravessado por uma sensação inesperada. A entrada do aeroporto, marcada por estruturas de madeira feitas por artistas maori, o som dos pássaros e a atmosfera daquele lugar provocaram uma reação que ele ainda descreve como memória ancestral. “Eu comecei a chorar porque eu senti que eu já tinha vivido lá”, recorda. Para Sandro, a chegada não teve apenas o peso de uma mudança geográfica. “É como se aquela energia e os pássaros cantando na entrada do aeroporto me transportassem a uma memória não de agora, mas a uma memória ancestral. A Nova Zelândia estava me dando boas-vindas como se eu estivesse voltando pra casa”, afirma.

A experiência não surgiu isolada. Ela se conectava a uma base construída desde a infância, na Bahia, pela influência da mãe, pela espiritualidade familiar e por valores como integridade, respeito, honestidade e fé. “A paz é a única coisa na vida que todos nós buscamos, mas não podemos comprar”, afirma. Entre a Bahia e a Nova Zelândia, Sandro encontrou uma espécie de fio condutor para aquilo que mais tarde se tornaria o Mota Method, uma a tentativa de entender como o ser humano lida com dor, presença, memória e reconstrução emocional.

O método nasceu antes como uma resposta íntima

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Sandro Mota evita apresentar sua trajetória como uma sequência planejada de formações, certificações e decisões estratégicas. A virada que o levou ao campo terapêutico não começou pela tentativa de atender uma demanda externa, mas por um deslocamento interno. Ao ser provocado sobre a possibilidade de ter identificado uma dor emocional nas pessoas ao seu redor, ele corrige o ponto de partida. “Na verdade, eu identifiquei necessidades de cura em mim mesmo”, responde.

Sandro não se coloca como alguém que observou o sofrimento humano de fora para depois criar uma solução. O que ele descreve é um processo em que a própria vida perdeu estabilidade suficiente para exigir outro tipo de escuta. A mudança para a Nova Zelândia o afastou de referências que antes organizavam sua identidade, especialmente a relação com o esporte, o mar, a performance e a autonomia. Longe do ambiente que dominava, ele precisou reaprender a existir em outro ritmo. “Quando eu cheguei na Nova Zelândia, eu me deparei com uma cidade pequena, na época eram 14 mil habitantes, no meio de fazendas. Então eu tive que me reinventar”, conta. Foi nesse ponto que a ideia de desaprender ganhou centralidade. Para ele, a transformação não dependia apenas de acumular novas técnicas, mas de desmontar certezas antigas. “Tudo que eu aprendi, não tudo, mas a maioria das coisas que eu aprendi, eu estava na hora de desaprender”, afirma.

A partir daí, o método começou a tomar forma como consequência. Sandro descreve a reinvenção como uma “tirada de tapete” que o obrigou a voltar à humildade e procurar respostas sobre quem ele era fora do sucesso, do esporte e da imagem construída ao longo dos anos. “Foi uma descoberta pessoal primeiro, para depois daí eu falar: poxa, o que eu encontrei foi tão profundo que agora eu quero fazer disso uma ferramenta para ajudar as pessoas que talvez estejam no mesmo papel que eu estava antes”, diz.

É essa origem que dá densidade ao Mota Method. Antes de ser apresentado como prática integrativa, ele aparece como resultado de uma experiência de perda, silêncio e reconstrução. Sandro não parte da promessa de corrigir a vida de alguém com uma técnica isolada. Parte da constatação de que, em determinados momentos, o corpo e a mente deixam de responder aos antigos comandos, e a pessoa precisa encontrar outro modo de se relacionar com a própria história.

O cuidado de não prometer cura

Sandro Mota - Mota Method - Terapias Integrativas - ABC Cast Conexões Saúde Mental
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A entrada de Sandro Mota no campo das terapias integrativas passa por um território cercado de entusiasmo, desconfiança e risco. Respiração consciente, hipnoterapia, espiritualidade prática e regulação emocional são temas cada vez mais presentes nas conversas sobre saúde mental, mas também aparecem misturados a promessas rápidas, fórmulas sem preparo e discursos que tratam sofrimento profundo como algo simples de resolver.

