Santo André

Turismo e Cultura

  • Bibliotecas

    A cidade de Santo André mantém dezesseis bibliotecas públicas: a Biblioteca Central Nair Lacerda, a Biblioteca Distrital Cecília Meirelles, dez bibliotecas ramais e quatro temáticas localizadas em diferentes bairros do município. Os espaços são atualmente destinados a pesquisas, empréstimos de livros e multimídia. Há também diversas atividades culturais como Encontro com Escritores, Despertar para a Leitura, além de palestras, oficinas de desenho e de contadores de histórias, entre outras.

    Biblioteca Municipal Nair Lacerda

    A cidade de Santo André mantém dezesseis bibliotecas públicas: a Biblioteca Central Nair Lacerda, a Biblioteca Distrital Cecília Meirelles, dez bibliotecas ramais e quatro temáticas localizadas em diferentes bairros do município. Os espaços são atualmente destinados a pesquisas, empréstimos de livros e multimídia. Há também diversas atividades culturais como Encontro com Escritores, Despertar para a Leitura, além de palestras, oficinas de desenho e de contadores de histórias, entre outras.

    Documentos Especiais

    Livros considerados raros e a Coleção Brasiliana completa, cujos livros estão em fase de preparação para serem colocados à disposição do público.Biblioteca para pesquisa / acervo fixo - Destina-se a todos os públicos que desejam realizar pesquisas. O acervo fixo (não circulante) possui 38.989 volumes. O espaço tem capacidade para receber 277 pessoas.

    Biblioteca Circulante

    Destinada ao empréstimo de livros, localiza-se no 2º andar. Seu acervo é de pouco mais de 40 mil volumes, constituído de obras de caráter geral, predominando os de ficção. Para ter direito ao empréstimo de publicações, basta o usuário se inscrever como sócio. É necessário residir no município de Santo André e preencher a ficha de inscrição fornecida pela Biblioteca. O cadastro de sócios é gratuito.

    Biblioteca Braille

    A Biblioteca Circulante possui um acervo de 2.903 volumes em braile e livros falados, para empréstimo em domicílio. Qualquer pessoa deficiente visual pode utilizar os serviços da Biblioteca Braille, sem nenhuma formalidade especial.

    Biblioteca de Periódicos

    Localizada no 2º andar, destina-se à leitura de jornais e revistas. Conta com 300 títulos em arquivo, dos quais 100 são correntes. Possui também arquivo de recortes e jornais (hemeroteca). Faz ainda indexação de artigos de jornais e revistas, o que contribui para manter a biblioteca atualizada com assuntos do momento. A recuperação das informações está automatizada. Sua capacidade é de 50 pessoas. A média diária de atendimento é de 320 pessoas.

    Caixa Estante

    Tem por base o projeto "O livro vem até você", que foi criado em 1987, com a finalidade de levar lazer e informação à população situada fora da área de atuação das bibliotecas fixas. Os livros são armazenados em caixas-estante, permitindo a sua circulação em locais pré-determinados, onde permanecem por três meses. Após esse período, são substituídos por novos títulos. Atualmente com acervo de 6.178 volumes, o serviço atende às instituições de amparo a crianças e idosos, à cadeia pública de Santo André e ao Serviço de Educação de Jovens e Adultos.

    Videoteca

    Destina-se ao empréstimo de fitas de vídeo que não frequentam o circuito comercial de locadoras, como realizações de produtoras independentes, movimentos sociais, e emissoras de TV com objetivos educativo-culturais. O acervo está disponível aos munícipes, entidades civis e escolas e possui 3664 títulos. No momento está sendo atualizada para se transformar em um acervo multimídia. Para ter direito ao empréstimo de vídeos, basta o usuário se inscrever como sócio. É necessário residir no município de Santo André e preencher a ficha de inscrição fornecida pela Biblioteca. O cadastro de sócios é gratuito.

    Gibiteca

    Criada em 2001, vem se destacando como espaço dedicado a palestras, workshops, exposições e encontros de fãs de fanzines. Atualmente, funciona no prédio da Biblioteca Municipal e realiza palestras e oficinas. Seu acervo possui 16.450 publicações. Atualmente, alguns exemplares raros estão em processo de digitalização e a consulta do acervo está sendo informatizada para melhor atender os usuários. O acervo não é circulante. Para utilizar o espaço da Gibiteca não é preciso ser sócio ou morar em Santo André.

    Oficinas de HQ, Desenho e Ilustração: A primeira oficina da Gibiteca, uma oficina de fanzines, foi realizada em 2003. Atualmente, a Gibiteca fornece oficinas permanentes de HQ, desenho e ilustração.

    Nair Lacerda: Vida e Obra

    A escritora, tradutora e jornalista Nair Veiga Lacerda nasceu em Santos, em 1903. Entre 1964 e 1969, foi Secretária de Educação, Cultura e Esportes da prefeitura de Santo André, cabendo-lhe a estruturação daquela secretaria, como sua primeira titular. Instalou as Bibliotecas Municipais (Central, Infantil, Circulante, Sala Braille) e a Biblioteca Distrital Cecília Meireles.

    Em março de 1987, a administração municipal homenageou-a conferindo-lhe o título de Patrona da Biblioteca Municipal. Nair Lacerda faleceu na cidade de Santo André em agosto de 1996. Acesse biografia, fotos, crônicas, peças teatrais, contos e outras referências a Nair Lacerda.

    Contato: Praça IV Centenário, s/nº – Centro. Tel.: 4433-0768 - Horário: de segunda a sexta, das 8h às 18h - Aos Sábados das 8h às 12h.

    Biblioteca Distrital Cecília Meirelles

    Inaugurada no dia 8 de abril de 1968, a Biblioteca Distrital Cecília Meirelles está localizada no Parque das Nações. Em 2004, passou por uma reforma estrutural e atualmente possui um acervo de 21.482 volumes, com capacidade para 100 lugares.

    Seu acervo é geral, incluindo serviço de empréstimo, hemeroteca e 10 títulos de periódicos. Aberta a todos os usuários, oferece também atividades culturais como oficinas, contação de história e palestras.

    Contato: Praça Valdemar Soares, s/nº – Parque das Nações. Tel.: 4472-6368 - Horário: de segunda a sexta, das 8h às 18h.

    Bibliotecas Ramais

    As dez bibliotecas ramais foram criadas para suprir a deficiência informacional e cultural das comunidades que não tinham acesso direto à Biblioteca Municipal. Desde sua implantação, vêm atendendo prioritariamente a comunidade local, usuários de diversas faixas etárias e com interesses diferenciados, sempre disponibilizando conhecimento por meio de livros, jornais e revistas.

    Com a criação do projeto Despertar para a Leitura, em 1998, as bibliotecas ramais passaram a desenvolver atividades culturais permanentes.Em 2004, passaram por uma modernização e agora estão ainda mais capacitadas a suprir as necessidades das comunidades.

    1. Contato:
    1. Coordenação de Bibliotecas Ramais
    1. Prédio da Biblioteca Municipal Nair Lacerda
    1. Praça IV Centenário, s/n° - Centro
    1. Tel.: 4433-0761

    Biblioteca Cata Preta

    Estrada da Cata Preta, 810 – Vila João Ramalho. Tel.: 4453-4233 - Horário: de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h - Aos Sábados das 8h às 12h.

    Biblioteca Paranapiacaba

    Rua Rodrigues Alves, s/nº - Vila de Paranapiacaba. Horário: de segunda a sábado, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

    Biblioteca Praça Internacional

    Rua Tanganica, 385 – Parque Novo Oratório. Tel.: 4479-0303 - Horário: de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 18h - Aos sábados das 8h às 12h.

    Biblioteca Parque Erasmo Assunção

    Rua Ipanema, 253 – Parque Erasmo Assunção. Tel.: 4479-0992 - Horário: de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13hàs 18h - Aos sábados das 8h às 12h.

    Biblioteca Santo Alberto

    Rua Petrogrado, s/nº - Jardim Santo Alberto. Tel.: 4975-1707 - Horário: de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

    Biblioteca Vila Humaitá

    Rua Guerra Junqueira, 366 – Vila Humaitá. Tel.: 4458-4011 - Horário: de segunda a sábado, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

    Biblioteca Vila Floresta

    Rua Parintins, 344 – Vila Floresta. Tel.: 4425-6206 - Horário: de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

    Biblioteca Vila Linda

    Rua Carijós, 2286– Vila Linda. Tel.: 4453-9644 - Horário: de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

    Biblioteca Vila Palmares

    Rua Armando Rocha, 220 – Vila Palmares. Tel.: 4991-4099 - Horário: de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

    Biblioteca Vila Sá

    Avenida Nova Iorque, s/nº - Vila Sá. Tel.: 4997-7557 - Horário: de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h - Aos sábados das 8h às 12h.

    Bibliotecas Temáticas

    Biblioteca Casa da Palavra

    Praça do Carmo, 171 – Centro. Tel.: 4992-7218 - Horário: de terça a quinta, das 14h às 18h e sextas-feiras das 10h às 18h.

    Espaço destinado à difusão da cultura literária, e à formação do conhecimento. Local onde se realizam palestras, cursos, lançamento de livros, divulgação de obras literárias, debates, etc.

    Cursos Oferecidos

    • Literatura e Psicanálise
    • Vozes da Globalização Módulo I – Identidades e Diversidade Sexual
    • Formação em Analista Literário
    • Oficina de Leitura e Produção de Textos em Literatura Infantil
    • Luz, Câmera: – Palavra em Ação – Módulo
    • I
    • Tardes Filosóficas
    • Compromisso:Programação mensal divulgada na Agenda Cultural e Internet, e no blog http://casadapalavrasa.blogspot.com
    • Exigências: Não há
    • Documentos necessários: Não há
    • Taxas: Não há
     

    Casa do Olhar

    Rua Campos Sales, 414 – Centro. Tel.: 4992-7730 - Horário: de terça a sexta, das 10h às 13h e das 14h às 17h.

    O equipamento pretende incentivar e provocar a produção e reflexão sobre a arte contemporânea a partir da oferta de uma programação gratuita em artes visuais que privilegie estas discussões, por meio de palestras, cursos e debates com pensadores e/ou artistas que se afinem ao olhar e aos pensamentos contemporâneos.

    É responsável pela programação de espaços como as salas da Casa do Olhar e organiza as exposições itinerantes de artes plásticas da cidade e o Salão de Exposições do Paço Municipal e abriga biblioteca temática.

    Dentro da política da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, a Casa do Olhar segue com o projeto de artes plásticas como forma de identidade com o objetivo de ser referência dentro da cidade e da região do ABCDM.

    AÇÃO EDUCATIVA

    A Casa do Olhar Luiz Sacilotto disponibiliza espaço educativo para visitas de escolas, professores, grupos de terceira idade e demais interessados. Esse espaço é destinado a estabelecer um diálogo entre a arte e as possibilidades educativas, através das exposições realizadas no Salão de Exposições do Paço Municipal e da Casa do Olhar Luiz Sacilotto.

    As visitas orientadas são realizadas as terças, quartas e quintas-feiras, nos períodos da manhã e da tarde, são também oferecidas vivências artísticas aos visitantes.

    Programação mensal divulgada na Agenda Cultural e Internet

    1. Os agendamentos para Ação educativa podem ser feitos pelos telefones abaixo, por e-mail e também pessoalmente
    1. Agendamento Ação Educativa: Telefones: 4433-0425 4432-2261 4992-7730
    1. E-mails: rsslima@santoandre.sp.gov.br ou casadoolhar@santoandre.sp.gov.br
    1. Exigências: Não há
    1. Documentos necessários: Não há
    1. Taxas: Não há

    Biblioteca Centro de Dança

    Rua Dr. Eduardo Monteiro, 410 – Jardim Bela Vista. Tel.: 4438-5021 - Horário: de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h, capacidade para 25 pessoas.

    Biblioteca e Videoteca de DançaContém um acervo atualizado de teses, livros, vídeos e DVDs de dança e áreas afins, para consulta no local.

    Público:
    Constituído, em sua maioria, por alunos das escolas livres de dança, literatura, teatro e, também, pelos alunos dos cursos oferecidos na Casa do Olhar, pelos munícipes e pesquisadores.

    Responsabilidade:
    As bibliotecas estão sob a responsabilidade da Encarregatura de Bibliotecas Temáticas, Marta Guedes, e sob os auxiliares de biblioteca de cada espaço subordinados à Gerência de Bibliotecas, Gláucia Saspadini Lanzoni.

    Circulante:
    Todas elas possuem livre acesso de pesquisa ao munícipe e de pesquisa e empréstimo de livros aos alunos, exceto a biblioteca da Casa do Olhar que não realiza o empréstimo de suas obras, mas possui sala exclusiva para pesquisa.

    Como ser sócio?
    Ser aluno do espaço referente à biblioteca, preenchimento da ficha de sócio, apresentação de R.G e de comprovante de endereço.

     

    O Centro de Dança de Santo André, inaugurado em 2000, desenvolve projetos em busca da formação de público para a dança e para a arte juntamente com a ELD (Escola Livre de Dança), além de promover a difusão e a pesquisa nesta área.

