Mauá

Governo

  • Símbolos Municipais

    Bandeira

    O Brasão de Armas e a Bandeira constituem símbolos oficiais do município de Mauá. Ambos foram instituídos pela Lei Municipal Nº. 267 de 20 de agosto de 1959, e são de autoria do heraldista - especialista na arte ou ciência dos brasões - Salvador Thaumaturgo.

    Bandeira de MauáIlustrações 01 e 02 - Bandeira e Brasão do município de Mauá.

    Segundo consta da Lei Municipal nº 267/1959, a bandeira do município deve ser branca na metade que fica do lado esquerdo e azul na outra metade (lado direito). O escudo deve ser colocado no lado esquerdo, centralizado na parte branca. A lei define também que a bandeira deve ser confeccionada em tecido "filelé", segundo padrão aprovado oficialmente, nas proporções de 14 módulos de largura e 20 de comprimento.

    Brasão de Armas

    É formado por um escudo na cor azul que tem, na parte de cima, uma roda de ouro com vinte e quatro dentes. Dividindo este escudo há uma faixa ondada de prata e, na parte inferior, uma locomotiva a vapor. Em cima do escudo há uma coroa de ouro e nos dois lados, pilares de mármore em cor natural cinzenta sustentando os ábacos. Abaixo, um listel com letras de ouro e as seguintes datas e palavra: 1.4.1883 - MAUÁ - 1.1.1954.
    É interessante ressaltar que cada detalhe do Brasão tem um significado geralmente ligado a peculiaridades e aspectos históricos do Município.
    Sua simbologia é rica:
    O azul simboliza o céu e o clima ameno do Município e, por analogia, a crença religiosa dos munícipes. A roda dentada de ouro representa a bem desenvolvida indústria do Município.
    A faixa dentada de prata lembra o Rio Tamanduateí, que nasce em Mauá, e a locomotiva a vapor em ouro simboliza o Barão de Mauá, pioneiro da viação férrea.
    A Coroa mural de ouro é o símbolo universal da emancipação política municipal e os pilares de mármore lembram a antiga Capela de Nossa Senhora do Pilar, início do povoado que, cedendo às vantagens da proximidade da estação ferroviária, deslocou-se aos poucos, vindo formar o antigo Distrito de Mauá, hoje Município de Mauá.
    No listel vermelho, as datas 1.4.1883 e 1.1.1954, lembram a data da inauguração da Estação Ferroviária e a data em que o Distrito recebeu os foros de Município, respectivamente. A palavra Mauá denomina a cidade e identifica o escudo.
    Fonte: Lei Municipal nº 267/59.

    Paineira - árvore-símbolo do município de MauáPaineira

    A Paineira (Chorisia speciosa) localizada na confluência da Av. Barão de Mauá com a Rua Pref. Ênnio Brancalion, ao lado da Praça Teotônio Villela, que foi declarada a árvore-símbolo do município de Mauá, conforme Decreto 2072/1978.

     

    Paineira (Chorisia speciosa): árvore-símbolo do município de Mauá. Decreto 2072/1978.Evandro / PMM             

    Hino municipal

    Partindo da Nobreza
    Do Barão de Mauá
    Antevendo sua grandeza
    Uma Cidade iria brotar
    Em terras virgens do Pilar

    E agora aí está
    Mauá, Mauá, Mauá!
    O teu povo é varonil
    Incansável lutador
    Pelo progresso do Brasil

    Desde a fina porcelana
    E o granito natural
    Todo o povo se irmana
    Buscando um só ideal
    Com as chaminés fumegantes
    Fazendo sempre girar
    Engrenagens mil rolantes
    É a Cidade a prosperar

    E agora aí está
    Mauá, Mauá, Mauá!
    O teu povo é varonil
    Incansável lutador
    Pelo progresso do Brasil

     

    Poderes Públicos

    Poder Executivo Municipal

    O Poder Executivo exerce a função administrativa no município, por isso ele é também chamado de Administração Pública Municipal.