No ABC Cast Conexões, Sandro reconhece essa tensão e tenta posicionar o próprio trabalho longe da ideia de milagre. Ao ser questionado sobre a relação entre ciência e espiritualidade, ele afirma que nunca quis apresentar uma prática sem sustentação técnica. Sua trajetória inclui formações em desenvolvimento humano, hipnoterapia clínica e estudos voltados ao funcionamento psicológico, mas Sandro insiste que a base científica não serve apenas para legitimar o Mota Method diante de um público cético. Para ele, ela é parte da responsabilidade de atender pessoas emocionalmente abertas, muitas vezes fragilizadas, que chegam a uma sessão dispostas a acessar memórias, dores e padrões de comportamento. “Eu nunca quis ser a pessoa que vai tentar apresentar a nenhum ser humano uma prática que não tenha uma base científica. Por quê? Porque isso é muita responsabilidade. Eu estou ali, na verdade, criando um campo seguro para uma pessoa que vai se abrir emocionalmente, psicologicamente, mentalmente, para o que eu tenho a dizer, para o que eu tenho a escutar, para o que eu tenho a oferecer”, afirma.

Sandro não se apresenta como alguém capaz de resolver sozinho a dor de quem o procura. Ao contrário, faz questão de colocar um limite claro sobre o próprio papel. “Eu não posso curar ninguém, eu não curo ninguém, ninguém tem esse poder de curar ninguém. Mas o que eu acredito é que existem formas de criar um espaço seguro e de tentar guiar o ser humano a encontrar suas próximas respostas”, diz.

A distinção é importante porque parte do mercado de bem-estar se apoia justamente na promessa de transformação imediata. Sandro, porém, descreve o Mota Method como uma prática que exige cuidado, preparo e leitura do estado de cada pessoa. O método pode envolver respiração, autoavaliação e acesso a conteúdos emocionais profundos, mas esse processo não substitui acompanhamento médico, psicológico ou psiquiátrico quando esses caminhos são necessários. O ponto central, na visão dele, é saber até onde vai a atuação integrativa e quando recomendar outra forma de cuidado.

Na mesma linha, Sandro afirma que iniciou a primeira etapa de uma pesquisa em um hospital brasileiro cujo nome ainda não pode divulgar. Segundo ele, o estudo busca observar a relação entre o protocolo do Mota Method, a atividade cerebral e os níveis de gás carbônico no sangue, com uso de eletroencefalograma e capnógrafo, aproximando, assim, uma prática nascida de vivências pessoais, corporais e espirituais de uma investigação clínica capaz de medir efeitos, limites e respostas.

A conversa não trata a espiritualidade como oposta ao conhecimento técnico, mas também não permite que ela seja usada como salvo-conduto para qualquer promessa. Ao defender a integração entre medicina, prática terapêutica e escuta humana, Sandro coloca a responsabilidade no centro do Mota Method. Antes de falar em cura, ele fala em campo seguro, acompanhamento, limites profissionais e capacidade de reconhecer quando uma pessoa precisa de outro tipo de ajuda.

A caixa que nem todo mundo está pronto para abrir

Sandro Mota - Mota Method - Terapias Integrativas - ABC Cast Conexões Saúde Mental
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Ao explicar o funcionamento do Mota Method, Sandro Mota deixa claro que a prática não se resume a respirar de forma intensa ou repetir exercícios de relaxamento. O processo, segundo ele, envolve uma imersão profunda em camadas emocionais que nem sempre estão disponíveis em uma conversa racional. Por isso, antes de falar em benefício, ele fala em prontidão. “É um processo que pode ajudar todo indivíduo que esteja pronto a ver a verdade. Mas é um processo que talvez muita gente não esteja pronta”, afirma.

A definição apresentada pelo Mota Method combina auto-investigação, exposição emocional, reestruturação cognitiva e respiração consciente conectada. A proposta é acessar experiências emocionais armazenadas no corpo, muitas vezes associadas ao que a psicologia descreve como memória somática. Em uma sessão guiada de aproximadamente duas horas, esse caminho pode trazer à consciência lembranças não resolvidas, respostas ao estresse e padrões inconscientes que influenciam comportamento, relações, ansiedade, tensão e formas de reagir à vida.

Sandro descreve esse mergulho sem suavizar sua intensidade. “A gente abre uma caixa de Pandora. As perguntas são profundas. O processo em si leva a pessoa a um estado não ordinário de consciência, que é um estado alterado de consciência, só com a respiração e com o processo de autoavaliação”, explica. A imagem ajuda a entender por que ele evita apresentar o Mota Method como uma experiência leve ou universal. Não se trata apenas de relaxar, mas de entrar em contato com conteúdos que podem exigir estrutura emocional e acompanhamento adequado.