    O seu acervo, especializado em dança, possui livros, catálogos, revistas e vídeos sobre:

    • expressão corporal;
    • teoria da dança;
    • história da dança;
    • arte moderna;
    • dança contemporânea;
    • dança terapia;
    • dança- educação;
    • grandes mestres da dança.

    A Biblioteca foi oficialmente registrada no Conselho Regional de Biblioteconomia da 8ª região sob registro nº 3886 em 12/11/2009

    Biblioteca do Museu

    Rua Senador Flaquer, 470 – Centro. Tel.: 4436-3457 – Horário: de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30 – Aos sábados das 9h às 14h30.O Museu de Santo André Dr. Octaviano Armando Gaiarsa dedica-se à pesquisa, coleta, conservação e exposição de objetos, imagens fotográficas e documentos relacionados às transformações históricas, urbanas e sociais, econômicas e culturais da cidade.

    Os bens culturais não ficam sempre em exposição, por duas razões: primeiro, porque eles são apresentados quando o tema da exposição é pertinente, garantindo-se que sejam valorizados em todo seu significado; e, segundo, porque a maioria dos bens se deteriora em contato com as condições ambientais das exposições, como luz direta, contato com os visitantes, etc. Se eles não estão expostos, ficam guardados em local próprio ao abrigo das condições ambientais adversas.

    Está em curso o projeto "Museu de Santo André – Museu em Imagens", com aprovação da Lei Rouanet e patrocínio da Petrobras. O projeto visa à informatização e preservação do acervo do Museu, além de proporcionar uma consulta mais ágil. Um total de 27 mil itens estão sendo trabalhados e, ao final do processo, poderão ser acessados em terminais de consulta instalados na Biblioteca do Museu.

    Biblioteca Temática de Artes Dramáticas - ELT

    Praça Rui Barbosa, s/n – Santa Terezinha. Tel.: 4996-2164 - Horário: de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 13h às 17h, capacidade para 15 pessoas.

    A Escola Livre de Teatro – ELT é um centro de formação, pesquisa e experimentação das linguagens teatrais e foi criada em 1990.

    A Biblioteca temática da ELT possui acervo um de livros de teoria e práticas teatrais, revistas e peças de teatro. Ademais, apresenta parte do acervo particular do consagrado e falecido ator brasileiro Paulo Autran.

    A Biblioteca da ELT recebeu o nome de Biblioteca de Artes Dramáticas e está registrada oficialmente no CRB 8 sob nº 3938 em 26/11/10.

    Casa da Palavra

    Casa da Palavra é um espaço público da Prefeitura Municipal de Santo André dedicado a uma programação de cunho cultural. Foi criada em 1992, quando foi reformado o casarão original da década de 20, e passou a ser usado como equipamento da secretaria de cultura. O seu trabalho de difusão e de formação cultural é voltado ao atendimento dos apreciadores e produtores da literatura, pesquisadores, pensadores, estudantes, artistas, poetas, etc.

    A proposta atual é torná-la cada vez mais um polo cultural da região, oferecendo um espaço onde a palavra pode ser articulada, onde as ideias podem fervilhar, e os escritores, artistas e pensadores possam se encontrar.

    O espaço está voltado ao conhecimento, ao pensamento, que se produz pela linguagem, a palavra escrita ou falada. Por isso, nossas atividades são direcionadas ao uso artístico ou científico que podemos fazer da palavra. Nela são realizados debates, encontros, cursos, palestras, oficinas e saraus. Sua programação está voltada ao conhecimento humanístico, à poesia, à literatura, à filosofia, etc.

    Na Casa existe um público das mais diversas idades, orientações e perfis. Temos poetas, contistas, filósofos, artistas, estudantes, músicos, jovens, escritores, leitores, adultos, idosos, etc.

    Em geral, são pessoas de boa bagagem cultural, inclinados à reflexão, pessoas que querem ampliar seus conhecimentos, que acreditam que a cultura pode fazer diferença em nossa sociedade.

    A Casa da Palavra contém um acervo de livros e periódicos especializados em literatura para consulta e empréstimo.

    Sediada na Casa da Palavra, a ELL - Escola Livre de Literatura - tem como principal objetivo promover as ciências humanas, a pesquisa e a produção literária em seus diversos modos, desde a expressão oral e suas manifestações correntes, até o confronto e problematização de referências filosóficas e estéticas contemporâneas. Nesta escola, o processo de formação e informação é continuado, experimental e aberto, estabelecendo os procedimentos e condições, na direção do amplo diálogo com a cidade e com outros municípios, sob um olhar inclusivo, dialético e colaborativo.

    Com um calendário de atividades livres, o aluno que entra na ELL tem a liberdade de formar seu caminho optando entre os cursos oferecidos os que mais lhe interessam e assim ele mesmo forma/desenvolve a sua trajetória.

    Um espaço que conjuga as múltiplas faces da palavra e suas vertentes, colocando à disposição de seus frequentadores através de atividades variadas, possibilidades do desenvolvimento do ato de escrever a fim de incentivar novos escritores ou, no mínimo, de formar bons leitores e críticos.

    1. Escola Livre de Literatura / Casa da Palavra
    1. Praça do Carmo, 171 - Centro
    1. Telefone: 4992.7218
    1. casadapalavra@santoandre.sp.gov.br

    Casa do Olhar

    A Casa do Olhar Luiz Sacilotto se propõe a destinar um espaço dedicado ao público interessado em artes plásticas. Em abril de 2007, foi iniciada uma nova fase após o prédio em que está instalado o equipamento passar por um período de restauro.

    A Casa do Olhar propõe o desenvolvimento de uma visão contemporânea sobre as artes visuais, seguindo como referência o trabalho de Luiz Sacilotto, artista andreense e um dos maiores expoentes do Concretismo brasileiro da década de 1950. A Casa oferece programação em artes visuais como exposições, palestras, cursos e debates com pensadores e artistas afinados com o olhar contemporâneo.

    O equipamento

    A Casa do Olhar foi inaugurada em 1992, na primeira gestão do Prefeito Celso Daniel. Criada para ser um espaço de estudos das artes plásticas, também procurou buscar a convivência entre os artistas.

    Sua principal proposta é estudar a obra de Luiz Sacilotto. Também se propõe a reunião, divulgação e complementação dos produtos locais.

    A Casa do Olhar pretende também incentivar e provocar a produção de arte contemporânea e a reflexão sobre ela a partir da oferta de uma programação em artes visuais que privilegie as discussões e as reflexões sobre o tema proposto através de palestras, cursos e debates com pensadores e/ou artistas que se afinem ao olhar e ao pensamento contemporâneos.

    O equipamento conserva e preserva um acervo de arte contemporânea brasileira de aproximadamente 350 obras. Este acervo, que começou a ser formado em 1968 quando se deu a inauguração do primeiro Salão de Arte Contemporânea de Santo André, possui obras da maior importância para a história da arte contemporânea. O equipamento também é responsável pela Bienal de Gravura, pela programação das salas de exposições da Casa do Olhar, do Salão de Exposições do Paço Municipal e da Sala de Exposições do Cineteatro Carlos Gomes. Organiza ainda as exposições itinerantes de artes plásticas da cidade.

    Dentro da política cultural da Secretaria, a Casa do Olhar segue com o projeto de artes plásticas como forma de identidade cultural e com o objetivo de ser referência dentro da cidade e da região do ABC.

    Visando proporcionar o verdadeiro exercício da cidadania, está investindo na socialização do conhecimento, com os Núcleos de Gravura e o de Fotografia, abertos a todos os interessados, respeitando as linhas de pensamento fundamentadas na trilogia técnica-poética-práxis, traçadas pelo mestre Evandro Carlos Jardim.

    O equipamento possui ainda uma biblioteca específica de artes plásticas e tem investido para enriquecer o seu acervo.

    A casa

    A história dessa casa remonta a meados da década de 20. Ela foi construída como residência de Bernardino Queiróz dos Santos, aqui morou no local com sua esposa, Paschoalina Guazelli. O campo de futebol do Primeiro de Maio F.C., esquina com a Rua Luis Pinto Flaquer, podia ser visto da residência.

    Na Rua Luis Pinto Flaquer, na lateral do campo do Primeiro de Maio, encontrava-se a "biquinha", ponto de referência para aqueles que chegavam ao centro. Além disso, conta o folclore que quem bebia de sua água não saía mais de Santo André.

    Após a morte de Paschoalina Guazelli, a casa ficou como herança para Olga Guazelli que morou no local com o marido.

    Na década de 1950, a Prefeitura de Santo André mostrou interesse em desapropriar o imóvel para então instalar o Museu Histórico de Santo André. A casa foi considerada de utilidade pública e desapropriada em 1968.

    Foram instalados em vez do Museu, outros órgãos municipais, como a Guarda Civil Municipal, que em seguida se mudou para dar lugar à Casa do Olhar, inaugurada no dia 13 de novembro de 1992.

    Em meados de 1993, a Casa do Olhar foi desativada e no seu lugar a Promoção Social foi instalada. Neste intervalo, as atividades da Casa do Olhar foram transferidas para o espaço da Casa da Palavra (Praça do Carmo, 171), da onde surgiu o nome "Casa do Olhar e da Palavra". Este espaço cultural permaneceu na condição de abrigar eventos tanto de artes plásticas como de literatura até o início de 1998.

    A Casa do Olhar está tombada e protegida pelo COMDEPHAAPASA - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico, Urbanístico e Paisagístico de Santo André, desde 11 de novembro de 1992.

    1. Contato
    1. Casa do Olhar
    1. Rua Campos Sales, 414 – Centro
    1. Tel.: (11) 4992-7730

    Centro de Dança

    Serviços, cursos e projetos

    O Centro de Dança de Santo André oferece formação, por meio da Escola Livre de Dança – ELD, além de promover a difusão e a pesquisa em dança contemporânea. Seus projetos têm como papel a formação cidadã, a inclusão cultural da população e a formação sólida de bailarinos independentes – capacitados também como arte-educadores e agentes de cultura.

    Serviços, cursos e projetos

    O Centro de Dança fornece serviços e desenvolve projetos em busca da formação de público para a dança e para a arte, do resgate e valorização da individualidade e da promoção do respeito e da ética coletiva na comunidade participante.

    Conheça os serviços e projetos:

    Biblioteca e Videoteca de Dança

    Contém um acervo atualizado de teses, livros, vídeos e DVDs de dança e áreas afins, para consulta no local. O acervo pode ser consultado aqui.

    Núcleo de Adultos

    È composto de cursos voltados a pessoas a partir dos 25 anos de idade. Neste núcleo, a demanda por atividades que promovam a saúde com pensamentos provenientes da dança é suprida com o trabalho em grupo, a liberdade de criação e expressão, o resgate da individualidade e o conhecimento e consciência corporal.

    Consulte as vagas remanescentes do período inicial de inscrições.

    1. Endereço: Rua Eduardo Monteiro, 410 - Jd. Bela Vista.
    1. Telefone: (11) 4438-5021

    Emia Aron Feldman

    A Escola Municipal de Iniciação Artística (EMIA) Aron Feldman é um espaço que oferece cursos e oficinas de iniciação artística para crianças a partir de 5 anos, adolescentes e adultos, nas linguagens de teatro, dança, musicalização, cerâmica, artes visuais, fantoches, violão, percussão, rádio web, luteria, foto vídeo imagem e coral.

    Ocupa um casarão no Parque Regional da Criança Palhaço Estremelique (no Parque Jaçatuba), que recentemente foi reformado para melhor atender às necessidades dos alunos e professores.

    Endereço: Parque Regional da Criança Palhaço Estremelique (Av. Itamarati, 536 - Parque Jaçatuba). Tel.: (11) 4479-2744. E-mail: emiafeldman@yahoo.com.br. Horário: de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Acesso a pessoas com deficiência.

    Museu de Santo André Dr. Octaviano Armando Gaiarsa

    O Museu de Santo André Dr. Octaviano Armando Gaiarsa dedica-se à pesquisa, coleta, conservação e exposição de objetos, imagens fotográficas e documentos relacionados às transformações históricas, urbanas e sociais, econômicas e culturais da cidade.

    Encaixa-se na tipologia de Museu de Cidade, que tem entre seus princípios a garantia do acesso ao conhecimento sobre objetos, documentos, fotografias e informações relacionadas ao cotidiano de Santo André. Suas principais atribuições estão voltadas para a documentação, conservação e exposição de bens culturais que estão sob sua guarda. O resultado desse trabalho pode ser sentido no desenvolvimento de atividades educativas e culturais voltadas aos munícipes.

    Acervo - O acervo do Museu de Santo André é composto por objetos, fotografias, documentos, livros, jornais e revistas, além de artigos de jornais colecionados na hemeroteca. Esses bens culturais são referências da história e memória da cidade. Os mais antigos são do final do século XIX e os mais recentes são do ano de 2007.

    Percebe-se que não é só aquilo que é antigo que interessa ao Museu. Interessam-nos materiais que estejam ligados à história de Santo André e de seus moradores. Eles são trazidos por moradores, transferidos de outros órgãos ou coletados pela própria equipe do Museu. Os técnicos do Museu são especializados em realizar a captação e avaliação das doações ou transferências. Atualmente, o Museu conta com mais de 43.000 itens em seu acervo.