     

    Quadro Sinóptico de Prefeitos – 1890 a 2012 de Mauá

                               Mandato

    Gestão

    Prefeito

    01/01/1955 a 31/12/1958

    01/01/1955 a 31/12/1958

    Ennio Brancalion

    01/01/1959 a 31/12/1962

    01/01/1959 a 03/09/1962

    Élio Bernardi

    04/09/1962 a 31/12/1962

    Amélio Zuliani

    01/01/1963 a 31/12/1966

                                        

    01/01/1963 a 17/09/1965

    Edgard Grecco

    18/09/1965 a 31/12/1966

    José Mauro Lacava

    01/01/1967 a 31/01/1970

    01/01/1967 a 31/01/1970

    Élio Bernardi

    01/02/1970 a 31/01/1973

    01/02/1970 a 31/01/1973

    Américo Perrella

    01/02/1973 a 31/01/1977

    01/02/1973 a 31/01/1977

    Amaury Fioravanti

    01/02/1977 a 31/01/1981

    01/02/1977 a 31/01/1983

    Dorival Rezende

    01/02/1983 a 31/12/1988

    01/02/1983 a 31/12/1988

    Leonel Damo

    01/01/1989 a 31/12/1992

    01/01/1989 a 31/12/1992

    Amaury Fioravanti

    01/01/1993 a 31/12/1996

    01/01/1993 a 31/12/1996

    José Carlos Grecco

    01/01/1997 a 31/12/2000

    01/01/1997 a 31/12/2000

    Oswaldo Dias

    01/01/2001 a 31/12/2004

    01/01/2001 a 31/12/2004

    Oswaldo Dias

    01/01/2005 a 31/12/2008

    01/01/2005 a 05/12/2005

    Diniz Lopes dos Santos

    06/12/2005 a 31/12/2008

    Leonel Damo

    01/01/2009 a 31/12/2012

    01/01/2009 a 31/12/2012

    Oswaldo Dias

    01/01/2013 a 31/12/2016

    Atual

    Donizete Braga

    Fontes: PMM - Secretaria de Planejamento Urbano/ Coordenadoria de Planejamento Urbano e Informações Estratégicas.
    Nota: Mandato é o período oficial de governo para o qual o prefeito é eleito. Gestão é o tempo de governo cumprido efetivamente pelo Prefeito.

    Breve História dos Prefeitos de Mauá

     

    Ennio Brancalion
    Ennio BrancalionEnnio Brancalion, nascido em Campinas, distrito de Tanquinho, em 23 de outubro de 1904, foi primeiro prefeito de Mauá. Antes, em 1947, foi eleito vereador de Santo André, representando o Distrito de Mauá, mas não chegou a tomar posse, pois fazia parte da legenda comunista, a qual foi cassada na época.
    Ennio Brancalion exerceu seu mandato de prefeito entre 1955 e 1959. Depois voltou ao trabalho em pedreiras, seu antigo emprego. Dizem que muitas vezes dirigia-se à Prefeitura de bicicleta. Mais tarde elegeu-se vereador pelo PDC, cumprindo mandato de 1959 a 1962. Candidatou-se para prefeito novamente pelo PDC em 1961, mas desta vez não obteve sucesso. Faleceu em 11 de outubro de 1968.
     
     
     
     
     
    Élio Bernardi
    Élio BernardiNascido em Mauá, provavelmente na casa de sua avó, ao lado do Museu Barão de Mauá, em 30 de junho de 1923, conheceu sua espora, Thereza, ainda criança. Quando ainda solteiro, trabalhou na Cerâmica Paulista, e posteriormente na Serraria Sortino, em Santo André, onde acabou se tornando sócio. Atleta, jogava Associação Atlética Industrial e também no Clube Atlético Ipiranga, onde era profissional.
    Élio elegeu-se vereador na Prefeitura de Santo André, quando Mauá ainda era distrito de Santo André. Eleito segundo prefeito de Mauá, administrou a cidade entre 01/01/1959 a 03/09/1962, quando resolveu candidatar-se a deputado estadual, o que concedeu a Amélio Zuliani, até então 2º Secretário, o mandato de 3 meses como prefeito da cidade.
    Em 1967 voltou a ser prefeito de Mauá. Seu partido era o PTB, e com o bipartidarismo exercido na época, no Brasil, pertenceu também à ARENA. Foi candidato mais duas vezes a prefeito de Mauá, porém não foi eleito. Foi um dos fundadores da Santa Casa de Mauá, permanecendo como único provedor desde a fundação por 33 anos, até o dia de sua morte, 10 de março de 1999.
     