Sandro afirma que há condições médicas e psíquicas diante das quais não assume o atendimento com o Mota Method, como hipertensão sem controle, esquizofrenia ou quadros psíquicos graves, gravidez, problemas cardíacos e epilepsia. “Eu diria que toda pessoa se beneficiaria, mas nem todo mundo pode ou está pronto”, afirma.

A atuação dele também se articula, em alguns casos, com profissionais da saúde mental. Sandro relata parcerias com psicólogos que encaminhavam pacientes quando percebiam que o processo terapêutico havia chegado a um ponto de bloqueio. Nesses casos, a sessão do Mota Method servia para acessar informações internas que depois voltavam ao acompanhamento psicológico. “Então, ele sabe, mas a pergunta é como ele pode acessar essa resposta”, observa. O método, nesse sentido, aparece como uma possibilidade de integração quando há preparo, consentimento e responsabilidade entre as partes envolvidas.

Quando a mudança precisa aparecer fora da sessão

Sandro Mota - Mota Method - Terapias Integrativas - ABC Cast Conexões Saúde Mental
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A discussão sobre o Mota Method ganha outro peso quando Sandro Mota é questionado sobre como identifica uma evolução real em quem passa pelo processo. Sandro responde sem tentar transformar esse acompanhamento em uma régua simples. Segundo ele, a primeira leitura acontece por meio de perguntas, observação e retorno depois da sessão.

O processo inclui uma conversa inicial longa, a vivência em si e um acompanhamento posterior, geralmente uma semana depois, quando ele procura entender se algo mudou na forma como aquela pessoa reage, se relaciona e interpreta situações comuns da rotina. “Eu acho que a maior parte dessa mudança é observada por mim nas ações dessas pessoas e nas respostas das minhas perguntas”, afirma. Para Sandro, a melhora não se limita ao discurso de quem diz estar se sentindo diferente. Ela aparece quando alguém passa a agir de outra maneira diante de situações que antes eram paralisantes, desgastantes ou emocionalmente repetitivas.

Entre os exemplos citados, estão mudanças no sono, na ansiedade, na autoconfiança e na forma como os participantes lidam com pessoas próximas. Em alguns casos, segundo ele, a transformação se manifesta quando alguém consegue se candidatar a uma vaga que antes parecia inalcançável, receber um elogio sem sentir culpa ou retomar uma conversa familiar evitada por anos. “Eu finalmente liguei para o meu irmão, para a minha irmã, e a gente conseguiu ter uma conversa tão pacífica”, relata, ao descrever o tipo de retorno que costuma receber.

Ansiedade e presente

Sandro Mota - Mota Method - Terapias Integrativas - ABC Cast Conexões Saúde Mental
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A conversa sobre respiração consciente ganha força quando Sandro Mota deixa de falar apenas do método e passa a descrever uma sensação reconhecível para qualquer pessoa que vive sob pressão. A ansiedade, na leitura dele, muitas vezes nasce quando o corpo está em um lugar, mas a mente já se deslocou para outro tempo. A pessoa está em uma reunião, no trânsito, diante de uma conversa familiar ou tentando descansar, mas internamente já calcula riscos, imagina respostas, prevê problemas e revive experiências que ainda comandam suas reações. Para explicar esse funcionamento, Sandro recorre à diferença entre o ser humano da experiência e o ser humano da memória. O primeiro está no momento real, prestando atenção ao que acontece diante de si. O segundo tenta antecipar o futuro ou reorganizar o passado enquanto a vida segue acontecendo. “Muitas vezes a nossa dor, a nossa ansiedade, é que a gente sempre vive, não na experiência, mas na memória”, afirma.

Parte do cansaço vivido por profissionais, empreendedores, líderes e trabalhadores não vem apenas da quantidade de tarefas, mas do estado constante de alerta. A mente tenta prever a próxima cobrança, a próxima reunião, a próxima falha, a próxima mensagem ou a próxima ameaça. A pessoa atravessa o dia reagindo a cenários que ainda não aconteceram ou a marcas emocionais que seguem influenciando decisões no presente. “Sempre que a gente tiver um momento que sente ansiedade, eu digo à pessoa: pergunte a si mesmo, você está vivendo a experiência ou você está vivendo a memória?”, diz Sandro. Em vez de tratar a ansiedade apenas como excesso de preocupação, o terapeuta integrativo propõe observar se existe, naquele instante, uma ameaça real ou se o corpo está respondendo a uma narrativa interna construída a partir de experiências anteriores.