    Os bens culturais não ficam sempre em exposição, por duas razões: primeiro, porque eles são apresentados quando o tema da exposição é pertinente, garantindo-se que sejam valorizados em todo seu significado; e, segundo, porque a maioria dos bens se deteriora em contato com as condições ambientais das exposições, como luz direta, contato com os visitantes, etc. Se eles não estão expostos, ficam guardados em local próprio ao abrigo das condições ambientais adversas.

    Está em curso o projeto "Museu de Santo André – Museu em Imagens", com aprovação da Lei Rouanet e patrocínio da Petrobras. O projeto visa à informatização e preservação do acervo do Museu, além de proporcionar uma consulta mais ágil. Um total de 27 mil itens estão sendo trabalhados e, ao final do processo, poderão ser acessados em terminais de consulta instalados na Biblioteca do Museu.

    1. Contato
    1. Museu de Santo André Dr. Octaviano Armando Gaiarsa
    1. Rua Senador Flaquer, 470 – Centro – Santo André
    1. Telefones: 4438-9111 (administração) e 4436-3457 (biblioteca)
    1. E-mail: museu@santoandre.sp.gov.br
    1. Estacionamento para visitantes: Rua Dona Gertrudes de Lima, 499
    1. Entrada gratuita

    Teatro e Auditório

    Teatro Municipal

    O projeto arquitetônico do Teatro Municipal foi aprovado em 22 de maio de 1965. A assinatura do projeto é da empresa Rino Levy Arquitetos Associados e do paisagista Roberto Burle Marx. Naquele ano, o prefeito era Fioravante Zampol. A construção que durou quatro anos, mas sua inauguração, adiada por duas vezes, só foi possível em 1971, quando os equipamentos da parte técnica que foram importados já estavam devidamente instalados.

    A grande inauguração foi com a estreia da peça "Guerra do Cansa Cavalo", de Osman Lins, uma produção do Grupo Teatro da Cidade (GTC), com atores como Sônia Guedes, Antônio Petrim, Cláudio Correia e Castro e direção de Celso Nunes.

    Santo André passou a abrigar um teatro com três palcos de funcionamento simultâneo, sendo que a abertura da boca de cena do palco central é regulável de acordo com as exigências do espetáculo a ser montado. Existe um fosso para a orquestra com capacidade para 45 músicos. Tem, ainda, maquinário para movimentação automática de cenário, acústica perfeita e foi construído em forma hexagonal. O teatro conta com um moderno equipamento de luz e som, ar condicionado e estacionamento próprio.

    1. Localização:
    1. Praça IV Centenário, 01 - Paço Municipal
    1. Horário de funcionamento:
    1. De segunda a sexta, das 9h às 18h
    1. Informações: 4433-0789 ou 4433-0786
    1. Responsável: Joycéli Janaína Alvares - Gerência de Teatros e Auditórios
    1. Horário de funcionamento da bilheteria:
    1. Terça a sábado das 14h às 19h;
    1. Domingo das 15h às 19h ou até o horário de início do espetáculo.

    Teatro Conchita de Moraes

    Teatro Conchita de Moraes foi construído pelo Governo do Estado durante as obras da EEPG Carlina Caçapava na década de 1950, para servir como auditório da escola. Fundado em 1959, tornou-se palco do teatro amador do Grande ABC. A partir de 1963, começou a abrigar o Festival de Teatro Amador de Santo André (FETASA).

    Por volta de 1970, na administração Zampol, o auditório passou para controle do município por reivindicação do Grupo Teatro da Cidade, que pretendia transformá-lo em uma casa de espetáculos. Em 29 de março de 1970, a montagem de "A cidade assassinada", de Antônio Callado, marcou a inauguração da nova casa.

    Atualmente, a sala possui 250 lugares e equipamentos de som e iluminação de última geração. Em suas dependências, também são realizadas as aulas da Escola Livre de Teatro de Santo André.

    1. Localização
    1. Teatro Conchita de Moraes
    1. Praça Rui Barbosa, s/n.º - Santa Terezinha
    1. Telefone: 4996-2164
    1. escolalivre@ig.com.br

    SESC – Santo André

    1. Localização
    1. Rua Tamarutaca, 302 - Vila Guiomar
    1. Telefone: 4469-1200
     

    Paranapiacaba

    Paranapiacaba, em tupi-guarani, quer dizer: "lugar de onde se vê o mar", era esta a visão que tinham os povos indígenas que passavam pela região rumo ao planalto.

    Naquele caminho íngreme, utilizado pelos índios, seria construída uma estrada de ferro que ocasionaria a fundação da Vila de Paranapiacaba.

    A Vila de Paranapiacaba, seu patrimônio tecnológico e seu entorno, composto por remanescentes da Mata Atlântica, foram tombados em 1987 pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo), em 2002 pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e no ano seguinte, na esfera municipal, pelo CONDEPHAPAASA. E desde 2008 o local é candidato a patrimônio da humanidade pela UNESCO, constando na lista dos sítios brasileiros que o IPHAN, órgão responsável pela apresentação das candidaturas do país, deverá encaminhar à entidade. Atualmente a Prefeitura elabora um dossiê que será enviado talvez ainda este ano.

    Localizada no território de Santo André, a vila de Paranapiacaba, que pertencia à RFFSA (Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima), foi adquirida pela Prefeitura da cidade em 2002. Desde então a administração municipal tem investido no destino, com a preocupação de cuidar do patrimônio histórico e ambiental.

    Histórico

    O fator preponderante para a construção da Ferrovia Santos-Jundiaí foi a expansão do café, que chegou ao Rio de Janeiro no início do século XIX e logo se espalhou pelo vale do Rio Paraíba. A próxima região ocupada pela cultura cafeeira seria o Oeste paulista, já bem no interior do estado. A partir daí, tornou-se urgente encontrar um meio de escoar o café com maior facilidade para o Porto de Santos. O mercado no exterior era certo, mas o produto levava dias de viagem em tropas de mulas até o litoral.

    Os primeiros estudos para a implantação da ferrovia começaram em 1835, mas foi apenas depois de 1850 que a ideia começou a sair do papel, graças ao espírito empreendedor do Barão de Mauá. Ele encontrou nos ingleses os parceiros ideais para executar o projeto. Além de ter interesses em dinamizar o fluxo de exportação e importação brasileiro, a Inglaterra detinha uma vasta experiência na construção de ferrovias, utilizando a tecnologia da máquina a vapor - algo imprescindível para vencer as dificuldades técnicas impostas pelo desnível de 796 metros entre o topo da serra e o litoral. Em 26 de abril de 1856, a recém-criada empresa inglesa São Paulo Railway Co. recebia, por um decreto imperial, a concessão para a construção exploração da ferrovia por 90 anos.

    As obras tiveram início em 1860, comandadas pelo engenheiro inglês Daniel M. Fox. Dadas às características extremamente íngremes do trecho da serra, optou-se pela adoção do chamado sistema funicular: o percurso foi dividido em quatro planos inclinados, cada um com uma máquina fixa a vapor que tracionava as composições através de cabos de aço.

    A vila de Paranapiacaba era inicialmente apenas um acampamento de operários. Depois da inauguração da ferrovia, em 1867, houve a necessidade de se fixar parte deles no local para cuidar da manutenção do sistema. Assim, construiu-se a Estação Alto da Serra, que também foi o primeiro nome dado ao lugarejo. Por causa da sua localização, último ponto antes da descida da serra, a vila começou a ganhar importância.

    Enquanto isso, a ocupação no interior do estado se consolidava graças à estrada de ferro. O comércio e a produção agrícola aumentaram significativamente. Em pouco tempo já era preciso duplicar a ferrovia.

    A partir de 1896, começaram as obras. Paralelamente aos trabalhos de duplicação, a vila também sofreria modificações. No alto de uma colina, os ingleses construíram a casa do engenheiro-chefe, chamada de Castelinho, de onde toda a movimentação no pátio ferroviário poderia ser observada. Na mesma época, foi erguida a Vila Martim Smith, com casas em estilo inglês, de madeira e telhados em ardósia, para servir de moradia aos funcionários da empresa. Em 1900, o novo sistema de planos inclinados é inaugurado, recebendo o nome de Serra Nova.

    Do outro lado da estrada de ferro, a Parte Alta de Paranapiacaba, que não pertencia à companhia, seguia padrões arquitetônicos diversos daqueles da vila inglesa. A área começou a ser ocupada por comerciantes para atender os ferroviários já na década de 1860. Ali também moravam os funcionários aposentados, que não poderiam mais usar as casas cedidas pela empresa.

    Até meados da década de 40, os moradores viviam ali como uma grande família. A vila era bem cuidada, com ruas arborizadas e casas pintadas. O clube União Lira Serrano era o centro de uma intensa atividade sociocultural: bailes, jogos de salão, competições esportivas, encenações teatrais, exibições de filmes e concertos da Banda Lira. Outro importante ponto de encontro, para fechar um negócio ou conversar sobre política e futebol, era a Estação. Nas noites de sábados e domingos, moços e moças bem alinhados, interessados em namorar, caminhavam pelas plataformas largas, como relata João Ferreira, antigo morador da vila.

    Em 1946, termina o período de concessão da São Paulo Railway Co. e todo seu patrimônio é incorporado ao da União. Este fato é apontado pelos antigos moradores como o início da decadência da vila. Com a desativação parcial do sistema funicular, na década de 70, mais um golpe: parte dos funcionários é dispensada ou aposentada e outros são contratados, para cuidar do novo sistema de transposição da serra - a cremalheira-aderência.

    Nos anos 1980, depois de várias denúncias na imprensa sobre a deterioração da vila, é criado o Movimento Pró-Paranapiacaba. Em 1986, a Rede Ferroviária entregou restaurado o sistema funicular entre o 4° e o 5° patamares e o Castelinho. No ano seguinte, o núcleo urbano, os equipamentos ferroviários e a área natural de Paranapiacaba foram tombados pelo CONDEPHAAT - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo.

    A Vila Velha construída a partir de 1860 abrigou e abriga funcionários e suas famílias que fazem a manutenção das linhas, casas, instalações, trens e a operação dos mesmos.

    Paranapiacaba foi constituída por dois núcleos urbanos distintos. Esses núcleos, morfológica e funcionalmente diferentes, eram formados por:

    Parte Baixa: composta pelo núcleo original, Vila Velha ou Varanda Velha e a parte projetada, Vila Martin Smith ou Vila Nova.

    Parte Alta ou Morro ou Vila dos Aposentados ou, ainda, Parte Civil.

    Parte Alta é o local "que foi se escalando um dos morros de fechamento do vale" e onde se registra uma ocupação com forte herança dos imigrantes portugueses, percebida facilmente na rua principal, onde em lotes estreitos e alinhados se formaram residências geminadas compondo uma única fachada contínua multicolorida, com usos em geral misto, residencial e comércio. De fato, o alinhamento dos sobrados geminados da Rua William eers, conjuntamente com a igreja e cemitério, são os principais referenciais da Parte Alta.

    A Parte Elevada da Vila de Paranapiacaba, hoje integrante do município de Santo André, surgiu em decorrência dos ferroviários aposentados não desejarem abandonar a região pela qual sentiam muito carinho. O estilo arquitetônico das moradias não acompanhou o original da Vila ferroviária, sofrendo inúmeras modificações ao longo do tempo.

    Com a construção da segunda obra de subida e descida da serra, o núcleo original se estendeu para as áreas vizinhas ao longo do vale. Essa expansão urbana teve um controle mais rígido e planejado, dando início à implantação de um modelo urbano projetado: a Vila Nova ou Vila Martin Smith.

    Esse novo conjunto projetado pela Companhia, formava um sistema disciplinarmente organizado através de uma técnica de aglomeração dispostas hierarquicamente e conforme um arranjo que definia o desenho das habitações. Isto vinha reforçar o aspecto britânico das construções já existentes, que eram arquitetonicamente diferenciadas pela utilização de sistema construtivo em madeira, a maioria em Pinho-de-Riga, porém trazia novidades quanto ao sistema construtivo, pois as habitações possuíam uma tipologia pré-definida.

    Via de Acesso

    Carro

    Para chegar à vila de carro deve-se seguir pela Via Anchieta até o Km 29 (placa para Ribeirão Pires), entrar na SP 148 (estrada Velha de Santos) até o Km 33 e pegar a Rodovia Índio Tibiriçá (SP 31) até o Km 45,5. Daí pegar a SP 122 até Paranapiacaba.

    Ônibus

    Para quem vai de ônibus há saídas a cada 40 minutos do Terminal Rodoviário de Santo André (Tersa), localizado na Estação Prefeito Saladino (CPTM), ou da estação ferroviária de Rio Grande da Serra a cada hora (Viação Ribeirão Pires, tel.: 11 4828-9630 ou 0800-771-7182).

    Trem

    O trajeto é realizado quinzenalmente, aos domingos. O passageiro tem a opção de embarcar às 8h30 na Estação da Luz ou às 9h00 na Estação Prefeito Celso Daniel-Santo André (Linha 10-Turquesa, da CPTM). O retorno ocorre às 16h30 em Paranapiacaba, com parada na Estação Prefeito Celso Daniel-Santo André. Atenção: No ato da compra do bilhete, o passageiro define em qual das estações prefere realizar o embarque e o desembarque.