    Amélio Zuliani
    Amélio ZulianiFilho de imigrantes italianos, Amélio Zuliani nasceu em 25 de Janeiro de 1913, no Cambuci, cidade de São Paulo. Jogou basquete no antigo Palestra Itália, hoje Sociedade Esportiva Palmeiras. Aos 20 anos decidiu por sair do Cambuci para trabalhar na fábrica de cerâmica João Jorge Figueiredo, em Mauá, juntamente com seu irmão Ítalo. Trabalhou na cerâmica de 1949 a 1953, e depois aprendeu com o pai a profissão de carpinteiro, passando a trabalhar na Porcelana Mauá nessa função. Casou-se com Íria, filha de Ângelo Giannoni, de família antiga em Mauá, e também de descendência italiana. O casal teve três filhos: Marlene, Vera e Álvaro. Suas filhas também trabalharam na Porcelana Mauá. 
    Amélio tocou na Banda Lyra, e também foi presidente do Industrial por 7 anos, sendo inclusive técnico do time de futebol.
    A vida política de Amélio Zuliani começa com sua participação nos movimentos autonomistas, fazendo parte da Comissão dos Emancipacionistas. Ajudou como cabo eleitoral seu amigo Élio Bernardi, segundo prefeito eleito em Mauá, de quem herdou a prefeitura em 04 de setembro de 1962, mesmo sendo apenas vereador e 2º Secretário da Câmara, pois não somente o prefeito Élio Bernardi pediu afastamento, para a disputa ao cargo de Deputado, como também o vice-prefeito, o presidente da Câmara e o 1º Secretário da mesma.
    Sua carreira política foi breve, não se candidatando a mais nenhum cargo, assim como seus filhos também não seguiram carreira política. Seu genro, porém foi vereador por duas ocasiões.
    Na gestão de Edgar Grecco, foi fiscal da Prefeitura, e lá aposentou. Faleceu em 08 de fevereiro de 1995.
     
     
     
     
    Américo Perrella
    Nasceu em Mauá, quando ainda era conhecida como Pilar, no dia 25 de dezembro de 1915. Porém só foi registrado no dia 20 de março de 1916. Filho de imigrantes italianos, Emigdio Perrella e Clorinda Ciampetti Perrella, era um bom aluno, gostava de andar a cavalo e nadar no Tanque da Paulista. Ainda novo, começou a tocar bateria e também foi campeão mauaense de tênis de mesa.
    Foi para São Paulo para fazer os cursos de datilografia e contabilidade. Trabalhou no cartório e prestou pro Tiro de Guerra em Santo André. Trabalhou na Matarazzo como gerente.
    Casou no dia 25 de maio de 1940 com Nathércia Ferreira Perrela e com ela teve duas filhas, Ana Maria e Maria Elêna. Moraram na Av. Getúlio Vargas, compraram terreno na rua denominada hoje por Américo Perrella, onde aos poucos foram construindo. Foi sócio de um armazém e montou uma padaria junto com os irmãos, considerada pela família a primeira padaria de Mauá. Foi diretor de clube e tesoureiro do Hospital Santa Casa também. Contribuiu com a emancipação da cidade de Mauá. Em 1966, mesmo contra a vontade mas convencido pelo partido ARENA, foi vice da chapa de Élio Bernardi. Mais uma vez convencido pelo partido, em 1970 foi eleito prefeito de Mauá entre 01 de fevereiro de 1970 e 31 janeiro de 1973. Vale lembrar que nesta época as eleições municipais em Mauá não eram realizadas juntamente com as demais cidades, então Américo Perrella teve que cumprir um “mandato-tampão”, para ajustar as datas com as demais prefeituras. 
     
     
     
     
     
     
     