Trabalho, prazos, relações desgastadas, inseguranças financeiras e responsabilidades familiares existem e afetam diretamente a saúde emocional. O que Sandro acrescenta é que, em muitos momentos, o sofrimento cresce porque a mente deixa de diferenciar o que está acontecendo agora daquilo que ela teme que aconteça. “A gente não está nem no presente, está no passado e no futuro”, observa.

É justamente nesse espaço que a respiração entra como ferramenta de retorno, como um gesto capaz de interromper, por alguns instantes o ciclo de antecipação. A pessoa começa a testar a própria percepção de ameaça. Se não há perigo concreto naquele momento, a respiração pode ajudar o sistema nervoso a sair do estado de alerta e reencontrar algum nível de presença. Para Sandro, esse retorno ao agora é uma das primeiras portas para que alguém deixe de apenas reagir à memória e volte a participar da própria experiência.

Entre o primeiro e o último respiro

Sandro Mota - Mota Method - Terapias Integrativas - ABC Cast Conexões Saúde Mental
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Ao tratar a respiração como ferramenta de presença, Sandro não a apresenta como uma técnica distante da vida comum. Ela aparece como algo anterior ao Mota Method, às formações e às experiências internacionais. Antes de qualquer prática guiada, existe um gesto que acompanha o corpo desde o nascimento e que costuma passar despercebido justamente por ser automático.

Para Sandro, prestar atenção a esse gesto é uma forma de interromper o funcionamento acelerado que mantém tantas pessoas presas ao medo, à antecipação e à repetição de respostas emocionais antigas. “A respiração é o dom mais valioso que Deus nos deu no nosso primeiro respiro”, afirma. Quando a ansiedade desloca a pessoa para a memória ou para a previsão do futuro, respirar de forma intencional pode funcionar como uma espécie de retorno ao corpo, obrigando a mente a reconhecer onde está e o que, de fato, acontece naquele instante.

“A gente fala que a vida não são quantos anos a gente vive, né? É a quantidade de respiração entre a primeira e a última. Isso são os anos de vida. Primeiro respiro e o último”, diz. Dentro dessa lógica, o Mota Method surje como uma tentativa de reconduzir a pessoa a um espaço interno de escuta. A respiração não apaga traumas, não substitui cuidados médicos e não elimina as pressões da vida urbana. O que ela pode oferecer, na leitura de Sandro, é uma pausa suficientemente profunda para que alguém perceba seus próprios padrões antes de reagir a eles, ou seja, reaprender a respirar se torna também uma forma de recuperar presença.

A busca que começou na Bahia, ganhou força na Nova Zelândia, passou pelo esporte, pela espiritualidade, pela hipnoterapia e pela ciência retorna ao gesto mais básico do corpo humano, respirar. Para Sandro Mota, a cura não está em uma frase pronta nem em uma promessa externa, está na possibilidade de criar um campo seguro para que cada pessoa reconheça a própria história, observe suas reações e encontre, entre um respiro e outro, um caminho menos automático para seguir.

Equipe e convidados: quem faz o ABC Cast Conexões

Sandro Mota - Mota Method - Terapias Integrativas - ABC Cast Conexões Saúde Mental - Thiago Quirino - Edvaldo Barone
Sandro Mota, Thiago Quirino e Edvaldo Barone (Reprodução/ABCdoABC)

A entrevista com Sandro Mota, criador e desenvolvedor do Mota Method, foi conduzida por Thiago Quirino e contou com a participação de Edvaldo Barone, jornalista especializado em cultura e também editor-chefe do ABCdoABC. A direção geral é de Alex Faria, fundador do portal, e a edição do episódio leva a assinatura de Rodrigo Rodrigues.

Confira a entrevista completa com Sandro Mota, criador do Mota Method:

Além do canal no YouTube, o episódio com Sandro Mota pode ser acessado pelo Amazon MusicSpotifyDeezer e também no Apple Podcasts.

  • Publicado: 11/07/2026 08:20
  • Alterado: 11/07/2026 08:20
  • Autor: Edvaldo Barone
  • Fonte: ABCdoABC

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