Data: 04/02/2019 11:48 / Autor: Redação / Fonte: PMM

Conselho Tutelar de Mauá inaugura nova sede

Local dará mais assistência às famílias, com mais conforto e infraestrutura


Conselho Tutelar de Mauá
Conselho Tutelar de Mauá

Crédito: Divulgação PMM

Para buscar a proteção de crianças e adolescentes que sofrem com abuso, violência, trabalho infantil e outros problemas, o Conselho Tutelar de Mauá está em uma nova sede, atendendo às necessidades e assegurando o sigilo dos serviços efetuados. A inauguração foi nesta sexta-feira (1º/2) com a presença de autoridades da região.

A prefeita Alaide Damo afirmou que o novo espaço é mais estruturado e organizado. “Queremos que nossos jovens se sintam acolhidos, por isso o conforto do local é tão importante”. Assim como ela, a secretária de Promoção Social, Silvia Regina Grecco, explicou que os três conselhos do município se concentrarão nesta sede e, com isso, os 15 conselheiros poderão trocar informações com muito mais rapidez para solucionar os casos. “Aqui há uma brinquedoteca, que ajuda na reintegração, além da sala multiúso, sala de espera e outros ambientes relevantes para dar assistência”, salientou.

Era necessário um lugar adequado após o aumento de canais de comunicação, uma vez que a facilidade de acesso foi expandida. Os munícipes podem entrar em contato pelo Disque 100, pelo próprio número do Conselho Tutelar ou ainda pelo endereço, agora localizado na rua São Mateus, nº 49, bairro Matriz.

Esteve presente também o capitão Barbará, representando o tenente-coronel Carmo Júnior do 30º Batalhão, afinal, a polícia é essencial para operações com menor de idade abandonado, reintegração de posse ou ainda qualquer ocorrência envolvendo crianças e adolescentes. Outras pessoas marcantes para o Conselho Tutelar e que compareceram ao evento foram: Silvia Castiglioni, coordenadora do Fórum de Conselheiros dos sete municípios, Marco Sestini, juiz da Vara do Juri das Execuções Criminais e da Infância e Juventude, e Angélica Ramos Frias, promotora, que auxiliaram a repassar verbas advindas do Ministério Público para a compra de móveis e outros materiais. E, claro, os próprios conselheiros.

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