    Amaury Fioravanti
    Amaury FioravantiNascido em 08 de agosto de 1931, na cidade de Tabapuã, interior de São Paulo, morou com sua família no interior, onde passou sua infância e juventude. Casou-se em 03 de julho de 1955 com Carlota Carmona Fioravanti e mudou-se para Poloni.
    Como fez o antigo curso Normal (Magistério), iniciou sua carreira profissional como professor, lecionando em sítios no interior. Trabalhou numa Escola do Distrito de Monte d'Ouro até que lhe surgiu a oportunidade de ser gerente do Banco Intercontinental do Brasil S.A. Porém, ao pedir licença na Escola e remoção para São Paulo, teve que aguardar a licença e, com a demora da mesma, abandonou a gerencia do Banco, não querendo perder a chance de se tornar efetivo no Estado. Já na cidade de São Paulo, sem a família, procurou por vagas em Escolas, hospedando-se na cada de seus tios no bairro do Brás. Na procurara por trabalho conheceu uma professora que indicou vagas em Mauá, cidade que ele sequer conhecia. Em Mauá encontrou uma vaga, no Viscondinho, e acertou sua transferência. Continuou a morar com os tios no Brás por algum tempo, até que em 18 de maio de 1961 resolveu ficar definitivo em Mauá, alugando uma casa no bairro da Matriz, na Rua Itaqui, hoje é denominada R. Padre Antônio Negri, só então voltou ao interior para buscar sua família.
    Além de professor foi ajudante de farmacêutico e foi proprietário de uma avícola e de um bar, sempre com a ajuda de sua esposa e filhos. Mais tarde trouxe também seus pais, irmãos e primos.
    Foi presidente da Associação Atlética Industrial e também trabalhou como professor no E.E. Izilda Nascimento e na E.E. Maria Helena Colônia.
    Estudou Ciências Físicas e Biológicas em Mogi, e também estudou Direito.
    Sua vida política começou como candidato à vice de Ariocy Rodrigues Costa. Candidatou-se a prefeito pela 1ª vez e perdeu, em 1970. Venceu as eleições anos depois, exercendo o mandato de 1973 a 1977. Voltou ao cargo de prefeito no período de 01 de Janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1992, depois de ficar afastado por dois anos do cenário político, voltando como Secretário da Educação. Candidatou-se por mais duas vezes, sem sucesso.
    Dorival Rezende
    Nascido 20 de outubro de 1944, na cidade de Uberaba, Minas Gerais, onde ele participava de centros acadêmicos. Sempre esteve ligado ao teatro, além de ter sido campeão mineiro de natação.
    Em 1970 formou-se em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de Uberaba, e como muitos de seus colegas de profissão, veio para São Paulo iniciar sua vida profissional. Morou então em Diadema e depois Mauá, montando na cidade o seu consultório.
    Antes conheceu sua esposa, Ana Lúcia Amorim Rezende da Silva, na vida estudantil. Noivaram e se casaram em 1972, em Uberaba.
    Em Mauá, Dorival Rezende tornou-se popular através dos serviços prestados em seu consultório.
    Convidado por Amaury Fioravanti, lançou-se candidato a prefeito e começaram a trabalhar. E nesta primeira tentativa se elegeu. Em 1977 assumiu a Prefeitura, e ao final de seu mandato, foi informado que deveria permanecer em "mandato-tampão" até 1983, para que as eleições coincidissem com as de outras Prefeituras.
    Faleceu em 13 de Junho de 1983.
     
     
     
     
     
     
     
     
     
    Leonel Damo
    Leonel DamoNasceu em 11 de agosto de 1932, na cidade de São João da Boa Vista, interior de São Paulo. Sua família, descendentes de italianos, trabalhou em fazendas de café. Mudaram para Mauá em 02 de junho de 1948.
    Em 1956 casou-se com Tereza Damalho Damo, também de São João da Boa Vista, com a qual teve seu 1º filho: Edson Damo. Ela faleceu dois anos depois de seu casamento. Leonel Damo voltou a casar-se em 1981, com Alaíde Doratiotto, com quem teve duas filhas, Vanessa e Vanelli Doratiotto Damo, irmãs gêmeas.
    Incentivado por amigos, Leonel entra para a vida política, sendo eleito vereador em sua 1ª tentativa, em 1966, pelo Partido ARENA.
    Logo em seguida, candidatou-se ao cargo de vice-prefeito e ganhou, elegendo-se a vereador novamente em 1973, cumprindo seu mandato até 1976. Voltou à Prefeitura, agora como prefeito municipal em 1983.
    Foi deputado estadual em 1992 e assumiu como vice-prefeito novamente em 1993. Candidatou-se a prefeito outras vezes, não vencendo as eleições. Ainda continua ativo na política municipal.
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
    José Carlos Grecco
    José Carlos GreccoNasceu numa casa na Av. Capitão João, Mauá, em 05 de março de 1949. De descendência italiana, sua família veio ao Brasil em 1890, para trabalhar como cortadores de pedra. Moraram numa casa nas imediações da Gruta de Santa Luzia.
    Quando criança costumava participar das Quermesses da Prefeitura de Mauá, na Igreja Matriz. Aos domingos à tarde, ia às matinês do Cine Santa Cecília, assim como muitas jovens da cidade.
    Mais tarde veio a morar na Rua Riachuelo, onde a família possuía um bar. Mudou-se novamente, desta vez para o espaço onde hoje é o Paço Municipal, e seu pai abriu um restaurante no local, "A Gazela".
    Estudou na Escola Estadual Odila, no Vila Vitória, e no Ginásio Visconde de Mauá.
    Aos 14 anos foi trabalhar em São Paulo, na Companhia Paulista de Energia Elétrica e aos 19 entrou na Faculdade de Arquitetura, onde se formou, montando posteriormente uma empresa de construção, a Construtora Grecco.
    Filho do ex-prefeito Edgar Grecco, iniciou sua vida política em 1975 como cabo eleitoral de Leonel Damo. Foi Secretário de Obras na gestão de Damo. Elegeu-se deputado federal constituinte. Em sua 2ª tentativa de candidato ao cargo de prefeito, venceu. Foi um dos fundadores do PSDB nacional.
    Em 1975 casou-se com Solange Tonelotti Grecco, de família descendente de italianos e portugueses, com quem tem 4 filhos: Zezinho, Carlos Eduardo, Marcel, Michelle, todos mauaenses. Inicialmente moraram na Av. Princesa Isabel, depois se mudaram para R. Limeira, até que construíram a casa própria na Vila Guarani.
    Depois de sua vida política, voltou para a iniciativa privada.
     