    A viagem é feita a bordo de uma composição, formadas por dois carros de aço inoxidável fabricados no Brasil na década de 50 e tracionados por uma locomotiva da década de 1950, totalmente reformada. O percurso de 48 Km leva 1h30 e é realizado ao longo da atual Linha 10-Turquesa, proporcionando ao turista uma viagem no tempo. Entre os destaques estão as estações Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, tombadas recentemente pelo patrimônio histórico de São Paulo. Elas foram construídas pela antiga empresa britânica SPR (São Paulo Railway) ? primeira ferrovia paulista, inaugurada em 1867.

    Além disso, é possível encontrar em operação em Paranapiacaba a segunda locomotiva mais antiga do Brasil, que pertenceu à SPR e hoje integra o acervo da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF).

    tarifas para embarque/desembarque na Estação Prefeito Celso Daniel-Santo André

    1 pessoa R$ 27,00
    2 pessoa R$ 40,00
    3 pessoa R$ 52,00
    4 pessoa R$ 65,00

    Valores totais = 48% de desconto para até 3 acompanhantes

    Localização

    • Sudoeste da Grande São Paulo
    • Coordenadas geográficas
    • Latitude sul 23° 46'
    • Longitude Oeste 46° 21'
    • Cidades limítrofes
    • Norte Mogi das Cruzes
    • Sul Santos
    • Leste Mogi das Cruzes e Santos
    • Oeste Cubatão
    • São Paulo 48 km
    • Santo André 33 km

    Atrativos Turisticos

    Expresso Turístico Luz – Paranapiacaba

    Chegar de trem em Paranapiacaba já é por si só um dos grandes atrativos. Uma viagem deliciosa, organizada, limpa, precisa e com gosto de quero mais. Um passeio bucólico, para toda a família que sai (pena) somente aos Domingos e de 15 em 15 dias. Pelo site da CPTM (http://www.cptm.sp.gov.br/e_operacao/exprtur/parana.asp) parece impossível reservar o lugar. Nunca tem vagas. Programe-se, ligue a agende com bastante antecedência.

     

    Estação Alto da Serra

    A velha estação do Alto da Serra possuía um aspecto original. Sua torre que lembra o Big-Ben de Londres era equipada com um relógio, cujos mostradores em algarismos romanos podiam ser vistos a longa distância. Além da função visual, o relógio da estação também desempenhava importante papel como referencial "sonoro", pois estava localizado em uma torre elevada.

    A estação de trem foi o primeiro referencial da Vila. Desta forma, o trânsito local era obrigatório. Assim, pela sua localização central na Vila, possuía características bastante originais, tendo, à princípio, desempenhado as funções de um "ponto de encontro". Comenta Ferreira que: "o ponto principal de encontros para se tratar de um negócio, para se comentar sobre futebol, política ou outro assunto qualquer. Era muito comum, quando saíamos de casa, que alguém nos perguntasse aonde iríamos e a resposta era quase sempre: Vou até a Estação. As noites de sábado e domingo eram os dias de glória da Estação. Durante o dia, o movimento já aumentava, mas, à noite, era impressionante o movimento em suas dependências; plataformas bastante largas ofereciam espaço para um grande número de pessoas, mas, mesmo assim, em alguns momentos, havia dificuldades em encontrar-se espaços vazios."

    Esta estação, que se caracterizava por uma esplêndida arquitetura de estilo vitoriano, tem projeto datado em fins do século passado e foi desenhada por engenheiros britânicos. Ela veio desmontada para ser construída aqui. A estação configurava um novo status para o quase acampamento de obras que constituía o então Alto da Serra.

    A estação do Alto da Serra foi desativada em 1977 e já estava em processo de demolição, quando sobreveio um incêndio em janeiro de 1981 e, dela, só restou a torre do relógio que, restaurada, foi integrada à atual estação.

    Passarela Metálica

    A passarela metálica, construída em 1899 sobre o corredor ferroviário, onde se localizavam a estação, o pátio e todos os equipamentos, estabeleceu a única ligação existente entre os dois núcleos da cidade.

    Clube União Lyra Serrano

    O edifício do clube União Lyra Serrano, o "Town hall" social do Alto da Serra, representando um dos mais antigos clubes de "football" do Estado foi fundado em 1903. Lembra Negrelli que: "havia a Sociedade Recreativa Lyra da Serra, onde aos domingos à noite havia uma sessão de cinema mudo, geralmente filme em série. No salão cada grupo de família tinha os seus lugares certos, tudo direitinho, e orquestra composta de músico locais, tocavam belas valsas e até peças clássicas, eram amadores, nada ganhavam, tocavam para agradar a todos, e abriam a sessão com uma marcha, para o filme natural. Nesta Sociedade também existia um salão para o jogo de bilhar, e nos fundos dois campos para bochas, e entre os habitantes havia verdadeiros craques". A Sociedade Recreativa Lyra da Serra, hoje, União Lira Serrano, em razão da união feita com o Serrano Football Club, tem sede ampla com salões para cinema e bailes, jogos diversos e biblioteca e um campo de futebol. O campo de futebol, até hoje, ocupa local de destaque, dentro da Vila.

    Em 1907, começaram as construções da sede atual que, em 1938, foi ampliada adquirindo a feição hoje existente: um grande edifício de dois andares, totalmente construído em madeira de lei, principalmente Pinho-de-Riga, importada da Inglaterra. Antigamente, ao final da escada de madeira, na porta de um camarote, poder-se-ia ler: Este reservado é de uso exclusivo dos senhores Mr. Alfred E. Whitton, Dr. Jorde A. Boeri, Arno L. M. da Veiga e respectivas famílias. Outrora, os degraus de todas as escadas internas recebiam tapetes de veludo.

    Castelinho

    Um dos mais importantes e controvertidos elementos da paisagem local. Trata-se de uma construção vitoriana, mesclando "Queen Anney style" com "shigle style" e, por essa razão, batizado de "castelinho". Ele servia como residência ao superintendente inglês, autoridade máxima da ferrovia e, portanto, da cidade. Foi construído em 1897 e seu projeto original foi concebido dentro do conjunto da tipologia das casas da Vila Martin Smith, sendo o único exemplar do "pacote" importado da Inglaterra como sendo do "typo C", conforme atestam as plantas da época. Situa-se entre a Vila Velha e a Vila Martin Smith, na mais elevada e estratégica colina local, no "baricentro" visual, de onde se pode avistar toda a movimentação da Vila Ferroviária. Caracteriza-se pelo aspecto simbólico de liderança, pois é de onde se visualiza todo o núcleo urbano, o pátio de manobras, a estação e as instalações das máquinas fixas do último patamar. Ele atrai as atenções de qualquer ponto da Vila, por sua situação elevada.

    Mas isso acontece, também, com os quarteirões de casa que eram organizadas em termos de um claro sistema de aglomeração para facilitar a localização imediata de qualquer funcionário, que deveria estar sempre pronto a atender os superiores hierárquicos. Observa Marco Santos: "sendo, então uma forma da presença estática e simbólica do poder. Desta forma, a estrutura social e hierárquica dos trabalhadores da empresa refletem espacialmente na Vila, como sendo uma forma de distribuição e uma afirmação de vigilância e poder." Durante muitos anos, esta construção funcionou como residência de um bispo de Santo André e, depois, como escritório daferrovia, abrigando, atualmente, um museu.

    Edifício do Mercado

    Essa construção interessante recebeu uma atenção especial em seu projeto de 1899. Pela finalidade a que se destinava e por se tratar de um edifício não residencial e de uso comercial, comportava detalhes construtivos ligados a cuidados higiênicos e sanitaristas, tais como um sistema de ventilação cruzada através de óculo na entrada e de venezianas nas laterais. Nesse mercado, como conta Negrelli: "compartimentos em box onde funcionavam um açougue, um bar, a agência do correio, porém, do lado de for a existia um barracão com divisões, aonde aos sábados vinham caipiras, traziam aves, ovos e frutas. Era uma espécie de feira-livre em miniatura."

     

    Pau da Missa

    O pau da missa constitui-se de um velho pé de Cambuci, que possuía forte conotação simbólica, pois, como se tratava de uma árvore que se encontrava em local de passagem obrigatória para quem se dirigia à estação, tornou-se receptáculo de recados e avios. Recorda Ferreira que o "pau-da-missa era uma árvore muito importante para os moradores, pois de tronco grosso servia para a colocação de todos os tipos de avisos para a comunidade, em geral, avisos de funerais, missas, aniversários, casamentos, contra quem ia jogar o time de futebol e outros".

    Museu Ferroviário

    Abriga o que é considerado o maior sistema funicular do mundo que se encontra no seu lugar original, esse museu nos leva a uma viagem no tempo, mostrando a tecnologia da época utilizada na construção do sistema funicular.

    1. Visitação 9h às 15h. Fechados na segunda e sexta-feira
    1. Ingresso R$ 2,00 (válido para visitar os dois museus)
     

    Igreja Bom Jesus de Paranapiacaba

    O principal marco referencial na paisagem da Parte Alta, a Igreja Bom Jesus de Paranapiacaba, foi construída por volta de 1889.

     

    Centro de Documentação em Arquitetura e Urbanismo de Paranapiacaba

    O CDARQ - Centro de Documentação em Arquitetura e Urbanismo de Paranapiacaba- funciona em um conjunto de quatro residências casa tipo E, e abriga uma exposição permanente sobre formação urbana da Vila, seu patrimônio arquitetônico e a tecnologia construtiva em madeira. Uma linha do tempo localiza as principais fases da Vila, desde as primeiras, quando deixa de ser um acampamento e passa a ter casas em madeira distribuídas desordenadamente, até as últimas, com uma ocupação planejada, traçado ortogonal e tipologias residenciais construídas em série. Painéis e maquetes destrincham o sistema construtivo, quase todo em madeira, e as características arquitetônicas das diversas tipologias. O restauro das 4 casas, que ocorreu em 2007, é resultado de uma pesquisa realizada pelo Centro Universitário Fundação Santo André em parceria com a Prefeitura de Santo André e o Financiamento da Fundação Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

    Aberto a visitação aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. Entrada franca. Endereço: Avenida Campos Sales, s/nº

     

    Casa da Memória

    A casa da Memória é uma tipologia habitacional A, com tijolos e telhas francesas, construída entre 1897 e 1901, e restaurada pela Prefeitura de Santo André em 2003. Era uma casa de chefe de estação e será transformada em centro cultural que reunirá as memórias individuais e coletivas dos moradores da Vila de Paranapiacaba, articulando-as numa perspectiva de documentação audiovisual sistemática com bases tecnológicas. Será um espaço intermidiático e interdisciplinar, expositivo, educativo, contemporâneo e local de encontro para mostras, cursos, palestras, oficinas, apresentações, audições, projeções, assim como de um "Museu da Memória", da paisagem humana da Vila. Será aberta à visitação ainda no primeiro semestre de 2008.

    Aberto a visitação aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. Entrada franca. Endereço: Rua Schnoor, s/nº

     

    Passeio de Maria-Fumaça

    O passeio de Maria-Fumaça é outra atração para quem visita Paranapiacaba. A linha turística, operada pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), com apoio da Prefeitura e a MRS Logística, funciona aos sábados, domingos e feriados, percorrendo um trecho de um Km dentro da área do Museu Ferroviário.

    A linha é composta por uma locomotiva a vapor inglesa Sharp-Stewart nº 10, de 1867, ano do início da operação da ferrovia em Paranapiacaba. Acoplado à locomotiva está o carro de passageiros de primeira classe em madeira de 1914, da SPR. O passeio faz parte do roteiro do Museu Funicular, também administrado pela ABPF.

    1. Preço R$ 5,00, Sábados e Domingo das 10 às 16 horas.
    1. Contatos: ABPF – Associação Brasileira de Preservação Ferroviária
    1. Telefone: 11-6692-2949/6695-1151
    1. Rua Visconde de Parnaíba 1316 - Estação Ferroviária - Mooca

    Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba

    Av. Rodrigues Alves, 473 - A - Centro de Visitantes Telefone 4439-0321

    E-mail: parquenascentes@santoandre.sp.gov.br

    Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 17h.

    Segurança, área de conservação ambiental formada pela Mata Atlântica, com nascentes e exemplares de cedro, bromélias, orquídeas, etc. Fauna silvestre formada por sanhaços, tangarás, macucos, veado campeiro e muito mais. Trilhas para caminhada com visitação monitorada.

    Criado pela Prefeitura de Santo André, em 05 de junho de 2003, através do decreto Municipal nº 14937 de 05 de Junho de 2003, o Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba - PNMNP, é uma Unidade de Conservação (UC), com 4.261.179,10 m2 de remanescentes de Mata Atlântica no entorno da histórica vila de Paranapiacaba. Tem como objetivo proteger a paisagem natural, destacando os contrafortes da Serra do Mar, as nascentes formadoras do Rio Grande.

    O Parque localiza-se ao redor de mais duas UCs, a Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba e o Parque Estadual da Serra do Mar, contribuindo na formação de um extenso corredor ecológico voltado a preservação e sustentabilidade da Mata Atlântica, integrante à área tombada como Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

    Pela proximidade da Serra do Mar, por seu clima, com a neblina típica, e pelas suas belezas naturais, o PNMNP possui potencial para atividades voltadas para o uso público, como esportes na natureza, caminhadas em trilhas, estudo de meio, interpretação, recreação e educação ambiental. Atualmente o parque possui 5 trilhas abertas a visitação e dois Núcleos de Interpretação Ambiental.

