Sabina Escola Parque do Conhecimento

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Sabina Escola Parque do Conhecimento

A Sabina Escola Parque do Conhecimento -  com seu pinguinário, réplicas de dinossauros em tamanho natural e com movimento, simuladores, experimentos de física e biologia, e agora o Planetário Johannes Kepler -  é muito mais do que um grande espaço destinado à exposição de equipamentos, instrumentos científicos e obras de arte. É um lugar onde o visitante interage, reconhecendo ou não, algo familiar ao seu repertório cultural.

Sabina é a concretização material de uma ideia pedagógica que transcende o ensino formal e responde a um dos maiores desafios da educação contemporânea, o de alcançar o saber de forma dinâmica, de maneira que os alunos participem do processo permanente da construção de conhecimentos e que crie oportunidades os diferentes percursos de aprendizagem se entrecruzarem além do cotidiano escolar, de forma prazerosa e lúdica.

Dentro desse objetivo, a Sabina promove a ampliação dos conhecimentos trabalhados pela escola, o estímulo à cultura científica e artística, o despertar da curiosidade e do questionamento do aluno e da reciclagem dos educadores.

Sabina visa, também, à democratização do conhecimento e à inclusão cultural, ou seja, permite que cada um atue para saber mais, ampliando suas possibilidades individuais, sem deixar de investir nas possibilidades de ampliação dos conhecimentos de todo o grupo, tornando-se cidadãos mais conscientes e questionadores de seu papel na sociedade.

Proporciona a todos as mesmas oportunidades de acesso aos saberes relacionados às Ciências, Artes e Tecnologia. O espaço interno com equipamentos, exposições de longa duração e temporárias, laboratórios, biblioteca multimídia, auditório, salas de aula, em um grande pavilhão de dois andares, possibilita a experimentação dos fenômenos da natureza, mesclando conhecimento e entretenimento.

A Sabina – Escola Parque do Conhecimento é uma iniciativa da Secretaria de Educação dirigida prioritariamente a alunos e professores da rede de educação infantil, ensino fundamental e educação de jovens e adultos do município.  Atende também estudantes das redes estadual e particular para visitas agendadas.

O objetivo da Sabina é democratizar o conhecimento artístico, cientifico, tecnológico e promover a inclusão cientifica e cultural, proporcionando aos professores e alunos um espaço para experimentação e desenvolvimento de projetos além dos limites físicos da Escola e da sala de aula. Eles também podem desenvolver tecnologias, equipamentos e metodologias para o ensino das ciências, integrando-as às demais áreas.

Construído em uma área de 24 mil m2, sendo 8,2 mil m2 ocupados por um ousado complexo arquitetônico, o novo espaço vem se confirmando como um grande laboratório interativo abrangendo as mais variadas áreas do saber. Nos primeiros quatro meses de funcionamento (entre fevereiro e junho/2007) recebeu aproximadamente 40 mil visitantes, a maioria estudantes e professores das redes municipal, estadual e particular de ensino.

Atrações

Entre as atrações mais procuradas estão os dinossauros, principalmente a única réplica da América Latina do esqueleto de um Tyrannosaurus rex, com 12,8 metros de cumprimento; e um robô de Ceratosaurus Nasicornis que se movimenta e emite sons, ainda um pterossauro, de nome Anhanguera, que sobrevoa os visitantes da Escola Parque. Os simpáticos pinguins de Magalhães também conquistam crianças e adultos, enquanto as moreias do aquário e as serpentes do serpentário espantam.

O público pode, ainda, conhecer o interior do corpo humano por meio de uma boneca, de 12m de comprimento, chamada Nina. Como se fosse um alimento, o visitante passa pelos diversos compartimentos do sistema digestório até o fim dos intestinos, quando escorrega para a saída. No patamar das experiências improváveis, outro simulador, chamado Fúria da Natureza, possibilita ao visitante o contato com fenômenos como furacões, vulcões e terremotos por meio de plataforma bem segura.

Na área das artes, instrumentos musicais gigantes do músico e luthier (profissional especialista na construção e no reparo de instrumentos) Fernando Sardo e uma instalação sonora do mesmo artista reunindo objetos do cotidiano para produzir som, chamam a atenção da garotada.

Atualmente, o espaço de exposições temporárias abriga a exposição Cores, cantos e contos do Brasil. Criada especialmente para o espaço, a mostra utiliza os personagens do folclore para ensinar conceitos de música às crianças.

Público Alvo

Voltada prioritariamente ao aprendizado de crianças a partir dos 4 anos de idade, a Sabina atende, durante a semana, escolas previamente agendadas.

O público em geral é recebido durante os finais de semana e feriados. Servidores andreenses têm um incentivo a mais para a visitação: os ingressos para eles têm 50% de desconto.

Monitoração das Visitas

As visitas à Sabina - Escola Parque do Conhecimento devem ser pré-agendadas pelas unidades escolares e acontecem de terça a sexta-feira.

Estas são acompanhadas por monitores, todos universitários e capacitados, que orientam os estudantes pelo complexo, apresentando os experimentos e as exposições e explicando os trabalhos científicos com uma linguagem acessível. Os grupos são formados por no máximo vinte estudantes, permitindo aos mesmos vivenciar conhecimentos multidisciplinares e interatividade, transportando-os da teoria para a prática.

Além do monitor, um ou mais profissionais da unidade escolar deverá acompanhar e coordenar o grupo.

Tipos de Visitas

Exploratória:  normalmente acontece quando é a primeira vez que os visitantes vêm ao parque. Tem um caráter mais global e passa pelas cinco áreas do saber: Arquitetura - Ciências da Terra, Ambiente e Sustentabilidade – Ciências da Vida – Ciências Físicas e Tecnológicas – Arte e Comunicação. A estimativa é de que uma visita completa aos equipamentos leve até oito horas.

Focada:  É agendada de acordo com os temas propostos pela Sabina diante do “cardápio de projetos”. Seguindo as orientações fornecidas na marcação da visita, o professor deve informar aos alunos acerca da área em que irão desenvolver a atividade, o que vão encontrar e o que se espera deles, isso torna a atividade organizada e direcionada para os objetivos pretendidos pelo professor e/ou escola. Quantidade de estudantes por aula focada é de 25 a 30 alunos.

Temas para Visitas Focadas

Portanto, é importante que o professor esteja presente no dia da visitação e formalize antecipadamente por meio de um instrumento específico e/ou documento as informações pedagógicas á respeito dos conteúdos que deverão ser contemplados no decorrer desta.