     
     
     
    Oswaldo Dias
    Oswaldo DiasNascido em 13 de Julho de 1942, na cidade de Guarani, Minas Gerais, Oswaldo Dias, cumpriu seu terceiro mandato (2009-2012); antes governou a cidade entre 1997 e 2000 e de 2001 a 2004. Foi vereador entre 1993 e 1996. É graduado em Ciências Sociais, Geografia e Pedagogia. Foi professor da rede estadual, metalúrgico e lavrador. É fundador do Partido dos Trabalhadores. Foi membro da Executiva Municipal de Mauá, em diversos mandatos, e presidente de 1987 a 1992. Nas suas duas primeiras gestões foram de grande destaque a ampla abertura a participação popular na elaboração de políticas públicas, a busca equilíbrio orçamentário e a construção de uma série de equipamentos públicos que transformaram a aparência da cidade, entre os quais estão o Teatro Municipal, o Ginásio Prefeito Celso Daniel, os calçadões dos centros Alto e Baixo, o Viaduto Papa João Paulo II, a Praça XXII de Novembro e o início das obras do Boulevard Jornalista Roberto Marinho. Em Seu Terceiro mandato, buscando governabilidade, diferentemente das suas duas primeiras gestões, Dias abriu o governo à participação de partidos que não compuseram chapa com o PT durante as eleições. Isso trouxe para o governo políticos cuja origem se deu nos rincões da oposição, como Antonio Carlos de Lima (PP) e Leny Walendy (PSDC), sobrinho e ex-vice –prefeita de Leonel Damo respectivamente. Atualmente, PR, PSDC, PSB, PP, PDT e PRB participam efetivamente da gestão, com correligionários ocupando cargos na administração.
     
     
     
     
     
     
     
    Diniz Lopes dos Santos
    Diniz Lopes dos Santos (Mauá, 20 de junho de 1964) foi vereador e ex-prefeito interino de Mauá.
    Exerceu três mandatos consecutivos como vereador, sendo eleito em 1996 e reeleito em 2000 e em 2004, tendo ocupado a Presidência da Câmara Municipal de 2003 a 2006.
    Em janeiro de 2005, foi nomeado prefeito interino de Mauá em eleição indireta da Câmara Municipal, permanecendo no cargo por onze meses, quando o STF decidiu o imbróglio eleitoral a favor de Leonel Damo.  
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
    Donisete Braga 
    Donisete Braga O deputado estadual Donisete Pereira Braga foi eleito prefeito de Mauá, cidade de mais de 400 mil habitantes na região do ABC. O petista obteve 120.115 votos (57%) contra 90.098 (42%) da deputada estadual Vanessa Damo (PMDB).
    Filho do “seu” Gildásio e da dona Benícia, Donisete é paulista de Flora Rica e mora em Mauá desde 1976 quando aqui chegou com a família depois de enfrentarem uma geada que acabou com a lavoura daquele ano.
    A família foi morar no Jardim Zaíra, já na época um bairro bastante populoso. Posteriormente, a família mudou-se para o Parque das Américas, onde Donisete passou a estudar na Escola Estadual Maria Helena Colônia.
    Foi no Colégio Técnico Monsenhor Alexandre Venâncio Arminas, no Bairro Matriz, que Donisete formou-se em Contabilidade. Cursou também Gestão de Cidades.
    Começou na política ainda jovem, incentivado pelos pais, que atuavam nas Comunidades Eclesiais de Base da Igreja Católica, especialmente na Comunidade da Igreja de São Felipe.
    É casado com Sonia Braga e é pai de João Pedro e de Ana Luiza.
    Elegeu-se duas vezes vereador em Mauá.
    Em 2000, elegeu-se deputado estadual e assumiu o mandato no ano seguinte, na vaga deixada por José de Fillipi Junior, que havia sido eleito prefeito de Diadema.