    Funcionamento

    Aberto à visitação pública de terça a domingo, das 9h às 17h. As visitas só podem ser realizadas com o acompanhamento de monitores cadastrados.

     

    Centro de visitantes do Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba

    O Centro de visitantes, além de ser um espaço de recepção aos turistas, possui dependências com equipamentos que permitem ao visitante ter uma visão geral do Parque por meio de maquetes e fotos. Além disso, há exposições temáticas, jogos interativos e sala de treinamento, que é utilizada para o aperfeiçoamento dos monitores ambientais e desenvolvimento de cursos com a comunidade local. Especificamente nos trabalhos de monitoria com a comunidade escolar, o Centro representa um suporte pedagógico para sensibilizar os alunos em relação a determinados temas, como a biodiversidade da Mata Atlântica e a problemática do lixo. O endereço é Rua Rodrigues Alves, 473 A, tel. 4439-0231.

    e-mail:parquenascentes@santoandre.sp.gov.br

    Ecoturismo

    Núcleos de Interpretação Ambiental: Olho d'água e Tanque do Gustavo

    Olho d'água

    O Olho d'água é uma área de interpretação ambiental que possui duas trilhas para caminhadas: a Trilha das Hortênsias e Trilha dos Gravatás.

    No local o visitante poderá conhecer a integração entre a engenharia inglesa e a natureza. O sistema de abastecimento de água foi construído juntamente com a Vila Martin Smitth. A água é coletada diretamente nas nascentes e atualmente abastece a parte Baixa da Vila de Paranapiacaba.

    Na época da construção parte do sistema abastecia as máquinas do sistema funicular e outra parte era destinada para o abastecimento das casas.

    Tanque do Gustavo

    Neste outro Núcleo de Interpretação Ambiental é possível conhecer o sistema de; abastecimento de água das máquinas do sistema funicular.

    Atualmente a água abastece a Parte Alta da Vila de Paranapiacaba.

    O nome Tanque do Gustavo foi atribuído em homenagem ao alemão Gustavo Hartmann, empreiteiro da SPR que construiu o reservatório.

    Trilhas

    • Recomendações
    • A maioria das trilhas só podem ser percorridas com o acompanhamento de um monitor cadastrado. Verifique antes de programar-se.
    • Como ir vestido para trilha Como ir calçado para trilha
    • Calça ou bermuda de taquitel
    • Blusa de frio
    • Camiseta manga curta
    • Roupa de banho (já vestida)
    • Toalha pequena
    • Boné ou chapéu
    • Obs:Recomendamos o uso de Calça de Taquitel
    • O que levar
    • Mochila pequena (necessário)
    • Capa de chuva (necessário)
    • Lanterna (não é obrigatório)
    • Cajado "Cabo de Vassoura" (não é obrigatório)
    • Repelente
    • Protetor solar
    • Câmera fotográfica
    • Remédios particulares usados regularmente
    • Roupa e calçado reserva
    • O que levar para comer na trilha
    • Lanche natural: exp: pão integral com queijo branco , com alface, tomate, cenoura e etc
    • Frutas de consistência sólida: exp: maçã / pera / e etc.
    • Bebidas isotônicas: exp.: Gatorade
    • Barra de cereais: exp.: nutri
    • Refrigerantes: exp.: de preferência sabor de limão
    • Água 1 litro

    Obs.: guarde o seus lanches, refrigerantes, e demais alimentos na geladeira uma noite anterior ao passeio

    Obs.: todos o seus equipamentos, roupas reservas e alimentos devem estar devidamente embrulhados em sacos plásticos, para não molharem caso ocorra uma chuva repentina, se você for ficar mais que um dia em Paranapiacaba calcule o quanto de roupas você terá que trazer.

    Cubatão – Trilha do Vale das Cachoeiras

    O Vale do Rio Perêque na região de Cubatão irá nos proporcionar um dia de muita aventura, e contemplação das belezas naturais da Mata Atlântica. Diversas piscinas naturais de águas cristalinas que nos convidam a refrescantes mergulhos irão enriquecer ainda mais esse maravilhoso passeio.

    Nível de Dificuldade do Passeio: Moderado

     

    Tempo Previsto de Caminhada: 5h – Ida + Volta

    Distância Aproximada de Todo Percurso: 6 Km (Ida + Volta)

    Piso da Trilha: Estrada de Terra, Travessia de Rio e Trilha na Mata Fe

    chada c/ Terreno Irregular (Sobe e Desce).

    Altitude do Trajeto: De 8 --> 50 m (em relação ao nível do mar)

    Atrativos do Roteiro: Cachoeira Grande e Piscina Natural

    Duração Prevista do Passeio: 6h – Ida + Volta + Tempo Paradas / Lazer

    Descrição da Trilha: Trilha de longo percurso, com muitos trechos de subidas e descidas que exigem muito esforço físico, e caminhada dentro do rio.

    Trilha da Cachoeira da Pedra Furada

    A Trilha da Cachoeira da Pedra Furada é um permite o convívio com a natureza e a diversidade da Mata Atlântica, além de um delicioso e refrescante banho de cachoeira e piscina natural de águas claras e limpas. Ainda teremos uma parada num mirante, com uma impressionante vista da Serra do Mar, um momento de contemplação do meio ambiente e calmo para reflexão.

     

    Nível de Dificuldade do Passeio: Médio Moderado

    Tempo Previsto de Caminhada: 5:00 h - Entre Ida e Volta

    Distância Aproximada do Percurso: 13,5 Km - Entre Ida e Volta

    Piso da Trilha: Estrada de asfalto e Trilha na Mata

    Altitude do Trajeto: De 767 --> 715 m (em relação ao nível do mar)

    Atrativos do Roteiro: Cachoeira Grande e Piscina Natural

    Duração Prevista do Passeio: 7:00 h - Entre Ida e Volta + Paradas

    Descrição da Trilha: Trilha de médio percurso, com pequenos trechos de subidas e descidas que não exigem muito esforço físico.

    Trilha da Cachoeira da Fumaça

    Que tal uma trilha dentro das águas cristalinas de um rio, sobre a cobertura da imponente diversidade da Mata Atlântica, ao som de pássaros? A Trilha da Cachoeira da Fumaça é um permite o convívio com a natureza e a diversidade da Mata Atlântica, além de um delicioso e refrescante banho de cachoeira e piscina natural de águas claras e limpas. Ainda teremos uma parada num mirante, com uma impressionante vista da Serra do Mar, um momento de contemplação do meio ambiente e calmo para reflexão.

     

    Nível de Dificuldade do Passeio: Médio Moderado

    Tempo Previsto de Caminhada: 3:00 h - Entre Ida e Volta

    Distância Aproximada do Percurso: 7 Km - Entre Ida e Volta

    Piso da Trilha: Estrada de Terra Alagada e Trilha na Mata Fechada c/ Terreno Irregular e Travessia de Rio.

    Altitude do Trajeto: De 709 --> 756m (em relação ao nível do mar)

    Atrativos do Roteiro: Mirante, Cachoeira Grande e Piscina Natural

    Duração Prevista do Passeio: 5:00 h - Entre Ida e Volta + Paradas

    Recomendações: Idade Mínima 10 Anos / Levar Alimentação

    Descrição da Trilha: Trilha de médio percurso, sendo que boa parte dela será percorrida dentro d´água (abaixo do joelho) e com pequenos trechos de subidas e descidas que não exigem muito esforço físico.

    Trilha da Cachoeira Escondida

    A Trilha da Cachoeira Escondida recebeu este nome não foi por menos. Depois agradável caminhada, rodeada de belas árvores, bromélias, manacás, chegamos a uma refrescante queda d´água, onde se pode recompor as energias e descansar. Na volta paramos ainda num mirante, em que avistamos a Serra do Mar e a Baixada Santista, uma vista privilegiada da escassa Mata Atlântica restante do estado de São Paulo, e um contato diferenciado com a natureza.

     

    Nível de Dificuldade de Trilha: Médio Moderado

    Tempo Previsto de Caminhada: 4:00 h - Entre Ida e Volta

    Distância Aproximada do Percurso: 10 Km - Entre Ida e Volta

    Piso da Trilha: Estrada de Pedra, Terreno Irregular e Trilha na Mata

    Altitude do Trajeto: 820 --> 1007m (em relação ao nível do mar)

    Atrativos do Roteiro: Mirante e Cachoeira Pequena

    Duração Prevista do Passeio: 5:30 h – Entre Ida, Volta e Paradas.

    Recomendações: Idade Mínima 10 Anos/ Levar Alimentação

    Descrição da Trilha: Trilha de médio percurso, com subidas e descidas que exigem um pouco de esforço físico, tanto na ida como na volta.

    Trilha da Cachoeira do Banquinho

    A Trilha da Cachoeira do Banquinho é o mais novo roteiro, com uma trilha rica em verde, acompanhada de vegetação bastante diversa, clima agradável, e com um pouco de atenção e silêncio durante a caminhada, podemos encontrar alguns representantes da fauna local, como aves entre outras espécies. Um banho de cachoeira ira fazer esse passeio diferente da rotina urbana, com a certeza da sensação de bem estar que só a integração com a natureza pode nos fornecer.

     

    Nível de Dificuldade do Passeio: Pesado

    Tempo Previsto de Caminhada: 6h - Entre Ida e Volta

    Distância Aproximada do Percurso: 14.8 Km - Entre Ida e Volta

    Piso da Trilha: Estrada de Terra, Trilha na Mata Fechada c/ Terreno Irregular.

    Altitude do Trajeto: De 809-->1030m (em relação ao nível do mar)

    Atrativos do Roteiro: Cachoeira de Porte Médio

    Duração Prevista do Passeio: 7:00 h - Entre Ida e Volta + Paradas

    Recomendações: Idade Mínima 10 Anos/ Levar Alimentação

    Descrição da Trilha: Trilha de longo percurso, dentro da mata fechada, com trechos de subidas e descidas que exigem esforço físico.

    Trilha do Lago de Cristal

    A trilha para o Lago de Cristal já tem em seu nome um convidativo contato com a natureza: um mergulho em águas cristalinas de uma belíssima piscina natural! Num ambiente confortável, em meio a Mata Atlântica, com clima quente e águas límpidas. Bromélias, manacás, samambaias, além da agradável trilha sonora das diversas aves locais.

     

    Nível de Dificuldade do Passeio: Moderado

    Tempo Previsto de Caminhada: 3:00 h - Entre Ida e Volta

    Distância Exata do Percurso: 8 Km - Entre Ida e Volta

    Piso da Trilha: Estrada de Terra, Trilha na Mata Fechada e Dentro de Rio c/ Terreno Irregular.

    Altitude do Trajeto: De 738 --> 776 m (em relação ao nível do mar)

    Atrativos do Roteiro: Cachoeira Pequena e Piscina Natural Grande

    Duração Prevista do Passeio: 5:00 h - Entre Ida e Volta + Paradas

    Recomendações: Idade Mínima 10 Anos/ Levar Alimentação

    Descrição da Trilha: Trilha de médio percurso, com pequenos trechos de subidas e descidas que não exigem muito esforço físico.

    Travessia – São Bernardo do Campo à Cubatão – Via Vale das Cachoeiras

    A Travessia de São Bernardo do Campo à Cubatão por dentro Vale do Rio Pereque irá nos proporcionar um dia de muita aventura, e contemplação das belezas naturais da Mata Atlântica. Diversas piscinas naturais de águas cristalinas que nos convidam a refrescantes mergulhos irão enriquecer ainda mais esse maravilhoso passeio.

     

    Nível de Dificuldade do Passeio: Muito Pesado

    Tempo Previsto de Caminhada: 7h – Somente Ida

    Distância Aproximada de Todo Percurso: 15 Km

    Piso da Trilha: Estrada de Terra, Trilha na Mata Fechada c/ Terreno Irregular Caminhada dentro do Rio.

    Altitude do Trajeto: De 710 --> 8 m (em relação ao nível do mar)

    Atrativos do Roteiro: Cachoeira Grande, Piscina Natural e Mirante

    Duração Prevista do Passeio: 9h - Entre Ida + Paradas

    Recomendações: Idade Mínima 16 Anos/ Levar Alimentação

    Descrição da Trilha: Trilha de longo percurso, com muitos trechos de subidas e descidas que exigem muito esforço físico, e caminhada dentro do rio.

    Trilha da Cachoeira da Barragem

    A Trilha da Cachoeira da Barragem é o mais novo roteiro, que proporciona ao visitante um profundo contato com as belezas próximo a região de Paranapiacaba. Uma belíssima trilha em meio a Mata Atlântica, exibindo a rica biodiversidade local, nos levará ao encontro de uma maravilhosa cachoeira, que forma uma piscina natural que nos convida a refrescantes mergulhos.

     

    Nível de Dificuldade do Passeio: Moderado

    Tempo Previsto de Caminhada: 4:00 h - Entre Ida e Volta

    Distância Aproximada do Percurso: 7 Km - Entre Ida e Volta

    Piso da Trilha: Estrada de Terra, Trilha na Mata Fechada c/ Terreno Irregular e Travessia de Rio.

    Altitude do Trajeto: De 714 --> 729 m (em relação ao nível do mar)

    Atrativos do Roteiro: Cachoeira Grande e Piscina Natural

    Duração Prevista do Passeio: 6:00 h - Entre Ida e Volta + Paradas

    Recomendações: Idade Mínima 10 Anos/ Levar Alimentação

    Descrição da Trilha: Trilha de médio percurso, com pequenos trechos de subidas e descidas que não exigem muito esforço físico, além de travessias em riachos e rios com altura entre o tornozelo e cintura.

    Trilha da Cachoeira do Alto da Serra

    A Trilha da Cachoeira do Alto da Serra tem como foco principal uma exuberante piscina natural com águas cristalinas, Durante a trilha, na caminhada desfrutamos de belíssimas paisagens da baixada santista.

     

    Nível de Dificuldade do Passeio: Pesado

    Tempo Previsto de Caminhada: 6:00 h - Entre Ida e Volta

    Distância Aproximada do Percurso: 13 Km - Todo o Percurso

    Piso da Trilha: Estrada de Terra, Trilha na Mata Fechada c/ Terreno Irregular e Caminhada dentro do Rio.

    Altitude do Trajeto: De 710 --> 760 m (em relação ao nível do mar)

    Atrativos do Roteiro: Cachoeira Grande, Piscina Natural e Mirante

    Duração Prevista do Passeio: 8:00 h - Entre Ida e Volta + Paradas

    Recomendações: Idade Mínima 16 Anos - Levar Alimentação

    Descrição da Trilha: Trilha de longo percurso, com muitos trechos de subidas e descidas que exigem muito esforço físico, e caminhada dentro do rio.

    Trilha das Hortênsias

    Possui 325m de extensão e pode ser percorrida em aproximadamente 30 minutos. É considerada de grau médio de dificuldade devido sua declividade (de 15º a 20º). Nela, o visitante pode observar plantas ornamentais exóticas, como a hortênsia, de origem asiática, além de conhecer o tratamento dado à água que abastece a parte baixa da Vila.

    Trilha dos Gravatás

    Possui 389m de extensão e pode ser percorrido em aproximadamente 30 minutos. É considerada de grau fácil de dificuldade, possuindo declividades de até 15º. Percorre-la é um passeio bastante agradável em virtude da sombra das copas das árvores.

    Trilha da Pontinha

    Acompanha o percurso do rio Grande, possuindo aproximadamente 1090m de extensão com 1h de caminhada. Tem início na estrada de Paranapiacaba e fim na via de manutenção para o Tanque do Gustavo.

    A caminhada é fácil (declividade de 15º) e pode-se apreciar parte do antigo sistema de abastecimento de água das 5 máquinas fixas do segundo sistema funicular, que atualmente abastece parte da parte Alta da Vila.

    Trilha do Mirante

    Acompanhando a encosta da serra, por dentro da mata, a trilha de possui cerca de 1185m de extensão que podem ser percorridos em aproximadamente 1h. Possui grau fácil de dificuldade e declividade de até 15º. O principal atrativo é o mirante, que está cerca de 1000 metros de altitude, no limite com o Parque Estadual da Serra do Mar, possibilitando a visão da Baixada Santista e do mar, do complexo rodoviário Anchieta-Imigrante e o polo industrial de Cubatão. Inicia-se por uma estrada íngreme, porém bem calçada e larga, que permite a passagem de veículos autorizados até às inúmeras torres de transmissão de TV, rádio, etc. Após 40 minutos chega-se a uma bifurcação: a estrada continua à esquerda e a trilha envereda-se na mata à direita. Estreita e plana conduz a um amplo descampado, propício a um merecido descanso, e com visão gratificante, em dias limpos. Quando visitada pela famosa neblina, adquire uma beleza especial. Apesar da vista bonita e do passeio agradável, o local está abandonado.

    Trilha da Comunidade

    Partindo do final da trilha da Água Fria e com 1.569m de extensão, esta trilha dá acesso à um dos pontos mais altos do Parque, podendo ser percorrida em aproximadamente 2h.É uma caminhada difícil, com desnível de 276m e declividade acima de 30º, durante e qual se pode observar bromélias e orquídeas. No alto do morro, encontram-se ruínas que dizem se tratar de uma antiga comunidade alternativa da década de 1970. Pelo local, passa a divisa de três municípios: Santo André, Santos e Mogi das Cruzes.

    Água Fria

    A trilha da Água Fria é um dos passeios mais simples para ser feito em nossa região. Ocorre que, tempos atrás, houve um pequeno deslizamento de uma pedra, e outro também pequeno poderá ocorrer. Em vista disso tomou-se a precaução de não ser mais autorizada aos monitores a ida até a pequena queda d'água. Esta situação perdura até este ano de 2009. Uma vez que essa trilha se inicia na estrada para Taquarussu e não possui guarita de vigilância, o acesso acaba sendo livre e a queda d'água pode ser facilmente atingida; coisa, aliás, que vem sendo feita com grande frequência. Partir da estrada é uma trilha simples, com cerca de duzentos metros de extensão. Ela é o início de uma das trilhas para a Comunidade, que é um interessante local a ser visitado, e descrito em outro passeio deste site. A estrada vicinal para Taquarussu é em terra, ou arenosa ou cascalhada, facilmente percorrida a pé. Possui bonita e bem conservada mata atlântica, com boa diversidade da flora. Quanto à fauna podemos dizer que algumas espécies já estão habituadas com a presença humana, enquanto outras são difíceis de serem vistas, mas sempre se pode ouvir o lindo canto de algum pássaro. A partir da vila leva-se cerca de trinta minutos para atingir o pequeno muro de pedras, por onde passa o riacho.

    Taquarussu

    A Fazenda Taquarussu é vizinha de Paranapiacaba, localizada no município de Mogi das Cruzes. É uma antiga fazenda de eucaliptos que abastece comerciantes na região. O proprietário, Sr. Sírio Begliomini, chegou à mesma em 1939, com 14 anos de idade. Sempre se lembra deste ano devido ao início da II Guerra Mundial. Informa que a mesma forneceu lenha e carvão para as máquinas em Paranapiacaba durante o conflito, pois a Inglaterra não estava em condições de exportar o carvão mineral. Aqui na vila também se diz que os ingleses não queriam que a extração fosse por aqui, e daí o trouxeram de lá. É um local agradável, com uma bonita capela, reformada em 2007, junto a um jardim. Possui um grande, com peças históricas ao redor. Há um chalé para locação. Pés de Cambuci podem ser apreciados, e o fruto está disponível para os visitantes. É permitida a realização de piqueniques. Há poucos moradores, que podem prestar alguma informação sobre o local. Para os apreciadores há uma das melhores pingas de Cambuci da região. Chega-se à fazenda através de estrada vicinal em terra, facilmente percorrida a pé, de bicicleta ou automóvel. Em veículo motorizado leva-se de 10 a 15 minutos, enquanto a pé cerca de 50. A estrada possui bonita e bem conservada mata atlântica, com algumas espécies de animais. Possui saída, em razoável estado, para a rodovia Mogi-Bertioga, porém com pouca sinalização.

    Mirantinho

    É uma pequena plataforma de madeira, com cerca de 4 metros de altura, de onde se avista o vale do rio Mogi, em direção à Cubatão. É por esse vale que desce a ferrovia, e é por ele que entra a maior parte da neblina característica da vila. Em dias claros é possível avistar a via férrea, algumas indústrias na baixada, a tubulação que conduz água da represa Billings para a usina Henry Borden, um viaduto da Imigrantes e um pequeno trecho da Praia Grande. Está localizado junto ao estacionamento na parte alta da vila. O acesso é livre.

    Trilha do João Dias

    É uma trilha muito usada por motoqueiros nos fins de semana. Talvez seja uma das mais difíceis para Motocross existente no estado. É muito interessante percorrê-la a pé. Seu percurso total, além de difícil, é longo. Leva-se cerca de 5 horas em seu percurso. Com o tempo necessário para atingi-la, chegamos a um total de 6 a 7 horas. Contornando Paranapiacaba, possui inúmeras subidas e descidas e, em época de chuva fica com um sem-número de locais totalmente encharcados. Não é obrigatório o acompanhamento de monitores, por estar fora da área de responsabilidade da municipalidade, mas seria prudente a companhia de alguém que a conheça. Por precaução, não deve ser percorrida por grupo com menos de 4 pessoas, e alguém na vila deve ser avisado sobre o destino e hora de chegada do passeio. Por ser cansativa deve-se levar todo o aparato nesse tipo de passeio: roupas e tênis adequados, lanche, etc. Possui riachos com água potável. Possui apenas uma bifurcação (depois de umas três horas de lenta caminhada) e, nela deve-se entrar à direita, em direção à Taquarussu. Se ela é radical é justamente pela degradação ambiental que as motos causam. É bonita, mas dá pena ver o grande estrago já feito em seu leito.

    Parque das Nascentes – Olho D'Água

    Este parque é o mais bonito recanto dentro de nossa vila. Foi construído no fim do século XIX, quando a primitiva vila teve que ser ampliada para abrigar os empregados que iriam trabalhar na 2ª linha do funicular. Aliás, quase tudo neste local remonta a essa época. Ele foi construído para a captação da água necessária para o abastecimento domiciliar, bem como para utilização no pátio ferroviário. Até os dias de hoje a vila inglesa é por ele abastecida, enquanto a parte alta utiliza a água proveniente do "Tanque do Gustavo". É mais um local em Paranapiacaba onde história e natureza se encontram. Está, ainda, praticamente intacto todo o sistema de canalização e represamento da água, tal qual foi construído pelos ingleses. É mais uma obra onde se pode observar o esmero e eficiência tecnológica desse povo que aqui esteve por 90 anos.

    Poço das Moças

    O Poço das Moças é, sem dúvida, um dos mais bonitos passeios que se pode fazer em Paranapiacaba. Mas é também um dos mais longínquos. Localiza-se quase na raiz da serra, já no município de Cubatão. Formado pelas águas do Rio Quilombo, possui extensa área com grandes pedras, por entre as quais quedas d'água e lagoas fazem a alegria dos turistas. Há lugares rasos e fundos, onde se pode nadar e mergulhar à vontade. Na maior das lagoas forma-se um lindo jogo de reflexos luminosos devido a essas diferentes profundidades. Por ser extenso, o Poço das Moças recebe amplamente a luz solar, propiciando, também, gostoso banho de sol. A mata circundante é exuberante e seu reflexo na límpida água forma um cenário verdadeiramente artístico. É dos poucos passeios onde o tempo de permanência se torna pequeno a quem quer que o faça. Em primeiro, porque a volta será longa, em segundo, porque propicia condições para um lazer mais duradouro. Em relação à volta, há a alternativa de se contratar, a priori, um veículo para o retorno, pois há acesso pela rodovia Piaçaguera-Guarujá. Falando do caminho para atingi-lo, podemos dizer que, entre ida e volta, leva-se em torno de oito horas, sendo umas três na ida e as restantes na volta. Ele apresenta como ponto favorável a passagem pelo Mirante, um passeio mencionado em item superior desta página. Até este local o trajeto já está descrito. Do Mirante ao Poço das Moças segue-se pela trilha das motos, ou dos motoqueiros. Esse nome é devido ao fato de a mesma ter sido usada por esses veículos, mas hoje em dia isso não é mais permitido. A trilha é limpa, mas estreita, o que confere a mesma uma grande beleza. O declive é suave, pois segue em ziguezague. Por tudo que foi descrito, seria interessante ao turista chegar bem cedo à vila, ou então dormir por aqui, a fim de desfrutar com tranquilidade de toda beleza que estará à sua espera.

    Poço Formoso

    O Poço Formoso é um local delicioso para um passeio, com um percurso de média duração, com cerca de 01h30min horas de caminhada, descendo a Serra do Mar em direção à Cubatão. Possui um gostoso tanque entre pedras, rodeado pela linda mata atlântica, onde há pequena e farta queda de límpida água, excelente para um refrescante banho. É agradável para um tranquilo lanche, permitindo, ainda, uma caminhada por entre as pedras, onde outras quedas d'água podem despertar nova vontade para desfrutar de seu frescor. Localizando-se no alto do vale do Rio Mogi, também proporciona uma bonita vista serra abaixo. O caminho é de média dificuldade, pois possui, via-de-regra, pequena inclinação. Ao longo do mesmo há outros trechos do rio onde também é possível banhar-se. Como ponto negativo este passeio apresenta grande derrubada da mata atlântica, feita de forma totalmente desnecessária, ao longo das linhas de transmissão de energia elétrica. Sem qualquer respeito pelo meio ambiente são derrubadas samambaias, folhagens e arbustos que em nada interferem na rede. Aliás, este fato foi fartamente documentado para a devida denúncia. Uma vez que o Poço Formoso, em si, nada tem a ver com isso, ele merece uma visita, pois é realmente digno da mesma.

    Cachoeira Escondida

    A Cachoeira Escondida possui, como principal atrativo aos turistas, excelente trilha que pode proporcionar não só a oportunidade de uma bela caminhada, como também a de conhecer antigos caminhos utilizados pelos primeiros exploradores da região. Sua trilha se inicia junto ao Mirante, já descrito em outro passeio. Ela é de nível médio, sem muitos aclives e declives, É bem delimitada, possuindo diversas ramificações, o que torna obrigatória a presença de monitores autorizados, que a conheçam bem. É possível observar o contraste entre a mata primária e a formação da mata secundária, pois em grandes trechos a região foi fortemente explorada para madeira e carvão. Podem-se observar primitivos fornos junto a vestígios de estradas de tempos remotos. A região é rica em riachos e corredeiras que enriquecem a caminhada a cada momento. Com a rápida regeneração da flora, temos também a volta da fauna, que pode ser observada em todo o trajeto. Após essa agradável trilha chega-se à cachoeira, de pequeno porte, em um estreito vale coberto pela copa de grandes e belas árvores, de onde pendem lianas, num esforço para atingirem o solo úmido. O descanso é recompensador, principalmente pelo visual proporcionado pela luz solar se esgueirando por entre a verde e exuberante folhagem. A cachoeira não possui tanque para nadar, e tem como atrativo a ducha em fria e límpida água serrana. Vale a pena conferir.

    Passeios

    Diversos passeios em Paranapiacaba exigem o acompanhamento de monitores ambientais credenciados pela municipalidade andreense. Alguns desses monitores pertencem a associações, enquanto outros são independentes.

    É evidente que a qualidade do monitoramento varia de uns para outros. Enquanto alguns servem mais de acompanhantes, outros realmente proporcionam um aprendizado maior aos turistas, a respeito da região e da peculiaridade da mata atlântica. A busca pelo compromisso socioambiental, bem como pelo contato com a natureza e por mais bem estar físico, leva-nos a uma exigência cada vez maior em relação àqueles a quem estaremos escolhendo para nos orientar quando entrarmos em contato com um meio ambiente tão diverso, porém tão frágil, quanto a mata atlântica. Ao procurarmos passeios e atividades ecológicas devemos não apenas nos preocupar com nosso relaxamento momentâneo, mas, sobretudo em nos harmonizar com esse meio ambiente, a fim de melhor o conhecermos, para que possamos desfrutar de tudo o que nos oferece, mas principalmente para saber qual a nossa responsabilidade em sua preservação.

    • Guias Locais:
    • Elias Pereira: tel. 9955-9399
    • Antônio (Caneco Verde): Caminhadas e limpeza de trilhas, tel. 5011-8285
    • André Benedito: tel. 4996-3735
    • Evandro Chagas: tel. 9315-5971
    • Daniela Bargamini: tel. 4439-0203
    • Área Total : 15,5 km2
    • Altitude media: 744 m

    Turismo de aventura

    • Bicicleta Operadora: MTB Trip Club Paranapiacaba – Passeios e trilhas de bicicleta em meio a Mata Atlântica que compõe o cenário da Vila de Paranapiacaba. Passeios realizados mediante o agendamento. Rua Rodrigues Alves, 467 Tel.: 9615-5620 Sérgio Botter

    Informações Gerais

    Autorização de fotos e filmagens em Paranapiacaba

    Por se tratar de um patrimônio histórico, tombado em nível nacional, estadual e municipal, a Vila de Paranapiacaba exige, conforme o artigo 73 da Lei 9.018/2007, que os interessados em realização de filmagens e fotos no local obtenham autorização prévia. Esta autorização é expedida pela Gerência de Projetos da Secretaria de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba. O prazo mínimo de solicitação é de uma semana.

    No caso de as fotos e imagens terem destinação comercial, publicitário ou jornalístico é necessário ainda recolher uma taxa, a título de uso de imagem. Todos os recursos arrecadados com esta taxa são destinados ao Fundo de Gestão do Patrimônio Histórico de Paranapiacaba, sendo destinados exclusivamente para a manutenção e restauro de imóveis da Vila.

    Para mais informações sobre a autorização, os interessados devem entrar em contato com a Gerência de Projetos através do telefone 11 4439-1315 ou dos endereços eletrônicos cgcamargo@santoandre.sp.gov.br e vmmoreira@santoandre.sp.gov.br.

    Abaixo o conteúdo da lei 9.010/2007

    • Lei 9.018/ 2007
    • CAPÍTULO II
    • DO USO DA IMAGEM DA VILA DE PARANAPIACABA
    • Art. 73. As filmagens, fotografias e outras formas de exploração de imagem referente à paisagem cultural na área da Zona Especial de Interesse do Patrimônio de Paranapiacaba, para fins comerciais, publicitários ou jornalísticos, serão permitidas mediante:
    • I - autorização emitida pela Prefeitura de Santo André, com assinatura do respectivo Termo de Compromisso;
    • II - doação de quatro exemplares do produto publicitário gerado, à Prefeitura de Santo André, nos quais deverão conter informações referentes à Vila de Paranapiacaba;
    • III - pagamento da respectiva taxa.
    • Parágrafo único. Para uso institucional, cultural ou artístico não será cobrada a taxa prevista no inciso III deste artigo.
     

    Centro de Informações e Apoio ao Turista

    Para mais informações, entre em contato com o Centro de Informações e Apoio ao Turista através do telefone (0xx11) 4439-0237.

    Posto de Atendimento médico

    R Rodrigues Alves, 29 -Atendimento 24 horas – Fone: 4439-0030

    • DDD 011
    • DDI 55 + 11+ nº do telefone
    • CEP 09150-*** (os últimos números variam a cada rua)
    • Voltagem 110V
    • Padroeiro Nosso Senhor Bom Jesus
    • Altitude 796 m
    • Área 4,81 km² (vila) e 83,22 km² (distrito)
    • População: Vila 2.131 habitantes / Distrito 3.885 habitantes censo de 1996
    • Clima Tropical úmido
    • Atividade econômica: Turismo

    A Vila de Paranapiacaba, seu patrimônio tecnológico e seu entorno, composto por remanescentes da Mata Atlântica, foram tombados em 1987 pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo), em 2002 pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e no ano seguinte, na esfera municipal, pelo Condephapaasa. E desde 2008 o local é candidato a patrimônio da humanidade pela UNESCO, constando na lista dos sítios brasileiros que o Iphan, órgão responsável pela apresentação das candidaturas do país, deverá encaminhar à entidade. Atualmente a Prefeitura elabora um dossiê que será enviado talvez ainda este ano.

    Localizada no território de Santo André, a vila de Paranapiacaba, que pertencia à RFFSA (Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima), foi adquirida pela Prefeitura da cidade em 2002. Desde então a administração municipal tem investido no destino, com a preocupação de cuidar do patrimônio histórico e ambiental.

    Parques

    Parque Central

     
    • R. José Bonifácio, s/nº - Vila Assunção
    • Telefone: 4426-6628
    • Horário de funcionamento: de domingo a domingo das 6h às 20h
    • Segurança, acesso para necessidades especiais. Sanitários - Rampas
    • Pista de caminhada, ciclovia, praças de convivência, playground, lagos, palco em forma de concha, campo de futebol, 4 quadras poliesportivas, praças com equipamento de alongamento e ginástica, bicicletário, 10.500 árvores, sendo 170 transplantadas de outros locais,
      40.000m2 de gramado, 8.000m2 de canteiros de herbáceas e marquise de aproximadamente 300m2.

    Parque Prefeito Celso Daniel

     
    • Av. D. Pedro II, 940 - Bairro Jardim
    • Telefone: 4455-4086
    • Horário de funcionamento: das 5h às 22h
    • Segurança, acesso para necessidades especiais: Corrimão - Sanitários - Rampas.
    • Área densamente arborizada contendo grande diversidade vegetal, pista de cooper e de caminhada, área de alongamento, playground, lago, áreas de múltiplo uso, quadras para prática de esportes, lanchonete, revistaria, vestiários e sanitários.

    Parque do Pedroso

     
    • Estrada do Pedroso, s/nº - Bairro Represa
    • Horário de funcionamento: de domingo a domingo, das 6h às 18h.
    • Segurança, ampla área arborizada com vegetação nativa, contendo playground, campos de futebol, quadras para prática de esportes, uma cancha de bocha, quiosque com churrasqueiras, alamedas para caminhada, capela, lagos e sanitários.

    Parque Antônio Flaquer (Ipiranguinha)

     
    • R. Cel. Seabra, s/nº - Vila Alzira - Telefone: 4992-1168
    • Horário de funcionamento: de domingo a domingo, das 6h às 22h
    • Acesso para necessidades especiais
    • sanitários - rampas
    • Área densamente arborizada com playground, área para caminhada, equipamentos para ginástica, palco e sanitários. Sede da Banda Lira de Santo André. Aos domingos acontece a feira de artesanato.

    Parque Regional da Criança Palhaço Estremelique

     
    • Av. Itamarati, 536 - Parque Jaçatuba
    • Telefone: 4479-5693
    • Horário de funcionamento:domingo a domingo, das 6h às 18h
    • Acesso para necessidades especiais : Sanitários -Rampas
    • Área densamente arborizada com playground, área para caminhada, equipamentos para ginástica, sanitários, quadra de tênis, uma pequena arena, uma escola municipal de iniciação artística que oferece cursos de arte e música. Aos sábados recebe a feira de artesanato.

    Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba

     
    • Av. Rodrigues Alves, 473-A -Centro de Visitantes
    • Telefone 4439-0321
    • E-mail:parquenascentes@santoandre.sp.gov.br
    • Horário de funcionamento:terça a domingo, das 9h às 17h.

    Segurança, área de conservação ambiental formada pela Mata Atlântica, com nascentes e exemplares de cedro, bromélias, orquídeas, etc. Fauna silvestre formada por sanhaços, tangarás, macucos, veado campeiro e muito mais. Quatro trilhas para caminhada com visitação monitorada.

    Criado pela Prefeitura de Santo André, em 05 de junho de 2003, através do decreto Municipal nº 14937 de 05 de Junho de 2003, o Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba - PNMNP, é uma Unidade de Conservação (UC), com 4.261.179,10 m2 de remanescentes de Mata Atlântica no entorno da histórica vila de Paranapiacaba.

    Tem como objetivo proteger a paisagem natural, destacando os contrafortes da Serra do Mar, as nascentes formadoras do Rio Grande.

    O Parque localiza-se ao redor de mais duas UCs, a Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba e o Parque Estadual da Serra do Mar, contribuindo na formação de um extenso corredor ecológico voltado a preservação e sustentabilidade da Mata Atlântica, integrante à área tombada como Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

    Pela proximidade da Serra do Mar, por seu clima, com a neblina típica, e pelas suas belezas naturais, o PNMNP possui potencial para atividades voltadas para o uso público, como esportes na natureza, caminhadas em trilhas, estudo de meio, interpretação, recreação e educação ambiental.

    Atualmente o parque possui 5 trilhas abertas a visitação e dois Núcleos de Interpretação Ambiental.

    Parque Antônio Pezzolo (Chácara Pignatari)

     
    • Av. Utinga, 136 - Vila Metalúrgica - Telefone: 4997-4063
    • Horário de funcionamento: de domingo a domingo das 6h às 22h
    • Segurança, acesso para necessidades especiais: corrimão - sanitários - rampas

    Área densamente arborizada com playground, área para caminhada, brinquedoteca, a Escola Livre de Cinema e Vídeo, que oferece cursos de cinema e vídeo para adultos e adolescentes, Equipamentos de alongamento e ginástica, Feira de Artesanato todo domingo, quadras para prática de esportes e atividades físicas, campo de malha, vestiários e sanitários.

    Parque Escola

     
    • R. Anacleto Popote, 46 - Bairro Valparaíso
    • Telefone: 4990-8863
    • Horário de funcionamento:segunda a sexta-feira, das 8h às 17h; aos sábados, das 8h às 12h
    • Segurança, acesso para necessidades especiais: corrimão - sanitários - rampas.

    Área arborizada com pista de cooper e de caminhada, espaço de múltiplo uso, auditório, área para exposição, equipamentos de alongamento e ginástica, teatro de arena, estufa, horto medicinal, minhocário, biblioteca, cactário, sucato teca e sanitários. Oferece diversos cursos nas áreas de jardinagem, botânica e arte, além de atividades de educação infantil.

    Parque Cidade dos Meninos

     
    • Rua Batávia, s/nº - Parque Novo Oratório.
    • Horário de funcionamento: de domingo a domingo das 6h às 18h
    • Acesso para necessidades especiais: rampas.

    Campo de areia, anfiteatro e área para caminhada entrecortada por curso d'água, equipamentos de alongamento e ginástica.

    Parque da Juventude

     
    • Av. Cap. Mário Toledo de Camargo s/nº-Jardim Ipanema
    • Horário de funcionamento:domingo a domingo das 6h às 18h
    • Acesso para necessidades especiais:corrimão - sanitários - rampas

    O local é equipado com playground, quadras para prática de esportes, campo de futebol, palco, área para caminhada, vestiários e sanitários, pista reformada de skate, equipamentos de alongamento e ginástica. O Parque foi totalmente restaurado em 2010.

    Parque Ulysses Guimarães

     
    1. R. Tirana, s/nº - Vila Matarazzo
    1. Horário de funcionamento:domingo a domingo, das 6 às 18h.
    1. Segurança, acesso para necessidades especiais, sanitários com fraldários.

    Pista de caminhada de 300 metros, quadra poliesportiva, campo de futebol gramado, pista de skate, playground, campo de malha e área com aparelhos de ginástica.

    Parque Antônio Flaquer (Ipiranguinha)

     
    • Endereço: Rua Coronel Seabra, s/n - Vila Alzira
    1. Telefone: 4992 - 1168
    1. Horário de funcionamento: Todos os dias, das 6h às 22h

    Segurança: 24 horas

    Banheiros adaptados, pista de caminhada, área de ginástica, lago com fonte luminosa, playground.

    Feira de artesanato aos domingos.

    Parque Centenário da Imigração Japonesa Norio Arimura

     
    1. Endereço: Rua Macedônia, s/nº - Parque Capuava
    1. Horário de funcionamento: Todos os dias, das 6h às 18h.
    1. Segurança: 24 horas

    Banheiros adaptados, pista de caminhada, área de ginástica, quadra esportiva, playground e lago.

    {C} {C}

    Campos de Futebol

    Estádio Municipal Bruno José Daniel

     
    1. Rua 24 de Maio, s/nº - Vila América
    1. Telefone: (11) 4474-4213 / (11) 4474-1928
    1. Capacidade máxima: 15157 pessoas

    Estádio Municipal Bruno José Daniel foi inaugurado no dia 15 de novembro de 1969 com a realização do Troféu Brasil de Atletismo. A primeira partida de futebol aconteceu no dia 14 de dezembro de 1969, com um amistoso entre Santo André e Palmeiras, na época campeão da Taça Roberto Gomes Pedrosa. O jogo amigável terminou com a vitória palestrina por quatro a zero. Entretanto, o estádio só recebeu o atual nome em 1973, sendo uma homenagem ao ex-prefeito Bruno José Daniel (pai do prefeito Celso Daniel, assassinado em janeiro de 2002). Bruno José Daniel também teve passagem marcante pela política da cidade. Vereador por três legislaturas seguidas (de 1952 a 1964), foi presidente da Câmara Municipal, prefeito interino (em 1955) e Secretário da Fazenda da cidade (no governo de Lauro Gomes). Bruno Daniel morreu em 1969.

    A atual capacidade do estádio é de 15.157 pessoas, mas seu recorde de público aconteceu em setembro de 1983, numa partida entre Santo André e Corinthians, quando mais de 21 mil pessoas compareceram ao jogo.

    Campos Distritais de Futebol

    C.D.F. VILA SÁ
    Rua Rio Claro n.460 – Vila Sá
    C.D.F. PREFEITO SALADINO
    Av. dos Estados s/n – Santa Terezinha
    C.D.F. GREMIO ESPORTIVO JARDIM UTINGA
    Rua Baleares s/n – Jardim Utinga
    C.D.F. TORINO F.C.
    Rua Montenegro n.51 – Vila Iguaçu
    C.D.F. CIDADE DOS MENINOS B (A. A S. PAULO)
    Rua Fenícia s/n. – Parque Novo Oratório
    C.D.F. CIDADE DOS MENINOS A (E.C. NACIONAL)
    Rua América do Sul n. 515 – Parque Novo Oratório
    C.D.F. JARDIM SANTO ALBERTO
    Rua Petrogrado n.431 – Jardim Santo Alberto
    C.D.F. S. E. JARDIM ANA MARIA
    Rua Alberto Magno n. 251 – Jardim Ana Maria
    C.D.F. ITAPUÃ F.C.
    Rua Nova Zelândia s/n. – Jardim Itapuã
    C.D.F. XV DE NOVEMBRO E PÇA. ELIS REGINA
    Rua Nova Zelândia s/n – Jardim Itapuã
    C.D.F. SETE DE SETEMBRO
    Rua Igarapava s/n – Valparaíso
    C.D.F. PQ. CAPUAVA (SECI)
    Rua Apalaches s/n. – Parque Capuava
    C.D.F. FLAMENGUINHO F.C.
    Rua Sabaúna s/n – Jardim Alzira Franco
    C.D.F. CORINTHIANS DE V. AQUILINO
    Rua Gonçalo Zaco n.194 – Vila Aquilino
    C.D.F. JARDIM ESTELA
    Rua Pereira Coutinho n.281 – Jardim Estela
    C.D.F. JARDIM CAMBUI (V. NOVA)
    Rua Maracaí s/n – Jardim Cambuí
    C.D.F. INDEPENDÊNCIA F.C.
    Rua Visconde de Mauá n.480 – Parque Central
    C.D.F. JD. ALVORADA (OURINHOS)
    Rua Ourinhos s/n. – Jd. Alvorada
    C.D.F. JD. DO ESTÁDIO
    Rua Alabastro n. 408 – Jardim do Estádio
    C.D.F. VASQUINHO/PORTUGUESA
    Rua Hatsuei Motomura s/n. – Vila América
    C.D.F. ESTÁDIO MUNICIPAL BRUNO JOSÉ DANIEL
    Rua Vinte e quatro de maio s/n. – Vila América
    C.D.F. SALVADOR DOS SANTOS
    Rua Guerra Junqueira n. 336 – Vila Humaitá
    C.D.F. TRANSRODI
    Avenida Capuava n. 351 – Vila Homero Thon
    C.D.F. - CIDADE SÃO JORGE
    Rua Rogério George s/nº – Parque Marajoara
    C.D.F. – GUARANI F.C.
    Rua João Caetano n. 76 – Centreville
    C.D.F. - IPANEMA F.C.
    Avenida Capitão Mário de Toledo Camargo – Pq. da Juventude
    C.D.F. – STA. BARBARA E COLORADO
    Rua Dr. Laurito s/nº – Vila Suíça
    C.D.F. – E.C. ACLIMAÇÃO (EMEI GUARARÁ)
    Rua Cocais n. 1861 – J. Guarará
    C.D.F. – CATA PRETA
    Estrada Cata Preta s/nº – Vila Luzita
    C.D.F. – JOÃO RAMALHO E.C.
    Rua Vasco da Gama s/nº – Vila João Ramalho
    C.D.F. – UNIDOS F.C.
    Rua dos Missionários s/nº – Vila Luzita
    C.D.F. – UNIVERSO (veterano), LUA NOVA E RIO AVANTE
    Rua Oiapoque s/n – Parque Miami
    C.D.F. – UNIÃO LIRA SERRANO
    Parte baixa de Paranapiacaba
    C.D.F. Alvinegro
    Rua Gutemberg, s/nº - bairro Santa Terezinha
    C.D.F. – Pingo De Ouro
    Parque Pedroso

    Campos Particulares

    C.D.F. – A . A . NÁUTICO
    Rua Catiguá s/n – Parque Erasmo Assunção
    C.D.F. – GUARACIABA F.C.
    Av. Prof. Luis Inácio de A . Mello c/ Valentim Magalhães
    C.D.F. – CAMPO GRANDE
    Estrada de Paranapiacaba s/nº
    C.D.F. - CENTREVILLE
    Rua São Vicente de Paula s/n. – Centreville
    {C} {C}

    Ginásios

    Complexo Esportivo Pedro Dell´Antonia
    Rua São Pedro, 27 – Vila América
    Telefone: (11) 4972-2821 / (11) 4972-4032
    Ginásio Sacadura Cabral
    Rua Las Palmas, 96 – Vila Sacadura Cabral
    Telefone: (11) 4421-4286
    Ginásio Prefeito Celso Daniel
    Av. D. Pedro II, 940 – B. Jardim
    Telefone: (11) 4994-0219
    Ginásio Noêmia Assumpção
    Rua Custódia, s/nº - Camilópolis
    Telefone: (11) 4461-0333
    Ginásio Vila Alpina
    Rua João Fernandes, s/nº - Vila Alpina
    Telefone: (11) 4427-8896
    {C} {C}

    Centros Comunitários

    Centro Comunitário Campestre

    Equipamento com duas quadras poli esportivas, um galpão e um parque infantil.

    Endereço: Rua Vitória Régia,940 – Bairro Campestre.

    Informações: 4421- 3929

    Centro Comunitário Bela Vista II

    Equipamento com uma pista de skate coberta, um salão multiuso e um galpão.

    Endereço: Rua Bragança, 141 – Jardim Progresso

    Informações: 4452-3167

    Brinquedoteca

    Espaço coletivo de brincar em um ambiente claro, arejado e descontraído, a população tem acesso a um acervo diversificado de jogos, brinquedos, fantasias e livros, distribuídos pelas salas ambientes onde crianças e adultos experimentam o prazer de brincarem juntos , onde a imaginação e a criatividade ganham asas no mundo do faz de conta, com a troca de experiências e saberes das diferentes faixas etárias e contextos socioculturais.

    A Oficina de Criação e Confecção de Brinquedos é outro serviço oferecido pela Brinquedoteca, sempre com público garantido!

    Endereço: Av. Utinga, 136 – Vila Metalúrgica

    Atendimento: Para acesso livre – sábados e domingos, das 9h às 12h e das 13h às 16h30.

    Telefone: 4997-4063

    {C} {C}

    Orquestra Sinfônica de Santo André

     

    A Orquestra Sinfônica de Santo André conta com mais de 80 músicos. Apresenta-se regularmente no Teatro Municipal de Santo André, outras salas de concerto e espaços alternativos. O repertório é de estilo variável. A Orquestra realiza também Ensaios Abertos, que funcionam como aulas sobre o funcionamento de uma orquestra sinfônica.

    Histórico

    Na década de 1950, a cidade formou sua primeira orquestra, um grupo semiprofissional liderado pelo maestro russo Leonid Urbenin. Com a morte do maestro, a orquestra foi desfeita. Na década de 1970, Santo André formou uma orquestra profissional, regida por Tibor Reisner. Esta orquestra foi mantida por um tempo breve.

    Em 1987, a Prefeitura de Santo André decidiu montar uma nova orquestra e, para isso, organizou um concurso que reuniu oito dos mais destacados regentes brasileiros. Flavio Florence foi o vencedor e seu projeto para formação da orquestra foi implantado. Em 1988, a Orquestra Sinfônica de Santo André foi fundada.

    A Orquestra já contou com a participação de importantes, entre os quais os Nelson Freire, Mikhail Rudy, Arnaldo Cohen, Arthur Moreira Lima, Jean-Louis Steuerman e Gilberto Tinetti, Cláudio Cruz, Elisa Fukuda, Antônio Meneses, Antônio Lauro Del Claro; Raffaelle Trevisani, Antônio Carlos Carrasqueira, Celine Imbert, Rosana Lamosa, Fernando Portari, Pepes do Valle, Paulo Szot.

    A Sinfônica de Santo André também faz apresentações com artistas de outras áreas, como teatro e dança. Nessas parcerias, a Orquestra já atuou ao lado dos atores Antônio Fagundes, Cacá Carvalho, Sérgio Mamberti, dos bailarinos Ana Botafogo, Cecília Kerche, Fernando Bujones, em espetáculos dirigidos por Ulisses Cruz, Walter Neiva e Antônio Petrin. Trouxe também artistas da MPB a seus concertos: Edson Cordeiro, Mônica Salmaso, Ná Ozetti, Taiguara, Roberto Sion, Bocato e Hermeto Paschoal.

    Quando dirigida pelo maestro Flavio Florence, a Orquestra Sinfônica de Santo André trouxe para seu pódio os maestros Enrique Bátiz, Graham Griffiths, José Ferreira Lobo, Álvaro Cassuto, Daniel Pacitti, Aylton Escobar, Luis Gustavo Petri, Richard Markson, Nelson Ayres, Lutero Rodrigues, Carlos Moreno e Wagner Polistchuk, atual Regente Adjunto da Orquestra.

    A Sinfônica também se apresenta regularmente nos Festivais de Inverno de Campos do Jordão e Paranapiacaba, e faz concertos anualmente na Sala São Paulo. Já gravou um CD pelo selo Camerati (O Messias, de Handel) e produziu as óperas Don Pasquale, de G. Donizetti, A Flauta Mágica de W. A. Mozart, e O Barbeiro de Sevilha, de Rossini.

    Ensaios abertos

    A programação de Ensaios Abertos já atendeu a mais de 10 mil crianças das redes pública e privada de ensino do ABC e região, que puderam conhecer os instrumentos e o repertório de uma orquestra.

    O projeto é gratuito e atende a crianças a partir de 7 anos, jovens e adultos. Os Ensaios Abertos acontecem mensalmente, às quartas-feiras, das 16h às 17h15.

    Agende sua escola com antecedência para garantir as vagas pelo telefone 4433-0789 (ramal 5), com Tania, em horário comercial, ou pelo e-mailthgarcia@santoandre.sp.gov.br. Os lugares excedentes poderão ser ocupados pelo público em geral.

    {C} {C}

    39º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto

    A Prefeitura de Santo André, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo e de sua Casa do Olhar Luiz Sacilotto, divulgou a lista dos artistas selecionados para o Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, em seleção realizada no dia quatro de abril. A comissão julgadora foi composta pelos críticos de arte, Oscar D'Ambrósio, Enock Sacramento, eleitos pelos inscritos, e José Armando Pereira, indicado pela organização do Salão. As obras selecionadas para o 39º Salão de Arte Contemporânea estão expostas no Salão de Exposições, na Praça IV Centenário, s/nº - Centro. A abertura do Salão foi no dia 28 de abril. Para maiores informações (11) 4992-7730.